25 de jun de 2016

Seleção feminina de vôlei leva susto, mas vence Bélgica no Grand Prix





Ampla favorita, a seleção feminina de vôlei começou o sábado dando um susto em quem acordou cedo para ver o Grand Prix. 
Diante da inexpressiva Bélgica, o Brasil entrou displicente, perdeu o primeiro set e deu indícios de que poderia sofrer para vencer. Não precisou. Depois de colocar a cabeça no lugar, a equipe comandada por José Roberto Guimarães reagiu e fechou o jogo em 3 sets a 1 (13-25, 25-19, 25-16 e 25-18).

A vitória classifica o Brasil para a fase final do Grand Prix, que será disputada na Tailândia. Com 19 pontos, as atuais bicampeãs olímpicas não podem mais ser alcançadas por Holanda ou Sérvia e garantem ao menos a quarta colocação, atrás de EUA, China e Rússia. Neste domingo, as meninas fazem o último jogo da primeira fase contra a Turquia.

A julgar pelo desempenho deste sábado, porém, a seleção precisa se preocupar. Com mais erros do que se poderia esperar de uma equipe de ponta, o Brasil demorou para engrenar contra um dos piores times do Grand Prix e perdeu o primeiro set por 25 a 13.

Quando acordou, a seleção precisou acionar Jaqueline para equilibrar as ações. A ponteira passadora, que não costuma se destacar ofensivamente, foi a maior pontuadora do jogo com 13 bolas no ataque e quatro no bloqueio.

Maior pontuadora contra a Bélgica, Jaque fala sobre a recuperação do Brasil após o 1º set


A ponteira Jaqueline teve atuação destacada na vitória deste sábado (25/06) contra a Bélgica e foi a maior pontuadora do confronto, com 17 acertos (13 de ataque e quatro de bloqueio). A oposto Tandara, com 13, a central Juciely e a ponteira Fê Garay, com 12 cada, também pontuaram bem.
 Pelo lado da Bélgica, a oposto Lise Van Hecke, que defendeu o Vôlei Nestlé na temporada 2015/16, foi quem mais pontuou, com 16 acertos.
 A bicampeã olímpica Jaqueline chamou atenção para a reação brasileira depois da derrota no primeiro set.
 “Foi um bom jogo para o nosso grupo. Depois do primeiro set conseguimos nos ajustar. O mais importante foi a nossa recuperação no decorrer da partida. Vamos continuar trabalhando forte para fazermos um bom jogo contra a Turquia e depois focarmos na fase final”, disse Jaqueline.
MelhorDoVolei

19 de jun de 2016

Brasil perde novamente, desta vez para a China


O Brasil não foi páreo contra a China, que venceu em sets diretos (fotos: FIVB)

Foi emblemático que a passagem das bicampeãs olímpicas por Macau, na segunda semana do Grand Prix, tenha terminado com um ace chinês sobre a linha de recepção brasileira, justamente o ponto nevrálgico do jogo da seleção.
Neste domingo, o Brasil ofereceu pouca resistência contra a China e perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 25-23, 25-16, 25-20. Foi a segunda derrota da seleção em seis jogos no torneio. Isso significa que o time venceu a Bélgica de virada, as equipes mistas de Itália, Japão e Sérvia, no Rio, ao passo que perdeu para as titulares da Sérvia e, agora, para as chinesas.
Os reveses nos dois testes efetivos que a equipe teve expuseram as fraquezas que o time tem demonstrado nos últimos anos: passe e ataque nas pontas.
É desnecessário repisar que Fabiana e Thaisa são o ponto forte da seleção. Desnecessário ou inútil, porque, sem uma boa recepção, ter duas ótimas atacantes de meio é vantagem não consumada. A consequência do passe quebrado é que Fabiana, neste jogo, recebeu apenas quatro bolas para atacar.
Das quatro ponteiras brasileiras que foram a Macau – Natália, Garay, Gabi e Jaqueline –, a pernambucana é a que tem o melhor passe. No entanto, a entrada de Jaqueline no decorrer do primeiro set não resolveu o problema na recepção. O saque adversário era direcionado para Fernanda Garay e, com efeito, a China terminou a partida com 6 a 3 sobre o Brasil em aces – um deles, o último, justamente sobre Jaqueline.
Sem a bola chegar na medida às mãos de Dani Lins, a opção que lhe restou foi acionar alguma das atacantes das pontas, e aí a trama ficou mais densa.
Certo, foi uma jornada atípica, mas é preciso ressaltar que Sheilla, a definidora de ofício, a oposta do time, teve eficiência de 10% no ataque, só pontuou duas vezes em 20 tentativas. O jogo de bolas empinadas também não favoreceu Jaqueline, que só marcou seis pontos em cortadas – Fernanda Garay, nesse quesito, foi a única que ainda conseguia socorrer a seleção e acertou a quadra adversária em 11 ocasiões.
O jogo lento e previsível das brasileiras foi um convite que o bloqueio chinês aceitou sem remorso. Nesse quesito, as anfitriãs golearam por 13 a 5 – só a central Ni Yan obteve, no fundamento, o mesmo número de pontos de todas as brasileiras somadas.
Nas oportunidades em que tirou Sheilla do jogo, o técnico Zé Roberto Guimarães colocou Tandara no decorrer dos dois primeiros sets e Natália, no terceiro.
(Particularmente, não gosto de Natália atuando na saída de rede. Porque, por um lado, se ela jogava assim no início da carreira, por outro, é bom recordar que, de 2012 para cá, sua experiência nesse setor foi no Rexona, em certo momento da Superliga 2014/15: procurando uma oposta para o time, Bernardinho fez essa experiência com ela, mas, no fim, escolheu terminar o campeonato Regiane improvisada na saída e Natália de volta à entrada de rede. Contudo, a 48 dias da estreia na Rio 2016, a seleção necessita de opções e precisa testá-las em regime de urgência. E foi o que aconteceu neste domingo.)
Não dá para dizer, só por meio set contra a China, que Natália seja a jogadora certa ou, mesmo, a melhor substituta para a saída de rede. Mas, como Sheilla tem tido atuações aquém do ideal e Tandara, na competição inteira, atacou 23 vezes para marcar só um ponto (contra a Bélgica), por que não continuar testando Natália como oposta – se, inclusive, ela não tem ido bem no passe?Depois de sair do jogo durante o primeiro set, a ponteira Natália voltou como oposta, na metade da terceira parcial, e fez mais pontos do que Sheilla naquela posição. Ela terminou a partida com sete anotações no ataque, sendo quatro delas no período em que atuou na diagonal da levantadora.
O Brasil volta à quadra no próximo fim de semana, dias 24, 25 e 26, contra Itália, Bélgica e Turquia, em Ancara. Depois, só restarão as finais do Grand Prix, entre os dias 6 e 10 de julho, em Bangcoc, antes das Olimpíadas.

10 de jun de 2016

Minha modesta análise do jogo de hoje. por Michelle Up

http://s2.glbimg.com/VyCmX_s6LO3QjrSkrOmpbqaXaQw=/s.glbimg.com/og/rg/f/original/2016/06/09/

Thaisa lacrou , simples assim.
Dani Lins pecando muito nas bolas pra Nati, QUE TÁ DEVENDO AINDA. Dani também precisa colocar Sheilla no jogo! 

Passe ainda tá problemático, por isso também temos que dar um desconto pra Dani.
Jucy jogou muito bem, ver ela é Thaisa juntas e jogando bem, é demais! Um tapa na cara dos haters. Rsrs. 


Garay regular, pode crescer mais, e com certeza vai.


Inversões, Roberta bem, mas Tands ainda irregular.


2°set Japão 18 x 16 Brasil num erro de passe entre Brait e Garay, Ze pede tempo e Thaisa diz pra Brait: " A líbero é você ". Certíssima, alguém tem dar esse toque nela , que está indo bem, mas ainda precisa de mais atitude no passe, mas nas defesas tá muito bem.


Adê, linda, entrou e anotou seus pontinhos, 4 se não me engano, sempre vibrante, essa disputa vai ser Boa, rsrs.


Conclusão, tem muita água pra rolar, muitos ajustes pra fazer, mas o começo já me inspira confiança. Temos um leque de grandes talentos, só precisamos de mais ritmo e entrosamento.
Vamos que vamos.


Por Michelle Up - Direto do Facebook Volleyball News

9 de jun de 2016

Brasil estréia no GrandPrix contra a Itália




A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei começará nesta quinta-feira (09/06) a campanha pelo 11º título do Grand Prix. A equipe do treinador José Roberto Guimarães enfrentará a Itália às 14h10, na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro. A TV Globo e o SporTV transmitirão ao vivo. As brasileiras estão no grupo B que conta ainda com Itália, Sérvia e Japão.

 O treinador José Roberto Guimarães comentou sobre a importância do Grand Prix em um ano olímpico. “O Grand Prix será o único torneio que vamos disputar antes dos Jogos Olímpicos. Teremos a oportunidade de ver os outros times em ação, vamos ajustar o nosso grupo e sanar algumas dúvidas na formação da equipe”, explicou José Roberto Guimarães.

A ponteira Fernanda Garay falou sobre a expectativa de enfrentar a Itália e chamou a atenção para o bom desempenho das italianas no classificatório mundial quando garantiram um lugar nos Jogos do Rio. “Vamos entrar em quadra prontas para muita dificuldade. Ainda estamos estudando a equipe delas, mas sabemos que são jogadoras novas e que foram muito bem no Pré-Olímpico Mundial. Será um jogo difícil, mas estamos bem preparadas”, afirmou Fernanda Garay.

A campeã olímpica Dani Lins comemorou a possibilidade de jogar diante dos torcedores brasileiros. “O Grand Prix é muito importante para ganharmos ritmo de jogo. É a competição onde vamos encontrar as equipes que estarão nos Jogos Olímpicos. Também teremos a chance de jogar diante da nossa torcida no Rio de Janeiro, o que vai ser muito bom. Procuro ver a pressão de jogar em casa do lado positivo e o público sempre nos apoiou”, disse Dani Lins.

Retrospecto

Brasil e Itália se enfrentaram 24 vezes na história do Grand Prix, com 20 vitórias das brasileiras e quatro das italianas. O último jogo entre as equipes aconteceu na Fase Final do Grand Prix do ano passado e o time verde e amarelo venceu por 3 sets a 1.

Entenda o Grand Prix:

De 9 a 26 de junho, as 12 principais seleções disputarão a fase classificatória. A cada semana serão formados três grupos com quatro seleções em cada, definidas em sorteio. Ao fim da fase classificatória, as cinco equipes mais bem classificadas avançarão à Fase Final, que contará ainda com a Tailândia, país sede. A Fase Final acontecerá de 6 a 10 de julho, em Bangcoc, na Tailândia.

 Jogos do Brasil no Grand Prix

09.06 (Quinta-feira) – Brasil x Itália – 14h10 – TV Globo e SporTV

10.06 (Sexta-feira) – Brasil x Japão – 14h10 – TV Globo e SporTV

12.06 (Domingo) – Brasil x Sérvia – 10h05 – TV Globo e SporTV

http://www.melhordovolei.com.br/ze-roberto-fe-garay-e-dani-lins-falam-sobre-a-estreia-do-brasil-no-grand-prix/