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11 de mai. de 2014

Gamova do Dínamo Kasan atropela Osasco no Mundial de Clubes na Suiça



Molico/Osasco tentou, mas não conseguiu oferecer resistência ao Dínamo Kazan na final do Mundial de clubes feminino de vôlei, neste domingo. A equipe paulista foi derrotada pela russa por 3 sets a 0, com parciais de 25/11, 25/16, e 27/25, e acabou com a medalha de prata da competição.

Com uma defesa sólida e um sistema ofensivo muito forte, o Dínamo Kazan não deu chances ao Osasco, que jogou toda a partida atrás no marcador. O time brasileiro sofreu com erros em sua linha de recepção e pouco ameaçou a equipe russa, que conquistou o Mundial pela primeira vez.

Já Osasco fica com seu segundo vice-campeonato do torneio, já que em 2010 também chegou à decisão e foi derrotado. Na ocasião, o algoz foi Fenerbahçe (Turquia). O time comandado por Luizomar de Moura foi campeão do Mundial em 2012 e ficou com a terceira colocação em 2011, em suas quatro participações do torneio.

O destaque do triunfo do Dínamo foi a oposto russa Ekaterina Gamova, célebre por ter liderado a Rússia à vitória sobre o Brasil na final do Mundial de 2010, partida em que anotou 35 pontos. No jogo deste domingo em Zurique, ela pontuou em todos os fundamentos e chegou à marca de 24 tentos. Osasco teve em Thaísa com dez pontos apenas sua principal atleta.

O domínio do Dínamo na final do Mundial foi visto desde os primeiros pontos. Com um saque forçado, a equipe russa contou com erros do Osasco para logo no início abrir vantagem no marcador. Depois de ter 12/3 de frente, fechou a primeira parcial com tranquilidade.

Osasco tentou se reorganizar e conseguiu oferecer mais resistência ao Dínamo no segundo set, mas por alguns pontos apenas. O time russo logo voltou a dominar e fechou a parcial. No terceiro set, as europeias relaxaram, mas mesmo assim ficaram com o título sem grandes sustos.

Sesi leva o terceiro lugar

O pódio do Mundial feminino de vôlei teve duas equipes brasileiras. Na decisão do terceiro lugar, o Sesi, derrotado pelo Dínamo na semifinal, superou na preliminar deste domingo o Volero Zurique, equipe da casa, na disputa pelo bronze.

O time paulistano superou as suíças por 3 sets a 2, com parciais de 25/18, 20/25, 25/21, 23/25 e 15/13, devolvendo o resultado na fase classificatória. Na primeira partida do Mundial, Sesi e Volero se enfrentaram e a equipe de Zurique venceu por 3 sets a 2.

19 de abr. de 2014

Sesi vai à final e quebra hegemonia histórica na Superliga


Depois de vencer fora de casa, o Sesi-SP contou com a força da torcida para novamente bater o Osasco e chegar à final da Superliga Feminina de Vôlei pela primeira vez. Neste sábado, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo, a equipe da capital venceu as líderes da primeira fase, por 3 a 2, com parciais de 19/21, 21/16, 8/21, 22/20 e 17/15.

Com o resultado, o Sesi fez 2 a 0 na série melhor de três e se classificou sem a necessidade do terceiro confronto, que seria realizado na próxima terça-feira, no ginásio José Liberatti, em Osasco. Na decisão, o time paulistano enfrentará o Unilever/Rio de Janeiro.

O triunfo, além de levar a equipe à final pela primeira vez, também quebrou uma série de 12 decisões consecutivas do Osasco, que não sabe o que é não chegar à disputa pelo título desde a temporada 2000/2001, quando os finalistas foram Flamengo e Vasco. De quebra, acabou com uma hegemonia de finais entre Osasco e Rio de Janeiro na Superliga, que já durava desde a temporada 2004/05.

Líder da equipe durante toda a competição, a capitã Fabiana anotou 16 pontos, sendo oito de ataque, seis de bloqueio e dois se saque, e foi quem mais pontuou pelo Sesi-SP, seguida por Ivna, que fez 14. Enquanto isso, do outro lado do confronto, a maior pontuadora do Molico/Nestlé e do jogo foi a também capitã Sheilla, que marcou 25 pontos (22 de ataque e três de bloqueio). Outro destaque da partida foi a italiana Caterina, que marcou 16 vezes.

Surpreendida em casa no primeiro jogo da semifinal, o Osasco não se incomodou com a pressão da torcida adversária e começou levando a melhor após um set muito equilibrado. No entanto, a equipe da capitã Sheilla não conseguiu manter o ritmo na segunda parcial e cedeu o empate.

Com o duelo empatado, era esperado mais um set equilibrado, porém o que aconteceu foi completamente diferente. Sobrando em quadra, o Molico/Nestlé não deu chances às adversárias e abriu 2 a 1 ao vencer por 21 a 8. Podendo fechar o jogo sem levar ao tie-break, o time com melhor campanha da primeira fase continuou melhor durante grande parte da parcial, porém sofreu a virada no final e novamente viu as donas da casa empatarem.

Na decisão, o Sesi, assim como em grande parte do confronto, ficou atrás das adversárias, porém mostrou uma reação incrível, impediu match-points e novamente virou para conseguir a classificação histórica.

21 de mar. de 2014

Nas quartas de final, Osasco bate Brasília e quebra recorde

Osasco comemora ponto em mais uma vitória na Superliga feminina Foto: João Pires/Fotojump / Divulgação

Invicto, o Molico/Osasco superou o Brasília Vôlei no Ginásio José Liberatti nesta quinta-feira, pelo primeiro jogo da série de três das quartas de final da Superliga feminina. O placar de 3 sets a 0, com parciais de 21/12, 21/14 e 21/14, garantiu o 27º triunfo da equipe comandada por Luizomar de Moura e a quebra do recorde de vitórias consecutivas em uma temporada, que pertencia ao Leite Moça, no campeonato 1995/1996.
A marca foi batida justamente contra o treinador que retia o feito. Sérgio Negrão, técnico do Brasília, era o comandante do Leite Moça na temporada 1995/1996, conquistando 26 vitórias na ocasião. A oposto e capitã do Molico/Osasco, Sheilla, foi eleita a melhor da partida. As maiores pontuadoras foram Thaisa, da equipe vencedora, e Erika, ambas com 12 bolas na quadra.
O Molico/Osasco não teve dificuldades no primeiro set e fechou o marcador da etapa por 21/12. O destaque foi a sérvia Sanja Malagurski, com cinco marcações. A tônica na segunda parcial foi a mesma, e o Molico/Osasco dominou totalmente o Brasília Vôlei, contando com nove erros do time do Distrito Federal. Assim, a equipe da Grande São Paulo venceu o set por 21/14.
Molico/Osasco finalizou a partida no terceiro set, impondo o placar de 21/14 sobre o Brasília Vôlei. A maior pontuadora da parcial foi Erika, da equipe da capital federal, com oito pontos anotados.
Gazeta.Net

11 de out. de 2013

Sheilla decide, Osasco bate São Bernardo e segue invicto na Superliga

Foto da notíciaEntre os favoritos ao título da Superliga Feminina de Vôlei, o Osasco/Molico, recheado de estrelas da Seleção Brasileira, voltou a mostrar sua força nesta quinta-feira e conquistou sua segunda vitória na competição nacional. O time da Grande São Paulo recebeu o São Bernardo, no Ginásio José Liberatti, e não teve dificuldades para fechar o confronto em 3 sets a 0, com parciais de 21/14, 21/16 e 24/22. O destaque da partida foi a experiente Sheilla, que cresceu nos momentos de decisão do confronto.
Com apenas um jogo na Superliga Feminina, Osasco/Molico e São Bernardo tiveram estreias distintas na competição nacional. A atual vice-campeã derrotou o Maranhão Vôlei, por 3 sets a 0, enquanto o time do ABC paulista foi derrotado pelo mesmo placar diante do Vôlei Amil. Desta forma, as duas equipes tinham objetivos diferentes nesta quinta-feira, mas precisam da vitória a qualquer custo.   
Favorito no confronto, o Osasco/Molico não decepcionou o seu torcedor no Ginásio José Liberatti, na Grande São Paulo. O time da casa chegou a ter dificuldades no início do jogo, mas logo se impôs em quadra, não demorou a abrir vantagem no marcador e fechou o primeiro set em 21 a 14.Já no início da segunda etapa, o time de Osasco começou bem melhor, passou à frente do marcador e obrigou o adversário a adotar uma postura diferente. Sendo assim, para correr atrás do prejuízo, o São Bernardo começou a forçar os saques, tentando quebrar o passe da equipe da casa. A estratégia, no entanto, não foi bem sucedida, pois os anfitriões fecharam em 21 a 16.
Com a boa vantagem no placar e a vitória bem próxima, as anfitriões relaxaram no início do terceiro set, e o São Bernardo se aproveitou da situação para liderar o marcador pela primeira vez no jogo. Sendo assim, não demorou para o treinador Luizomar de Moura conversar com suas jogadoras e promover a reação do Osasco/Molico.
A virada do time da casa, porém, não veio com facilidade no terceiro set. Com uma performance surpreendente, São Bernardo teve a chance de fechar o jogo em suas ocasiões, mas, do outro lado da quadra, a experiente Sheilla mostrou mais uma vez que cresce em decisões. A jogadora da Seleção Brasileira comandou a virada e garantiu o triunfo no terceiro set por 24 a 22.
Em má fase na Superliga, o São Bernardo tem mais um adversário complicado na próxima rodada. A equipe do ABC paulista recebe o atual campeão Unilever, no dia 22 de outubro, após o retorno do time do Rio de Janeiro, que disputa o Mundial de Clubes, ao Brasil. O Osasco/Molico entra em quadra no mesmo dia, diante do São Caetano.
GazetaEsportiva

7 de abr. de 2013

Unilever fatura a Superliga Feminina de Volei do Brasil

Favoritismo ganha jogo? Nem sempre.
Hoje no Ibirapuera(SP) vimos a equipe favorita do Sollys Osasco perder de virada pelo Unilever do Rio.
A estrela de Sheilla hoje estava apagada; a jogadora teve uma atuação regular nos dois primeiros sets contrapondo com uma tímida atuação nos sets restantes.
Enquanto isto Natalia,Fabi e a canadense Sara Pavan foram crescendo no jogo mostrando foco,regularidade e volume de jogo.
Não podemos esquecer que o técnico do Rio é o todo poderoso Bernardinho que consegue extrair todas estas qualidades do time.
Com muito ralis e muitas defesas, destacando as defesas da líbero Fabizinha o Unilever do Rio faturou título por 3 a 2, parciais de 22-25, 19-25,25-20,25-15 e 15-9.
A equipe do Sollys que tem a linha de frente formada pelas atletas da seleção feminina BiCampeã Olímpica (Sheilla,Fê Garay,Jaqueline.Thaysa,Adenísia,Camila Brite,Fabíola) começou ganhando os dois primeiros sets com a maior tranquilidade e depois num daqueles "cochilos" ou "síndrome" perderam os 3° e 4° set levando a decisão da partida para o tie-break.
Na verdade quem ganhou com esta decisão foi o público que compareceu no Ibirapuera e mais uma vez o volei feminino sai fortalecido.Agora é focar nos torneios internacionais, principalmente o Mundial.