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21 de ago. de 2016

Bruninho diz que "é hora de Bernardinho descansar" e dedica ouro a Murilo



A seleção masculina de vôlei venceu o ouro olímpico há pouco no Maracanãzinho, mas a atenção já está voltada aos Jogos de Tóquio, em 2020. Bernardinho não sabe se continuará no comando da equipe no próximo ciclo, mas já ouve apelo do próprio filho para que tenha mais tempo para si.

“Ele tem de decidir por ele, está na hora de descansar um pouco mais. Essa loucura de fazer Rexona e seleção não dá”, opina Bruninho, referindo-se aos dois empregos de Bernardinho: no vôlei feminino do Rio de Janeiro Vôlei Clube e na seleção masculina.

“Falo como filho, tem uma idade em que é preciso aproveitar um pouco mais a vida e não ficar só trabalhando. Já deu demais para gente”, completa o levantador, campeão olímpico sob comando do pai na Rio-2016.

Ainda sem pensar no futuro, o treinador não quer antecipar sua decisão. “Sou plenamente substituível. Temos pessoas prontas para assumir, só talvez sem a experiência que eu tenho. Não estou dizendo que vou sair, preciso pensar”, despista Bernardinho, que quer dedicar mais tempo à família.

“Estou devendo muito para as outras pessoas. Tenho uma (filha) de seis e uma de 14 anos. Não vi a de seis nascer e estou perdendo algumas coisas da de 14 também”, explica o técnico, que descarta se afastar do esporte. “Eu não conseguiria largar o vôlei. O dia-a-dia me alimenta. Mas temos pessoas absolutamente prontas para assumir a sequência (da seleção)”, entende.

Ouro dedicado a Murilo
Cortado da seleção a dias da Olimpíada, Murilo Endres acabou ficando sem a medalha de ouro. Ele bateu na trave duas vezes, em Pequim-2008 e Londres-2012, mas não conseguiu estar entre os convocados para a Rio-2016. Apesar da ausência, o ponteiro foi homenageado pelos ex-companheiros de seleção, que levaram uma camisa sua com o número 8 ao pódio olímpico.

“É um momento da redenção. Conquistar o ouro olímpico em casa depois de tudo pelo que passamos... É o ouro do Bruno, do Wallace, do Murilo, Sidão, Lucão. Essa galera que merecia demais isso. É o dia da redenção depois de tanta bola na trave. Hoje, ela bateu e entrou”, celebra Bruninho, lembrando os atletas que perderam a final para a Rússia em Londres e viram o ouro escapar.

Guilherme Costa, Gustavo Franceschini e Leandro Carneiro

Olimpíadas-Uol

Bruninho diz que "é hora de Bernardinho descansar" e dedica ouro a Murilo

10 de jul. de 2016

Brasil vence a forte seleção dos EUA e conquista o 11° título no GrandPrix de Volley 2016


A seleção brasileira feminina de vôlei vai chegar cheia de moral para tentar o tri olímpico no Rio. Neste domingo, as comandadas do técnico Zé Roberto Guimarães fizeram uma partida de altíssimo nível contra os EUA, na reedição da final das últimas duas Olimpíadas, venceram por 3 sets a 2, em Bangcoc (Tailândia), e conquistaram o título do Grand Prix pela 11.ª vez. As parciais do jogo foram 18/25, 25/17, 25/23, 22/15 e 15/9.
Ao longo da campanha, de 13 jogos, o Brasil perdeu duas partidas, apenas, para Sérvia e China, ambas nas casas das rivais. As chinesas, que são fortes candidatas ao ouro no Rio-2016, disputaram a fase final com um time reserva, sendo eliminadas na primeira fase por EUA e Holanda. Com o time titular, entretanto, a China só perdeu um jogo, na última rodada da fase de classificação, e para os EUA.
Com 60 pontos na fase final (média de 15 por jogo), Natália foi o grande destaque do Brasil na fase final. Na decisão, ela fez 12 pontos, ficando atrás de Fabiana (18), Sheilla (14) e Fê Garay (14). Thaisa também anotou 12.

A campanha em Bangcoc coloca uma grande dúvida na cabeça de Zé Roberto. A líbero Leia, do Minas, de 31 anos, foi escalada como titular contra Rússia e também na decisão deste domingo e foi impecável tanto na defesa quanto no passe. Não será surpresa se ela deixar Camila Brait fora da Olimpíada.
A final também serviu para recuperar Jaqueline, que comandou a reação do Brasil no segundo set, sem deixar de tirar o espaço de Fê Garay, que jogou o resto da partida. Sheilla encerrou a competição mostrando que é fundamental no time titular, assim como Fabiana e Thaisa deixaram claro que seguem sendo a melhor dupla de centrais do mundo, somando 30 pontos na final. Em síntese, o Brasil vem forte para o tri olímpico.
O JOGO
Zé Roberto escalou a equipe com Fabiana, Dani Lins, Thaisa, Natalia, Sheilla, Fê Garay e Leia. Aaposta em Sheilla, porém, parecia não ter sido feliz. A experiente oposta fez um primeiro set ruim e destoou do resto da equipe. O saque brasileiro não encaixava e, com o passe na mão, o time americano sobrava, a ponto de fechar o set com certa tranquilidade, em 25/18.
As coisas começaram a melhorar com 3/1 no segundo set. Foi quando Zé Roberto tirou Fê Garay e colocou Jaqueline em quadra. Tudo que a ponteira não jogou ao longo do Grand Prix ela resolveu jogar no segundo set. O passe passou a chegar redondo na mão de Dani Lins e isso e refletiu também no ataque, com Sheilla entrando no jogo. O 25/17 foi o reflexo da superioridade brasileira.
No terceiro set, com Fê Garay de volta, o Brasil conseguiu abrir vantagem de até cinco pontos, em 17/12, mas deixou os Estados Unidos chegarem e encostarem em 24/23. O ponto decisivo foi de Zé Roberto Guimarães, que pediu o desafio de vídeo em um ataque da Thaisa aparentemente para fora. A revisão mostrou que a bola resvalou de leve no bloqueio.
O quarto set não foi menos emocionante e seguiu com os dois times iguais no placar até 20/20. Aí, Natália errou um ataque, os EUA conseguiram um ace depois de o saque bater na final, e o set ficou mesmo com as americanas.
O tie-break foi memorável, com um show do bloqueio e da defesa do Brasil. Sheilla, mostrando por que ainda é titular, foi decisiva, quase perfeita no ataque. O ponto do título foi de Fabiana, pelo meio.

Premiação:.

Natalia(BRA)-melhor pontuadoraSheilla(BRA)-melhor atacanteKinberly Hill(EUA)-2° melhor atacanteRachel Adams(EUA)-melhor bloqueadoraThaísa-2° melhor bloqueadoraTomTom(TAI)-melhor levantadoraLin Li(CHN)-melhor líberoSloetjes(HOL)-melhor oposta





Brasil vence a forte seleção dos EUA e conquista o 11° título no GrandPrix de Volley 2016


Neste domingo (10/07), jogando em Bangkok, na Tailândia, a Seleção Feminina Brasileira de Vôlei se sagrou campeã do Grand Prix 2016. Com a líbero Léia em quadra, o Brasil conseguiu um resultado incrível diante da poderosa seleção norte-americana (primeira colocada no torneio, em 2015) e levou a melhor por 3 sets a 2, com parciais de 18-25, 25-17, 25-23 e 22-25 e 15-9.
Em um jogo onde as centrais foram protagonistas, a maior pontuadora foi a americana Foluke Akinradewo, com 19 pontos (16 em ataques, 2 em bloqueios e 1 em saque). Entre as comandadas de José Roberto Guimarães, os destaques ficaram por conta de Fabiana, com 18 pontos (17 em ataques e 1 em saque), seguida, com 14 pontos cada, por Sheilla (13 em ataques e 1 em bloqueio) e Fernanda Garay (13 em ataques e 1 em bloqueio), além de Thaisa (10 em ataques, 1 em bloqueio e 1 em saque) e Natália (10 em ataques e 2 bloqueios), com 12 bolas no chão.
Este foi o 11º título das brasileiras na competição. A medalha de bronze ficou com as holandesas, que derrotaram a Rússia, de virada, na disputa do terceiro lugar.
Premiação:.
Natalia(BRA)-melhor pontuadora
Sheilla(BRA)-melhor atacante
Kinberly Hill(EUA)-2° melhor atacante
Rachel Adams(EUA)-melhor bloqueadora
Thaísa-2° melhor bloqueadora
TomTom(TAI)-melhor levantadora
Lin Li(CHN)-melhor líbero
Sloetjes(HOL)-melhor oposta





25 de jun. de 2016

Seleção feminina de vôlei leva susto, mas vence Bélgica no Grand Prix





Ampla favorita, a seleção feminina de vôlei começou o sábado dando um susto em quem acordou cedo para ver o Grand Prix. 
Diante da inexpressiva Bélgica, o Brasil entrou displicente, perdeu o primeiro set e deu indícios de que poderia sofrer para vencer. Não precisou. Depois de colocar a cabeça no lugar, a equipe comandada por José Roberto Guimarães reagiu e fechou o jogo em 3 sets a 1 (13-25, 25-19, 25-16 e 25-18).

A vitória classifica o Brasil para a fase final do Grand Prix, que será disputada na Tailândia. Com 19 pontos, as atuais bicampeãs olímpicas não podem mais ser alcançadas por Holanda ou Sérvia e garantem ao menos a quarta colocação, atrás de EUA, China e Rússia. Neste domingo, as meninas fazem o último jogo da primeira fase contra a Turquia.

A julgar pelo desempenho deste sábado, porém, a seleção precisa se preocupar. Com mais erros do que se poderia esperar de uma equipe de ponta, o Brasil demorou para engrenar contra um dos piores times do Grand Prix e perdeu o primeiro set por 25 a 13.

Quando acordou, a seleção precisou acionar Jaqueline para equilibrar as ações. A ponteira passadora, que não costuma se destacar ofensivamente, foi a maior pontuadora do jogo com 13 bolas no ataque e quatro no bloqueio.

19 de jun. de 2016

Brasil perde novamente, desta vez para a China


O Brasil não foi páreo contra a China, que venceu em sets diretos (fotos: FIVB)

Foi emblemático que a passagem das bicampeãs olímpicas por Macau, na segunda semana do Grand Prix, tenha terminado com um ace chinês sobre a linha de recepção brasileira, justamente o ponto nevrálgico do jogo da seleção.
Neste domingo, o Brasil ofereceu pouca resistência contra a China e perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 25-23, 25-16, 25-20. Foi a segunda derrota da seleção em seis jogos no torneio. Isso significa que o time venceu a Bélgica de virada, as equipes mistas de Itália, Japão e Sérvia, no Rio, ao passo que perdeu para as titulares da Sérvia e, agora, para as chinesas.
Os reveses nos dois testes efetivos que a equipe teve expuseram as fraquezas que o time tem demonstrado nos últimos anos: passe e ataque nas pontas.
É desnecessário repisar que Fabiana e Thaisa são o ponto forte da seleção. Desnecessário ou inútil, porque, sem uma boa recepção, ter duas ótimas atacantes de meio é vantagem não consumada. A consequência do passe quebrado é que Fabiana, neste jogo, recebeu apenas quatro bolas para atacar.
Das quatro ponteiras brasileiras que foram a Macau – Natália, Garay, Gabi e Jaqueline –, a pernambucana é a que tem o melhor passe. No entanto, a entrada de Jaqueline no decorrer do primeiro set não resolveu o problema na recepção. O saque adversário era direcionado para Fernanda Garay e, com efeito, a China terminou a partida com 6 a 3 sobre o Brasil em aces – um deles, o último, justamente sobre Jaqueline.
Sem a bola chegar na medida às mãos de Dani Lins, a opção que lhe restou foi acionar alguma das atacantes das pontas, e aí a trama ficou mais densa.
Certo, foi uma jornada atípica, mas é preciso ressaltar que Sheilla, a definidora de ofício, a oposta do time, teve eficiência de 10% no ataque, só pontuou duas vezes em 20 tentativas. O jogo de bolas empinadas também não favoreceu Jaqueline, que só marcou seis pontos em cortadas – Fernanda Garay, nesse quesito, foi a única que ainda conseguia socorrer a seleção e acertou a quadra adversária em 11 ocasiões.
O jogo lento e previsível das brasileiras foi um convite que o bloqueio chinês aceitou sem remorso. Nesse quesito, as anfitriãs golearam por 13 a 5 – só a central Ni Yan obteve, no fundamento, o mesmo número de pontos de todas as brasileiras somadas.
Nas oportunidades em que tirou Sheilla do jogo, o técnico Zé Roberto Guimarães colocou Tandara no decorrer dos dois primeiros sets e Natália, no terceiro.
(Particularmente, não gosto de Natália atuando na saída de rede. Porque, por um lado, se ela jogava assim no início da carreira, por outro, é bom recordar que, de 2012 para cá, sua experiência nesse setor foi no Rexona, em certo momento da Superliga 2014/15: procurando uma oposta para o time, Bernardinho fez essa experiência com ela, mas, no fim, escolheu terminar o campeonato Regiane improvisada na saída e Natália de volta à entrada de rede. Contudo, a 48 dias da estreia na Rio 2016, a seleção necessita de opções e precisa testá-las em regime de urgência. E foi o que aconteceu neste domingo.)
Não dá para dizer, só por meio set contra a China, que Natália seja a jogadora certa ou, mesmo, a melhor substituta para a saída de rede. Mas, como Sheilla tem tido atuações aquém do ideal e Tandara, na competição inteira, atacou 23 vezes para marcar só um ponto (contra a Bélgica), por que não continuar testando Natália como oposta – se, inclusive, ela não tem ido bem no passe?Depois de sair do jogo durante o primeiro set, a ponteira Natália voltou como oposta, na metade da terceira parcial, e fez mais pontos do que Sheilla naquela posição. Ela terminou a partida com sete anotações no ataque, sendo quatro delas no período em que atuou na diagonal da levantadora.
O Brasil volta à quadra no próximo fim de semana, dias 24, 25 e 26, contra Itália, Bélgica e Turquia, em Ancara. Depois, só restarão as finais do Grand Prix, entre os dias 6 e 10 de julho, em Bangcoc, antes das Olimpíadas.

10 de jun. de 2016

Minha modesta análise do jogo de hoje. por Michelle Up

http://s2.glbimg.com/VyCmX_s6LO3QjrSkrOmpbqaXaQw=/s.glbimg.com/og/rg/f/original/2016/06/09/

Thaisa lacrou , simples assim.
Dani Lins pecando muito nas bolas pra Nati, QUE TÁ DEVENDO AINDA. Dani também precisa colocar Sheilla no jogo! 

Passe ainda tá problemático, por isso também temos que dar um desconto pra Dani.
Jucy jogou muito bem, ver ela é Thaisa juntas e jogando bem, é demais! Um tapa na cara dos haters. Rsrs. 


Garay regular, pode crescer mais, e com certeza vai.


Inversões, Roberta bem, mas Tands ainda irregular.


2°set Japão 18 x 16 Brasil num erro de passe entre Brait e Garay, Ze pede tempo e Thaisa diz pra Brait: " A líbero é você ". Certíssima, alguém tem dar esse toque nela , que está indo bem, mas ainda precisa de mais atitude no passe, mas nas defesas tá muito bem.


Adê, linda, entrou e anotou seus pontinhos, 4 se não me engano, sempre vibrante, essa disputa vai ser Boa, rsrs.


Conclusão, tem muita água pra rolar, muitos ajustes pra fazer, mas o começo já me inspira confiança. Temos um leque de grandes talentos, só precisamos de mais ritmo e entrosamento.
Vamos que vamos.


Por Michelle Up - Direto do Facebook Volleyball News

9 de jun. de 2016

Brasil estréia no GrandPrix contra a Itália




A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei começará nesta quinta-feira (09/06) a campanha pelo 11º título do Grand Prix. A equipe do treinador José Roberto Guimarães enfrentará a Itália às 14h10, na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro. A TV Globo e o SporTV transmitirão ao vivo. As brasileiras estão no grupo B que conta ainda com Itália, Sérvia e Japão.

 O treinador José Roberto Guimarães comentou sobre a importância do Grand Prix em um ano olímpico. “O Grand Prix será o único torneio que vamos disputar antes dos Jogos Olímpicos. Teremos a oportunidade de ver os outros times em ação, vamos ajustar o nosso grupo e sanar algumas dúvidas na formação da equipe”, explicou José Roberto Guimarães.

A ponteira Fernanda Garay falou sobre a expectativa de enfrentar a Itália e chamou a atenção para o bom desempenho das italianas no classificatório mundial quando garantiram um lugar nos Jogos do Rio. “Vamos entrar em quadra prontas para muita dificuldade. Ainda estamos estudando a equipe delas, mas sabemos que são jogadoras novas e que foram muito bem no Pré-Olímpico Mundial. Será um jogo difícil, mas estamos bem preparadas”, afirmou Fernanda Garay.

A campeã olímpica Dani Lins comemorou a possibilidade de jogar diante dos torcedores brasileiros. “O Grand Prix é muito importante para ganharmos ritmo de jogo. É a competição onde vamos encontrar as equipes que estarão nos Jogos Olímpicos. Também teremos a chance de jogar diante da nossa torcida no Rio de Janeiro, o que vai ser muito bom. Procuro ver a pressão de jogar em casa do lado positivo e o público sempre nos apoiou”, disse Dani Lins.

Retrospecto

Brasil e Itália se enfrentaram 24 vezes na história do Grand Prix, com 20 vitórias das brasileiras e quatro das italianas. O último jogo entre as equipes aconteceu na Fase Final do Grand Prix do ano passado e o time verde e amarelo venceu por 3 sets a 1.

Entenda o Grand Prix:

De 9 a 26 de junho, as 12 principais seleções disputarão a fase classificatória. A cada semana serão formados três grupos com quatro seleções em cada, definidas em sorteio. Ao fim da fase classificatória, as cinco equipes mais bem classificadas avançarão à Fase Final, que contará ainda com a Tailândia, país sede. A Fase Final acontecerá de 6 a 10 de julho, em Bangcoc, na Tailândia.

 Jogos do Brasil no Grand Prix

09.06 (Quinta-feira) – Brasil x Itália – 14h10 – TV Globo e SporTV

10.06 (Sexta-feira) – Brasil x Japão – 14h10 – TV Globo e SporTV

12.06 (Domingo) – Brasil x Sérvia – 10h05 – TV Globo e SporTV

http://www.melhordovolei.com.br/ze-roberto-fe-garay-e-dani-lins-falam-sobre-a-estreia-do-brasil-no-grand-prix/

31 de mai. de 2016

Seleção Brasileira é superada pela China na estréia do Montreux Volley Masters

Crédito: Divulgação/FIVB

A Seleção Brasileira fFeminina B foi superada pela China na estreia do Montreux Volley Masters. Nesta terça-feira (31/05), a equipe comandada pelo treinador Wagão acabou vencida pelas chinesas por 3 sets a 0 (25/20, 25/17 e 25/22), em 1h29 de jogo, no ginásio Pierrier Clarens, em Montreux, na Suíça.
 As brasileiras folgarão na rodada de quarta-feira (01/06) e voltarão à quadra na quinta-feira (02/06), às 13h45, contra a Turquia. O SporTV transmitirá ao vivo.
 O Brasil começou a partida com a levantadora Naiane, a oposta Ana Paula Borgo, as ponteiras RosamariaGabi, as centrais Fran e Mara e a líbero Laís. Entraram durante o confronto, a oposto Lorenne, a levantadora Juma, a ponteira Drussyla e a central Saraelen.
 A oposta Lorenne, que começou o terceiro set como titular, foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 10 pontos, Mara e Gabi vieram em seguida, com 8 pontos cada. Pelo lado da China, as atacantes Hui e Gongforam as maiores pontuadoras do confronto, com 16 acertos cada.
 O JOGO
A China começou melhor e fez 5/2. Quando o placar estava 10/5 para as asiáticas o treinador Wagão pediu tempo. Jogando com velocidade e bem nos contra-ataques, as chinesas fizeram 19/13. O Brasil cresceu de produção e, numa bola de segunda da levantadora Juma, encostou (20/18). A China segurou a reação do Brasil e levou a melhor no primeiro set por 25/20.
 O Brasil voltou melhor para o segundo set e deixou tudo igual no início da parcial (9/9). Com dois pontos seguidos de bloqueio, a China voltou a abrir no marcador (11/9). Quando o placar estava 15/10 para as asiáticas, o treinador Wagão pediu tempo. Mesmo com a paralisação, a China continuou melhor e fechou o segundo set por 25/17.
 A terceira parcial começou equilibrada. Depois de um longo rally, a China fez 10/9. O terceira parcial foi equilibrada até o final e quando o placar estava 22/21 para as chinesas, o treinador Wagão pediu tempo. A China foi melhor na parte final da parcial e venceu o terceiro set por 25/22 e o jogo por 3 sets a 0.
 Tabela Montreux Volley Masters:
31.05 (TERÇA-FEIRA) – Brasil 0 x 3 China (20/25, 17/25 e 22/25) 
02.06 (QUINTA-FEIRA) – Brasil x Turquia, às 13h45 (horário de Brasília) 
03.06 (SEXTA-FEIRA) – Brasil x Bélgica, às 11h30 (horário de Brasília)

28 de mai. de 2016

Brasil passa pela Rep. Dominicana, já se aquecendo para a Olimpíada.




O clima, é verdade, não deverá ser o mesmo. Mas, em uma noite de muito frio em São José dos Pinhais, no Paraná, as meninas deram o primeiro passo rumo aos Jogos do Rio de forma perfeita. No primeiro compromisso do grupo que tentará a conquista do tri olímpico, o Brasil conseguiu aquecer a quadra do ginásio Max Rosenmann e venceu o Desafio de Vôlei contra a República Dominicana. Em noite inspirada de Fernanda Garay e Tandara, a seleção venceu por 3 sets a 0, parciais 25/12, 25/20 e 25/21.
As duas seleções voltam à quadra do ginásio em São José dos Pinhais no próximo domingo, às 10h30min. O SporTV transmite a partida ao vivo.
Brasil República Dominicana vôlei (Foto: Divulgação/CBV)Meninas do Brasil comemoram ponto contra dominicanas (Foto: Divulgação/CBV)
No primeiro compromisso rumo aos Jogos, Zé Roberto poupou três bicampeãs olímpicas. Fabiana e Thaísa sequer entraram em quadra. Sheilla entrou apenas no fim do terceiro set, para a alegria da torcida local. Sem Jaqueline, que se machucou durante o treino de quinta-feira, o técnico começou com Juciely e Adenízia no meio, e Tandara de oposta. 
- É um sentimento muito gostoso diante da torcida. A gente sempre sentiu o apoio, eles sempre ficam em cima. Melhor ainda que conquistamos um bom resultado. O clima da torcida, deu para sentir. O clima térmico, espero que seja diferente. Está muito frio. Temos um trabalho longo, mas sabemos que estamos no caminho - disse Garay.
Zé deixou a quadra satisfeito. Ciente de que ainda falta ritmo à equipe, elogiou a postura diante das dominicanas, que disputaram o Pré-Olímpico Mundial - terminaram na sexta colocação.
- Nós fizemos um bom primeiro set, sacamos melhor. No segundo, diminuímos a pressão no saque e tivemos mais dificuldades. Foram coisas interessantes para termos um parâmetro de como estamos. As dominicanas, apesar de não se classificarem, estão vindo de sete jogos, têm ritmo de jogo. Começamos a dar uma cara para o nosso time.
O JOGO
Nem parecia fazer tanto tempo assim desde a última vez. Diante de um ginásio lotado, o Brasil entrou em quadra já em clima olímpico. Cheias de vontade, as meninas da seleção não demoraram a deslanchar. No saque de Dani Lins, as dominicanas erraram a recepção, e Natália encheu a mão para marcar o primeiro ponto. Fê Garay fez 8 a 2, e as brasileiras já tinham larga vantagem logo no primeiro tempo técnico.
Brasil República Dominicana vôlei Fernanda Garay (Foto: Divulgação/CBV)Fernanda Garay foi um dos destaques da partida desta sexta (Foto: Divulgação/CBV)
Tandara encheu a mão no saque e abriu 12 a 3, obrigando que o técnico Marcos Kwiek pedisse tempo. Pouco adiantou. As donas da casa mantiveram o ritmo e até se deram ao luxo de cometer um ou dois erros. Depois de mais um erro de recepção das dominicanas, Dani Lins aproveitou, e o Brasil fechou em 25/12 e largou na frente.
A República Dominicana tentou crescer. Pelas mãos de grandona Martínez, passou a dar mais algum trabalho às brasileiras no início do segundo set. As donas da casa tinham em Fernanda Garay seu principal motor. Ao lado de Tandara, a ponteira era a melhor na quadra paranaense, mas os erros passaram a vir com mais frequência. Assim, as visitantes abriram 10/7 no placar.
À beira da quadra, insatisfeito, Zé Roberto tentava orientar a equipe. “Muito baixo”, disse, após levantamento de Dani Lins para Juciely. Do lado de lá, De la Cruz, Martínez e Valdez seguiam dispostas a dificultar a vida das brasileiras. As dominicanas se mantinham à frente no placar, principalmente por conta dos erros de saque das brasileiras. 
Brasil República Dominicana vôlei Zé Roberto (Foto: Divulgação/CBV)Zé Roberto orienta equipe (Foto: Divulgação/CBV)
Zé, então, testou a inversão 5 por 1, mandando Roberta e Monique para a quadra. Funcionou. A seleção, então, virou o placar: 20/19. Depois de ponto de Fê Garay, foi a vez de Kwiek pedir tempo. Mais uma vez, não funcionou. A seleção manteve o ritmo e fechou em 25/20.
A dificuldade acabou no terceiro set. Tandara abriu a contagem com mais uma pancada. A queda no set anterior desanimou as dominicanas, que já não conseguiam manter o ritmo. Em pouco tempo, as meninas da casa já tinham 12 a 8 no placar. A torcida, animada, cantava, e Thaísa puxava o passinho do banco brasileiro.
A partir daí, o Brasil deu passos tranquilos rumo à vitória. Sem esforço, logo abriu sete pontos e fez 19 a 12. Foi quando Zé resolveu atender aos pedidos da torcida. Depois de tantos gritos das arquibancadas, o técnico mandou Sheilla à quadra  com o placar em 21 a 14, para a alegria dos fãs. A República Dominicana chegou a encostar, mas a vitória veio em invasão das rivais: 25/21.
Por São José dos Pinhais, PR  Globo Esporte

29 de jan. de 2016

Brasil é favorito ao ouro e tem enormes vantagens', diz rival no vôlei Karch Kiraly

Vítima do Brasil na final das duas últimas Olimpíadas, mas algoz na semifinal do Mundial de 2014, na decisão do Pan de Toronto e na fase final do Grand Prix de 2015, os Estados Unidos são apontados pelo técnico da seleção feminina de vôlei José Roberto Guimarães como o time mais forte do mundo na atualidade e favorito para estar na final nos Jogos do Rio e beliscar o ouro.

A visão, porém, não é compartilhada por Karch Kiraly, o técnico da seleção americana. Dono de três medalhas olímpicas de ouro (duas no vôlei de quadra e uma na praia) e integrante do Hall da Fama, a lenda da modalidade é categórica em afirmar que a seleção brasileira é sim favorita a levar o tricampeonato olímpico.

"Eu vejo o Brasil como favorito. A seleção ganhou as duas últimas Olimpíadas, segue com a mesma base de jogadoras e o mesmo corpo técnico. Claro que não é o único time com capacidade. Estados Unidos, China e Rússia são muito bons. Será o melhor torneio de vôlei da história. Mas o Brasil tem vantagens enormes", disse Kiraly, de 55 anos, em entrevista exclusiva ao UOL Esporte, por telefone.

Kiraly, que foi assistente técnico da seleção americana nos Jogos de Londres-2012, terá a missão de levar os Estados Unidos ao primeiro ouro olímpico de sua história no vôlei feminino. Mas ele não vê um sabor de revanche em uma eventual final contra o Brasil no Maracanãzinho lotado, no dia 20 de agosto.

"O que posso dizer é que os Estados Unidos nunca ganharam ouro olímpico, e é meu trabalho é fazer isso acontecer o mais cedo possível. Vai ser incrivelmente difícil no Brasil, com muitos times capazes de ganhar, e que têm esta fome e desejo que temos. Mas uma certeza eu tenho: quem quer que ganhe, terá de derrotar o Brasil, e isso será uma tarefa difícil", afirmou o técnico que em 2014 conduziu as americanas ao inédito título mundial.

Ele, porém, não quis dizer se vê a atual seleção brasileira mais forte ou fraca do que venceu a medalha de ouro há quatro anos.

"No último ano, jogadoras como Thaísa, Fabiana e Sheilla não jogaram. Novas jogadoras deram as caras enquanto estas mais experientes descansavam. Então, não aprendemos muito sobre o Brasil em 2015", avaliou.
Em que pese os últimos embates entre Brasil e Estados Unidos nas grandes competições mundiais, Kiraly não vê esta como a maior rivalidade no vôlei mundial.
"Não tenho certeza disso (maior rivalidade). Não creio que os dois países jogaram tanto para dizer que é a maior rivalidade. Mas claro, Brasil x Estados é uma rivalidade muito boa, assim como Brasil x Rússia. A China também é muito forte atualmente. Não sei se há uma só rivalidade que possa se focar", afirmou.

Admirador do vôlei do Brasil e capaz de lembrar o nome de quase todos os brasileiros que foram seus rivais na final da Olimpíada de Los Angeles-1984 (quando os americanos venceram por 3 a 0), Kiraly exalta o poder do país na modalidade e acredita que será possível como anfitrião no Rio de Janeiro atingir a meta de 100% de medalhas (duas nas quadras e quatro na praia) estabelecidas pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) em conjunto com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).
"Eu penso que isso é totalmente possível não apenas para o Brasil mas para os Estados Unidos também. Mas o Brasil tem grande vantagens sediando a olimpíada. Os atletas não precisam viajar a outro país, jogam na própria quadra e areia. Será uma batalha dura bater o Brasil", insiste Kiraly.

Esforço árduo para fazer o vôlei popular Apesar de os Estados Unidos terem ganho oito medalhas na história do vôlei na Olimpíada (três ouros, três pratas e dois bronzes) e de todo sucesso recente das seleções masculina e feminina, Kiraly mostra frustração ao comentar o status da modalidade dentro do país.

"Não temos muita publicidade para o vôlei nos Estados Unidos como temos em outros esportes. Também somos o único país forte no vôlei internacional que não tem a própria liga profissional. O Brasil tem, assim como a Rússia, Itália, Turquia, Japão, China, Porto Rico, Alemanha, Áustria, França. Isso para falar só alguns. Espero que isso ocorra um dia", disse.
"Estamos trabalhando duro para mudar a cultura do vôlei em nosso país, mas sabemos que é um longo processo. Em 2015, recebemos a maior competição da nossa história que foi a fase final do Grand Prix, neste ano já tivemos o Pré-Olímpico da Norceca e teremos um fim de semana do Grand Prix. O vôlei universitário está crescendo cada vez mais. Para você ter uma ideia, 17.561 viram a final do último campeonato", prosseguiu.
Questionado se seria mais difícil ganhar o ouro olímpico ou fazer o vôlei popular, Kiraly ficou em dúvida.

"É uma boa pergunta. Não sei se tenho uma resposta. Se fizermos o vôlei mais popular, a medalha de ouro será mais possível. Se ganharmos medalha de ouro, o vôlei poderá mais popular. Um feito pode ajudar o outro, e ambos são bem difíceis", concluiu.

Fábio Aleixo(Olimpíadas Uol)

25 de jul. de 2015

Brasil com os grandões passam pelos baixinhos de Porto Rico



O Brasil passou por cima de Porto Rico na semifinal do Pan-Americano de Toronto e graças a uma diferença de altura considerável entre os atleta nacionais e os rivais porto-riquenhos. A seleção brasileira, mais entrosada e confiante em quadra, venceu o jogo na altura e fez 3 a 0, parciais de 25-16, 25-17 e 25-23. Agora, o time comandado por Rubinho terá pela frente a Argentina na decisão no domingo (26), no último evento dos Jogos, às 16h, horário de Brasília.  
Com três atletas acima de 2 metros de altura no time titular - Renan, Maurício de Souza e Otávio com 2,12, 2,07 e 2,01, respectivamente - a seleção não teve dificuldades para passar pelo bloqueio adversário. Nenhum "baixinho" de Porto Rico tem mais de 2 metros de altura.
"Eles são baixo mas têm muita impulsão. Mas é o seguinte como eles têm essa impulsão, o bloqueio sempre deixava a diagonal livre. Sempre falava para eles atacarem na diagonal. Não precisava inventar na paralela", disse o levantador Murilo. "Eles saltam muito. Mas, apesar da nossa altura, foi o entrosamento e a confiança nosso com time e com levantador", completou Otávio.
E foi assim que os brasileiros abriram ampla vantagem nos primeiros sets. Na parcial inicial, Maurício, mesmo que não tenha os 2 metros, foi o maior responsável pela ampla vantagem. No seguinte, foi Renan, maior jogador de todo torneio, quem decidiu. Não por acaso, o jogador terminou a partida como o maior pontuador em quadra com 16 pontos.
O Brasil só encontrou dificuldade no terceiro set, a equipe se viu em desvantagem no placar até metade da parcial. O técnico Rubinho, que substitui Bernardinho na função, salientou na saída do jogo que previa um endurecimento da partida na terceira parcial. Não só por causa da desatenção brasileira, mas porque Porto Rico já havia feito a mesma coisa contra a Cuba. A virada veio justamente com outro gigante, Rafael, de 2,06 metros, e daí para frente foi administrar a vitória.
A seleção brasileira busca o seu terceiro título consecutivo nos Jogos Pan-Americanos. Se vencer, igualará os cinco ouros de Cuba, mas leva vantagem no número de pratas, seis a quatro.

21 de jul. de 2015

DE VIRADA, BRASIL VENCE OS ESTADOS UNIDOS E GARANTE PRIMEIRO LUGAR NO GRUPO


A seleção brasileira feminina de vôlei está na semifinal dos Jogos Pan-Americanos. Nesta segunda-feira (20.07), o Brasil venceu, de virada, os Estados Unidos por 3 sets a 2 (22/25, 25/21, 18/25, 25/22 e 15/11), em 2h19 de jogo, em Toronto, no Canada. Com o resultado, o time verde e amarelo garantiu o primeiro lugar no grupo B e a passagem direta para a fase decisiva.

O Brasil disputará a semifinal da competição na próxima quinta-feira (23.07), às 20h (Horário do Brasil), com adversário que ainda será definido. A outra semifinal já tem a República Dominicana garantida, pois terminou em primeiro no grupo A. Estados Unidos, Cuba, Argentina e Porto Rico duelarão pelas duas últimas vagas para a fase decisiva.

A central Adenízia foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 19 acertos. A ponteira Fernanda Garay também teve uma boa pontuação, com 17. Apesar da derrota, os Estados Unidos tiveram a maior pontuadora do confronto, a atacante Krista Vansant, com 20 acertos.

A ponteira Fernanda Garay comemorou o resultado e a classificação antecipada para a semifinal.

“Foi uma partida difícil e os dois times jogaram bem. Tivemos momentos muito bons na partida, mas sabemos que ainda precisamos evoluir. Estamos no caminho certo e agora vamos seguir trabalhando duro já pensando na semifinal. O Zé Roberto está dando oportunidade para todo o grupo e isso é muito importante”, afirmou Fernanda Garay.

O JOGO

Os Estados Unidos começaram melhor e foram para a primeira parada técnica com dois de vantagem (8/6). Com velocidade e liderados pela oposto Fawcett, as norte-americanas abriram três pontos (16/13). Os Estados Unidos seguraram uma reação das brasileiras no final da parcial e venceram o primeiro set por 25/22.

O segundo set começou equilibrado (8/8). O Brasil cresceu de produção e abriu dois pontos (10/8). Numa boa sequência de saques da ponteira Fê Garay, a diferença no marcador subiu para cinco (13/8). Os Estados Unidos voltaram a sacar e contra-atacar com eficiência e viraram o marcador (16/15). O time verde e amarelo dominou a parte final da parcial e venceu o segundo set por 25/21 em uma bola de segunda da levantadora Macris.

Os Estados Unidos dominaram o início da terceira parcial e fizeram 8/2. Com três pontos seguidos da central Adenízia, o Brasil diminuiu a vantagem no marcador (13/9). As norte-americanas se aproveitaram dos erros do time verde e amarelo e sob a liderança da ponteira Richards venceram o terceiro set por 25/18.

O quarto set começou equilibrado (6/6). Com Fernanda Garay bem nos ataques, o Brasil abriu quatro pontos (13/9). Se aproveitando dos erros das brasileiras, os Estados Unidos igualaram o marcador (14/14) e foram para a segunda parada técnica com dois de vantagem (16/14). A reta final da parcial foi marcada pelo equilíbrio e o Brasil foi melhor nos momentos decisivos vencendo o set por 25/22.

Com um ponto de bloqueio da central Bárbara, o Brasil deixou tudo igual no início do tie-break (4/4). O set decisivo seguiu equilibrado até o final quando a oposto Joycinha conseguiu dois pontos seguidos de bloqueio e o time verde e amarelo abriu dois (11/9). As brasileiras seguiram melhores até o final e venceram o set por 15/11 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES

Brasil – Macris, Joycinha, Fê Garay, Mari Paraíba, Angélica e Adenízia. Líbero – Camila Brait

Entraram – Rosamaria, Ana Tiemi, Bárbara e Michelle

Técnico – José Roberto Guimarães

GALERIA DE FOTOS:

http://2015.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/21905-toronto-canada-19-07-2015-jogos-pan-americanos
JOGOS PAN-AMERICANOS TORONTO 2015
1ª Fase
16.07 (Quinta-Feira) - BRASIL 3 x 2 Porto Rico (23/25, 28/26, 25/17, 24/26 e 15/10)
18.07 (Sábado) - BRASIL 3 x 1 Peru (25/27, 25/5, 25/17 e 25/16)
20.07 (Segunda-feira) – BRASIL 3 x 2 Estados Unidos – (22/25, 25/21, 18/25, 25/22 e 15/11)

17 de jul. de 2015

EUA batem França, e Brasil está fora da semifinal da Liga Mundial de vôlei

Francês vibra com ponto contra os Estados Unidos

Os Estados Unidos bateram a França por 3 sets a 1 (25/21, 25/22, 24/26 e 25/20) nesta sexta-feira (17), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ). No entanto, o único time que lamentou não estava em quadra. Com o resultado, o Brasil está fora das semifinais da Liga Mundial de vôlei masculino.
A seleção comandada por Bernardinho havia perdido para a França e batido os Estados Unidos. Como todos os jogos do grupo terminaram com vitórias por 3 sets a 1, a decisão dos classificados aconteceu no ponto average (pontos conquistados divididos por pontos sofridos). Pior para os donos da casa, que fecharam a fase com 0,97, contra 1,00 da França e 1,03 dos EUA..
A maior prova do equilíbrio da chave é que a torcida brasileira mudou diversas vezes durante o jogo entre Estados Unidos e França. O público presente no Maracanãzinho era amplamente favorável aos europeus nos dois primeiros sets, passou a entoar um "USA" seguido de palmas na terceira parcial e vaiou os norte-americanos a partir disso.
A despeito de terem feito jogo equilibrado até a segunda parada técnica dos dois primeiros sets, Estados Unidos e França tiveram propostas bem diferentes. Os norte-americanos apostaram desde o início em uma combinação de saque forçado e bloqueio, e os europeus priorizaram o volume defensivo.
A escolha dos Estados Unidos mostrou-se mais eficaz no primeiro set, e os norte-americanos deslancharam depois que o central Lee entrou para sacar – vitória por 25 a 21. Na segunda parcial, o jogador voltou a ser colocado em quadra no serviço e foi fundamental para sua seleção abrir vantagem de três pontos em 20 a 17 e fechar com triunfo por 25 a 22.
Depois das vitórias dos Estados Unidos nas duas primeiras parciais, o sistema de som do Maracanãzinho anunciou a situação do grupo e as combinações favoráveis à seleção brasileira. Foi o suficiente para a torcida, que até então era majoritariamente pró-França, passar a vibrar mais com os pontos norte-americanos.
Os gritos de "USA" chegaram a contagiar jogadores que estavam no banco dos Estados Unidos. Quando uma parte do público no Maracanãzinho tentou incentivar a França, os brasileiros vaiaram.
Ainda assim, mesmo contra o clima do ginásio e diante de um saque bem mais encaixado, os franceses venceram por 26 a 24 e levaram o duelo para o quarto set. Aí, só uma vitória dos norte-americanos por larga vantagem classificaria o Brasil, o que fez o público "adotar" novamente os europeus. Não foi suficiente, contudo: vitória dos Estados Unidos por 25 a 20 e eliminação dos donos da casa.
A França era a única invicta da Liga Mundial – na história, apenas o Brasil de 2004 conquistou o título sem sofrer uma derrota sequer. Com a vitória desta sexta-feira, os norte-americanos seguem tentando igualar outro recorde da seleção comandada por Bernardinho, a última bicampeã do torneio (em 2009 e 2010).

Seleção supera ausência de titulares e bate a Bélgica no Grand Prix3

Seleção venceu os 2 primeiros sets com facilidade no triunfo contra a Bélgica

Já classificada para a fase final do Grand Prix, a seleção feminina usou formação reserva para o duelo desta sexta-feira, contra a Bélgica. As titulares foram para o Pan Americano. Mesmo com apenas uma considerada titular, a levantadora Dani Lins, o Brasil venceu por 3 sets a 0 (25/14, 25/17 e 25/23).

O duelo pelo Grand Prix aconteceu na cidade de Catania, Itália. A seleção busca seu 12º título no torneio.

Com esse novo triunfo, o time dirigido por Paulo Coco (José Roberto Guimarães acompanhou o time no Pan Americano) alcançou a oitava vitória na fase classificatória do Grand Prix.

Com duas competições simultâneas, José Roberto Guimarães dividiu o grupo para competir no Grand Prix e Jogos Pan-Americanos. A vaga garantida no Grand Prix deu tranquilidade para o técnico seguir com as principais jogadoras rumo a Toronto.

A seleção volta a atuar pelo Grand Prix neste sábado, desta vez contra a Itália, às 15h10 (horário de Brasília). No mesmo dia, a seleção feminina usará sua outra equipe para enfrentar o Peru (às 14h30, horário de Brasília) pelo Pan.

O jogo

Não bastasse o grupo enviado para o Canadá, a seleção que jogou nesta sexta não contou com Fabíola (que pediu dispensa), Thaísa (lesionada) e Tandara (grávida). O técnico Paulo Coco levou à quadra a seguinte formação: Dani Lins, Monique, Natália, Gabi, Juciely e Carol, com a líbero Sassá.

O Brasil venceu com facilidade o primeiro set: 25/14. Natália se destacou nos ataques. O time explorou jogadas de meio de rede com Carol e também contou com erros das belgas (seis erros que resultaram em pontos para as brasileiras).

A Bélgica chegou a equilibrar no começo do 2º set, mas parou de pontuar quando o Brasil vencia por 12 a 9. A seleção abriu 17 a 9, fechando sem dificuldades por 25/17.

O último set foi o mais complicado para as jovens atletas brasileiras. As belgas ficaram à frente no marcador a partir do sétimo ponto. Monique perdeu seguidos ataques. Com o bloqueio funcionando, a Bélgica fez 20 a 15. Mas a vantagem belga virou 20-20, com destaques para Gabi e Natália. Carol virou série sacando, o Brasil empatou em 23-23 e pouco depois fechou em 25 a 23 após bloqueio.