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11 de mai. de 2016

EUA são favoritos na briga pelo ouro, mas há brechas para vencê-las


As americanas são as atuais campeãs mundiais (foto: FIVB)
Dos grandes adversários do Brasil na corrida pelo ouro nas Olimpíadas do Rio, os Estados Unidos foram os últimos a divulgar sua lista de atletas (veja mais abaixo). Alguns fãs brasileiros podem questionar a ausência da ponta Alix Klineman, jogadora do Dentil/Praia Clube, maior pontuadora da Superliga 2015/2016. Mas Alix jamais foi convocada para a seleção A dos EUA nem foi cogitada pelo técnico Karch Kiraly.
Talvez cause alguma estranheza o nome de Courtney Thompson entre as quatro levantadoras que serão testadas no GP, depois de suas atuações inconstantes pelo Rexona Ades na Superliga. Na semifinal, ela acabou perdendo espaço para Roberta Ratzke e foi dispensada pelo clube após o final da temporada. Porém, Thompson é um nome constante na seleção dos EUA desde o ciclo olímpico anterior, tendo sido a reserva de Lindsey Berg em Londres 2012. Neste ciclo, foi campeã mundial, novamente como suplente, desta vez de Alisha Glass. No pré-olímpico da Norceca (Confederação da América do Norte, Central e Caribe), Thompson também estava lá.
Time a ser batidoMuitos veem os EUA como o time a ser batido pelas brasileiras, embora ressaltem a força de Rússia e China, além da ascensão da Sérvia no ano passado, que culminou com o vice-campeonato na Copa do Mundo.
Sob o comando de Kiraly, os EUA conseguiram quebrar a escrita de jamais terem vencido nada além de GPs ao conquistar o Mundial 2014, com direito a um contundente 3-0 sobre o favorito Brasil na semifinal.
A conquista de um torneio desse porte, depois de bater na trave algumas vezes, aumentou a confiança das jogadoras, segundo a central Foluke Akinradewo.
Veio 2015 e os EUA levaram, em casa, o Grand Prix, com um voleibol ainda mais rápido do que na temporada anterior, mas medindo forças contra seleções B de seus principais adversários – das então titulares do Brasil, apenas Dani Lins esteve em Omaha, Nebraska, nas finais do GP.
Semanas depois, na Copa do Mundo, veio o baque. Com duas vagas para o Rio 2016 em jogo, as americanas ficaram em terceiro. Até superaram as campeãs chinesas, mas foram surpreendidas pela perigosa (mas instável) Sérvia por 3-2 e perderam em sets diretos para a Rússia na última rodada, sendo obrigadas a disputar o pré-olímpico da Norceca.
Esse tropeço, no entanto, não diminuiu o status de favorito dos EUA, que vêm ao Rio de Janeiro em agosto dispostos a finalmente conquistar o ouro que viram ficar com as brasileiras em Pequim 2008 e em Londres 2012.
Mas apesar de uma velocidade atípica, de um sistema defensivo sólido, com um bloqueio eficiente, de saques que minam a linha de passe adversária e de contar com algumas das melhores atacantes do mundo, os EUA podem ser contidos, como mostraram russas e sérvias.
Pontos fracosResta pouca dúvida que o time montado por Karch Kiraly, lenda como jogador nas duas últimas décadas do século XX, é o mais consistente do mundo. Porém, há aspectos que podem ser explorados.
A levantadora Alisha Glass segue a cartilha do treinador e acelera ao máximo o jogo, mas a recepção dos EUA pode ser quebrada, como vimos no Japão, durante a Copa do Mundo – a ponta Kim Hill foi o principal alvo das sacadoras adversárias e sua eficiência não é a mesma das colegas de linha de passe.
Hoje, é verdade, a recepção americana é menos vulnerável do que no ciclo anterior, quando tinham uma líbero frágil como Nicole Davis. Tanto Kayla Banwarth como Natalie Hagglund são superiores à antecessora.
Há outros pontos dos quais os adversários podem se beneficiar. A própria Glass, que vê Carli Lloyd se aproximar como sua principal concorrente, peca às vezes na precisão em meio a correria do jogo americano. Lloyd, diga-se, fez boa temporada na Itália, atuando pelo Casalmaggiore, que conquistou a Liga dos Campeões da Europa. Mas Carli Lloyd não tem experiência como titular da seleção em grandes torneios, o que pode ser um problema, caso ela venha a tomar o lugar de Glass, algo não tão provável.
Na saída de rede nenhuma das três que estão na corrida têm o alcance e a potência de Destinee Hooker, que após dois partos, passagens pela inexpressiva liga porto-riquenha e pela razoável liga sul-coreana, além do seu comportamento errático, é uma sombra do que foi. Aquela Hooker foi neutralizada pelo Brasil em 2012. E era, não tecnicamente mas em eficiência, superior às opostas americanas de hoje, que embora com mais recursos do que Hooker não chegam a assustar, por exemplo, como a russa Nataliya Goncharova ou a juvenil sérvia Tijana Boskovic. As três americanas relacionadas por Kiraly se adequam ao seu jogo rápido, mas a ausência de uma matadora no time dos EUA é um alento.
O que vem por aíO primeiro passo na temporada de seleções classificadas para as Olimpíadas é, entre os torneios oficiais, a disputa do Grand Prix, que começa dia 9 de junho. Mas o foco, claro, é o Rio 2016, cujo torneio de vôlei feminino começa em 6 de agosto. Entre os principais favoritos, a China havia sido a primeira a convocar suas jogadoras, seguida pelo Brasil e depois a Rússia.
Confira a lista divulgada esta semana pela Federação Americana com 22 atletas, que já estão treinando em Anaheim, na Califórnia. Nenhuma surpresa entre os nomes.
Levantadoras: Alisha Glass, Carli Lloyd, Courtney Thompson e Molly Kreklow
Opostas: Karsta Lowe, Kelly Murphy e Nicole Fawcett
Ponteiras: Cassidy Lichtman, Jordan Larson, Kelsey Robinson, Kimberly Hill, Krista Vansant, Kristin Hildebrand e Megan Hodge-Easy
Centrais: Alexis Crimes, Christa Harmotto, Foluke Akinradewo, Lauren Gibbemeyer, Lauren Paolini e Rachel Adams
Líberos: Kayla Banwarth e Natalie Hagglund
ConeglianoNos próximos dias o Saída de Rede publicará uma análise sobre a influência do estilo de jogo americano na campanha vitoriosa da equipe do Conegliano, campeã da liga italiana, que conta com quatro atletas dos EUA. O próprio Karch Kiraly já disse que o ritmo do Conegliano, que tem como levantadora titular Alisha Glass, lembra o da seleção que ele comanda.

Por Sidrônio Henrique( Uol)

21 de jul. de 2015

DE VIRADA, BRASIL VENCE OS ESTADOS UNIDOS E GARANTE PRIMEIRO LUGAR NO GRUPO


A seleção brasileira feminina de vôlei está na semifinal dos Jogos Pan-Americanos. Nesta segunda-feira (20.07), o Brasil venceu, de virada, os Estados Unidos por 3 sets a 2 (22/25, 25/21, 18/25, 25/22 e 15/11), em 2h19 de jogo, em Toronto, no Canada. Com o resultado, o time verde e amarelo garantiu o primeiro lugar no grupo B e a passagem direta para a fase decisiva.

O Brasil disputará a semifinal da competição na próxima quinta-feira (23.07), às 20h (Horário do Brasil), com adversário que ainda será definido. A outra semifinal já tem a República Dominicana garantida, pois terminou em primeiro no grupo A. Estados Unidos, Cuba, Argentina e Porto Rico duelarão pelas duas últimas vagas para a fase decisiva.

A central Adenízia foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 19 acertos. A ponteira Fernanda Garay também teve uma boa pontuação, com 17. Apesar da derrota, os Estados Unidos tiveram a maior pontuadora do confronto, a atacante Krista Vansant, com 20 acertos.

A ponteira Fernanda Garay comemorou o resultado e a classificação antecipada para a semifinal.

“Foi uma partida difícil e os dois times jogaram bem. Tivemos momentos muito bons na partida, mas sabemos que ainda precisamos evoluir. Estamos no caminho certo e agora vamos seguir trabalhando duro já pensando na semifinal. O Zé Roberto está dando oportunidade para todo o grupo e isso é muito importante”, afirmou Fernanda Garay.

O JOGO

Os Estados Unidos começaram melhor e foram para a primeira parada técnica com dois de vantagem (8/6). Com velocidade e liderados pela oposto Fawcett, as norte-americanas abriram três pontos (16/13). Os Estados Unidos seguraram uma reação das brasileiras no final da parcial e venceram o primeiro set por 25/22.

O segundo set começou equilibrado (8/8). O Brasil cresceu de produção e abriu dois pontos (10/8). Numa boa sequência de saques da ponteira Fê Garay, a diferença no marcador subiu para cinco (13/8). Os Estados Unidos voltaram a sacar e contra-atacar com eficiência e viraram o marcador (16/15). O time verde e amarelo dominou a parte final da parcial e venceu o segundo set por 25/21 em uma bola de segunda da levantadora Macris.

Os Estados Unidos dominaram o início da terceira parcial e fizeram 8/2. Com três pontos seguidos da central Adenízia, o Brasil diminuiu a vantagem no marcador (13/9). As norte-americanas se aproveitaram dos erros do time verde e amarelo e sob a liderança da ponteira Richards venceram o terceiro set por 25/18.

O quarto set começou equilibrado (6/6). Com Fernanda Garay bem nos ataques, o Brasil abriu quatro pontos (13/9). Se aproveitando dos erros das brasileiras, os Estados Unidos igualaram o marcador (14/14) e foram para a segunda parada técnica com dois de vantagem (16/14). A reta final da parcial foi marcada pelo equilíbrio e o Brasil foi melhor nos momentos decisivos vencendo o set por 25/22.

Com um ponto de bloqueio da central Bárbara, o Brasil deixou tudo igual no início do tie-break (4/4). O set decisivo seguiu equilibrado até o final quando a oposto Joycinha conseguiu dois pontos seguidos de bloqueio e o time verde e amarelo abriu dois (11/9). As brasileiras seguiram melhores até o final e venceram o set por 15/11 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES

Brasil – Macris, Joycinha, Fê Garay, Mari Paraíba, Angélica e Adenízia. Líbero – Camila Brait

Entraram – Rosamaria, Ana Tiemi, Bárbara e Michelle

Técnico – José Roberto Guimarães

GALERIA DE FOTOS:

http://2015.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/21905-toronto-canada-19-07-2015-jogos-pan-americanos
JOGOS PAN-AMERICANOS TORONTO 2015
1ª Fase
16.07 (Quinta-Feira) - BRASIL 3 x 2 Porto Rico (23/25, 28/26, 25/17, 24/26 e 15/10)
18.07 (Sábado) - BRASIL 3 x 1 Peru (25/27, 25/5, 25/17 e 25/16)
20.07 (Segunda-feira) – BRASIL 3 x 2 Estados Unidos – (22/25, 25/21, 18/25, 25/22 e 15/11)

16 de jul. de 2015

Vamô que Vamô Brasil




O Brasil segue vivo na Fase Final da Liga Mundial. Depois de ser superado pela França na primeira partida, e entrar em quadra na tarde desta quinta-feira (16.07) precisando da vitória, o time comandado pelo técnico Bernardinho alcançou o objetivo. Bateu os Estados Unidos por 3 sets a 1 (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25), em 2h12, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e segue na disputa pelo decacampeonato.
A seleção brasileira folga na rodada desta sexta-feira (17.07), e depois do resultado desta tarde, ainda espera pelo resultado de Estados Unidos x França para saber se estará classificada para a semifinal. Uma vitória francesa elimina os norte-americanos. Um triunfo americano por 3 sets a 0 tira a França e por 3 a 2 deixa os Estados Unidos de fora. Se os americanos ganharem amanhã por 3 a 1, a classificação será definida no saldo de pontos. Na outra chave estão jogando Polônia, Itália e Sérvia.
Na partida desta quinta, o ponteiro Lucarelli foi o maior pontuador da seleção brasileira, com 21 acertos, mas outro ponteiro ganhou destaque: Lipe, que entrou em quadra, incendiou a partida com sua garra habitual e ainda fez seis pontos.
“Temos treinado muito bem. A qualidade técnica da equipe é indiscutível e notamos que jogamos bem contra a França, ontem. Com exceção do quarto set, os outros foram jogados em alto nível, mas percebemos que faltou um pouco de energia. Hoje, antes de entrar na quadra, ainda no vestiário, decidimos que íamos olhar um no olho do outro, confiar em tudo que seria feito, brigar e cobrar, com o sangue fervendo. E foi isso que fizemos hoje”, declarou Lipe.
Jogador mais experiente do Brasil, aos 39 anos, o líbero Serginho também sentiu que, para a partida de hoje, era necessário mais do que jogar bem. “Conversamos muito no hotel e chegamos a conclusão que não podemos deixar passar as oportunidades. Nunca foi fácil para a seleção brasileira. Hoje, viemos com a intenção de fazer os três pontos e conseguimos. Não deixamos a vitória escapar e buscarmos esse resultado do fundo da alma mesmo”, disse Serginho.
Apesar de satisfeito com a vitória, o central Lucão chamou atenção para a necessidade de uma maior constância ao longo do jogo. “Ainda tivemos um desempenho um pouco irregular, especialmente na hora do saque. Eu mesmo não consegui manter essa boa regularidade. Não podemos deixar um jogo que estava 17/11, chegar ao fim de set com esse equilíbrio”, comentou Lucão.
O JOGO
O oposto Evandro abriu o placar do jogo com ponto de contra-ataque. No ace de Lucão, o Brasil abriu dois pontos em 6/4. Com ponto de bloqueio, os Estados Unidos deixaram tudo igual (6/6). Com o apoio da torcida, a seleção brasileira fez 11/8. Com mais um ponto de bloquei, os norte-americanos chegaram ao empate em 11/11 e Bernardinho pediu tempo. Na volta, com bom saque, os Estados Unidos passaram a frente. No desafio, o Brasil conseguiu o ponto de não toque no bloqueio e fez 14/13. O jogo voltou a ficar igual em 15/15. No erro do adversário, o Brasil fez 19/19. Com Lucarelli, o time da casa fez 21/20. O set seguiu com equilíbrio em 23/23. No ataque de Leandro Vissotto, 24/23. Depois de novos empates, no bloqueio de Lucão, a seleção brasileira fechou em 28/26.
O segundo set também começou bem disputado. Com Lucarelli, o Brasil fez 3/2. No primeiro tempo técnico, os Estados Unidos venciam por apenas um ponto de vantagem (8/7). Em um ponto conquistado com muita raça, Lucarelli fez 11/11 e comemorou muito. O ponteiro também foi responsável pelo empate em 14/14. O Brasil assumiu o comando do placar em 17/16 com Lucarelli explorando o bloqueio adversário. Os Estados Unidos abriram 21/18 e o Brasil pediu tempo. Na volta, os norte-americanos marcaram mais um. Depois de bom saque de Lipe, Murilo pontuou e o placar foi para 22/20. For, então, a vez do time visitante parar o jogo. Na sequência, jogando melhor, os Estados Unidos fecharam em 25/22.
O terceiro set abriu com ace de Lucarelli. A seleção brasileira abriu dois pontos de vantagem em 4/2. Os norte-americanos empataram em 4/4. Com apoio da torcida, o time da casa colocou dois a frente em 9/7. No erro do Brasil, o placar ficou igual: 11/11. Com ponto de saque, 13/12 para o adversário. Com Vissotto, o Brasil encostou em 17/16. Lucão pontuou e 18/17 para o adversário. Com Isac, o Brasil chegou ao empate em 19 pontos. Lipe virou o placar em 20/19. Com Lucarelli, 23/22. No ataque para fora do adversário, a equipe verde e amarela chegou a 24/22 e venceu por 25/22.
Com Lipe, a seleção brasileira abriu 3/1. E foi o ponteiro que pontuou novamente e levou o time da casa a 6/3. A vantagem a favor do Brasil aumentou em 10/6. Com Lipe, a equipe da casa chegou a 16/10. Isac pontuou pelo meio de rede: 17/11. Depois de bom saque dos Estados Unidos, a vantagem brasileira caiu para 17/13. Com Lucão, o Brasil fez 19/16. Os norte-americanos reagiram e empataram em 19 pontos. No ace, o time adversário fez 22/21 e o Brasil pediu tempo. Com Lipe em momento decisivo, a equipe verde e amarela fez 23/22. O equilíbrio, então, prevaleceu até o final, quando a seleção brasileira fechou em 27/25.
EQUIPES
BRASIL – Bruno, Evandro, Lucão, Isac, Murilo e Lucarelli. Líbero – Serginho
Entraram – William, Vissotto, Lipe
Técnico: Bernardinho
ESTADOS UNIDOS – Anderson, Russel, Sander, Lee, Christenson e Holmes
Entraram – Jaeschke, Smith, Lotman
Técnico: John Speraw
TABELA:
15/07 (quarta-feira)
14h04 – Brasil 1 x 3 França (29/27, 21/25, 29/31 e 19/25)
16h05 - Sérvia x Itália (23/25, 25/14, 23/25, 25/20 e 9/15)
16/07 (quinta-feira)
14h05 - Brasil 3 x 1 EUA (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25)
16h05 - Polônia 3 x 1 Itália (25/15, 27/25, 20/25 e 25/20)
17/07 (sexta-feira)
14h05 - EUA x França
16h5 - Polônia x Sérvia
18/07 (sábado)
10h - Semifinal 1
12h05 - Semifinal 2
19/07 (domingo)
9h10 - Disputa do bronze
11h30 - Disputa do ouro
O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro

20 de nov. de 2013

Bernardinho exalta equilíbrio contra EUA: “3 a 0 com cara de 3 a 2”


Embalado por vitória sobre o Irã em sua estreia na Copa dos Campeões desta temporada, o Brasil chegou ao seu segundo triunfo ao superar o Estados Unidos por 3 sets a 0, com parciais de 31/29, 25/23 e 25/23, nesta quarta-feira, no Ginásio da Prefeitura de Kyoto. Apesar do êxito em sets diretos da equipe verde-amarela, a partida foi marcada por ritmo equilibrado entre os times. Atento ao jogo, o treinador Bernardinho destacou o desempenho dos atletas.
"Foi um 3 a 0 com cara de 3 a 2. Todos os sets foram lá em cima, jogados até o último ponto, literalmente. Taticamente, o nosso time soube sair de determinadas situações de dificuldade e isso foi importante. Atuamos contra uma grande equipe e esse é um torneio equilibrado. Hoje (quarta-feira), o Irã venceu a Itália, que havia vencido a Rússia ontem (terça-feira). Esse é o cenário do voleibol masculino mundial", afirmou o técnico.
Único time invicto na Copa dos Campeões, o Brasil segue ocupando a primeira colocação na tabela de classificação da competição intercontinental, com seis pontos. Também nesta quarta-feira, a Itália sucumbiu por 3 sets a 2 diante do Irã, com parciais de 26/24, 16/25, 25/23, 23/25 e 15/12, e permaneceu na segunda posição, com quatro pontos. Estados Unidos e Irã aparecem na sequência, com três e dois pontos, respectivamente, enquanto Rússia e Japão não pontuaram.
A delegação da Seleção cumpre programação nesta quinta-feira e embarca para Tóquio, onde disputa os últimos três jogos do torneio realizado em território asiático. A equipe comandada pelo treinador Bernardinho volta a entrar em quadra nesta sexta-feira, às 8h10 (de Brasília), quando mede forças com Japão, novamente no Ginásio Metropolitano de Tóquio.
"O jogo foi muito difícil e são situações como essas que fazem o time crescer. Cinco partidas neste nível são importantes para avaliarmos como estamos. Ontem e hoje passamos alguns momentos onde o time mostrou que não se desintegrou. Essa força que o grupo demonstrou talvez seja um dos pontos mais positivos. Saber resistir a pressão e jogar taticamente foi algo muito importante. Que essa experiência nos sirva para melhorarmos ainda mais para os próximos jogos, em Tóquio", encerrou o treinador.

15 de nov. de 2013

EUA batem Rússia em cinco sets, e Brasil fica perto do título; Japão vence

A Seleção Brasileira pode comemorar o título da Copa dos Campeões de vôlei feminino já na próxima rodada. Isto porque os resultados deste início de manhã (em Brasília - noite, no Japão) ajudaram: as nipônicas, como já era esperado, venceram a Tailândia por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 29/27 e 25/22, e os Estados Unidos superaram a Rússia apenas em cinco sets, com 16/25, 25/22, 25/19, 24/26, 15/13, somando apenas dois pontos com o triunfo.
A russa Natalia Malykh foi a maior pontuadora da partida, com 26 tentos, enquanto Jordan Larson-Burbach liderou os números das norte-americanas, com 23 pontos. Porém, foi a levantadora Alisha Glass quem acabou eleita a melhor jogadora da partida. As europeias tiveram grande vantagem no bloqueio, com 17 pontos contra nove, enquanto os EUA dominaram no saque, com nove aces contra dois. Ambas as seleções somaram 24 erros.
Com o resultado, os EUA conseguiram apenas dois pontos na tabela de classificação - por terem vencido a partida no tie-break - e alcançaram cinco, atingindo a terceira colocação do torneio, a quatro pontos de desvantagem para o líder, Brasil. A Rússia, por sua vez, ganhou mais um tento e chegou aos quatro, permanecendo no quarto posto.
No outro jogo da manhã, o Japão superou a Tailândia com facilidade e subiu para a vice-liderança. A capitã Saori Kimura foi a maior pontuadora do jogo com 18 bolas no chão, e deixou as nipônicas a três pontos da Seleção Brasileira na tabela de classificação. Com isto, a equipe verde amarela pode erguer a taça da Copa dos Campeões já na próxima rodada. Basta vencer a Rússia, no próximo sábado, a partir das 8h10 (de Brasília), e torcer para que as japonesas percam para a República Dominicana no mesmo dia.

29 de ago. de 2013

USA looks to rebound on day 2 of World Grand Prix Finals


 
Wednesday's first-up Finals loss to Brazil snapped USA's seven-match Finals winning streak
Lausanne, Switzerland, August 28, 2013 – With their seven match winning streak broken by Brazil on Wednesday, World Grand Prix defending champions and world No.1, USA will be looking to reverse their fortunes in their second duel of the Finals against world No. 9, Serbia on Thursday.
The match between the US and Serbia promises to be a closely contested one, though the Americans have a slight advantage over the European champions having won four of their five matches in the World Grand Prix including a 3-2 victory in this year’s preliminary round.
However, the US will have to start strong if they do not want a repeat result of Wednesday's match against Brazil. The statistics show that all World Grand Prix Finals encounters between USA and Serbia have gone to the side that has taken the first set in the match.
The action is set to hot up as the second match of the day pits world No. 4 Italy against world No. 5 China, who is yet to a lose a match in this year's tournament.
The two countries have met on 18 previous occasions in the World Grand Prix with Italy holding a 10-8 advantage. Overall Italy have won seven of their last nine matches against China in the World Grand Prix. If past experience is anything to go by, volleyball fans can expect yet another epic confrontation as five of the last six World Grand Prix matches between these teams, all since 2007, have been decided in five sets, except for Italy’s 3-0 win over China in the 2010 Finals.  
In the third match of the day, world No. 3 Japan and world No. 2, Brazil will face each other for the 25th time in the World Grand Prix. Brazil holds a commanding 30-4 edge in these head-to-head match-ups with a 96-20 advantage in sets won. Nine of the 34 matches have come in the Finals, with Brazil winning eight of those.

Having won its first match of the Finals against the US on Wednesday, Brazil has won nine of its 10 matches in the tournament so far, with its only loss this year being a 3-1 set back at the hands of Bulgaria in the preliminary round.
Click here for more statistics for Day 2 of the World Grand Prix Finals.


28 de ago. de 2013

Grand Prix 2013 - Fase Final-Brasil deu uma surra na rival seleção americana.Obama deve estar de orelha em pé.


Com parciais 25/19, 25/12 e 25/10, o time canarinho deu um verdadeiro CHOCOLATE ou melhor uma surra na seleção americana,com quem decidiram os dois últimos Jogos Olímpicos e as três edições anteriores do Grand Prix. No cômputo total dos pontos, um massacre sul-americano: 75 a 41.Dizem as más linguas que até Obama grande fã de volleyball ficou de orelha em pé e disse:. "What's going on"
Fernanda Garay foi o maior destaque do confronto em quase todos os quesitos, com 13 pontos (nove de ataque, três de bloqueio e um de saque). Também chamou a atenção a grande quantidade de erros americanos, que geraram 16 pontos ao adversário.
As brasileiras já começaram o jogo arrasadoras. Após abrirem uma parcial de 11 a 2, em nenhum momento tiveram a vitória ameaçada no primeiro set, que terminou 25 a 19.
A segunda etapa teve momentos de equilíbrio no início, com uma acirrada disputa ponto a ponto. Não demorou, porém, para o Brasil folgar no placar e voltar a vencer com tranquilidade, por 25 a 12.
Na terceira parcial não foi diferente. A equipe de Zé Roberto abriu 5 a 1 logo no começo, acabando com as esperanças de uma reação americana. Administrando bem a vantagem, fechou a grande atuação com 25 a 10.
Os dois times voltam a quadra nesta quinta-feira. À 1h30, as americanas duelam com a Sérvia. Às 7h30, o Brasil encara as japonesas, donas da casa. Itália e China completam o hexagonal final. 

27 de ago. de 2013

Brasil e USA abrem fase final do Grand Prix 2013

  • Divulgação/FIVB
    Jogadoras brasileiras comemoram vitória sobre os EUA na primeira fase do Grand Prix, em Campinas
    Jogadoras brasileiras comemoram vitória sobre os EUA na primeira fase do Grand Prix, em Campinas

VEJA TAMBÉM


A seleção brasileira feminina de vôlei estreia nesta madrugada na fase final do Grand Prix. Em Sapporo (JAP), a equipe comandada por José Roberto Guimarães medirá forças contra um rival bem conhecido: os Estados Unidos. A partida está marcada para 3h30 (de Brasília).
Brasil e Estados Unidos se consolidaram como as duas maiores potências do vôlei mundial nos últimos anos e 'monopolizaram' as disputas pelos principais títulos em disputa. No  Grand Prix, por exemplo, as atuais vice-campeãs olímpicas ficaram com o ouro nas três últimas edições, quando o Brasil ficou em segundo lugar.
Das últimas cinco partidas entre as duas equipes, as norte-americanas levaram vantagem em três - duas vezes no Grand Prix do ano passado e uma na fase de classificação dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Já o Brasil venceu o 'jogo que mais valia' - a final da Olimpíada e na primeira fase de grupos da atual edição do Grand Prix (3 a 2 em Campinas, no começo do mês). 
"Os Estados Unidos têm uma das melhores equipes da atualidade. É uma das seleções mais organizadas no seu sistema de jogo tanto no ofensivo quanto no defensivo. As jogadoras são extremamente aplicadas e concentradas. Essa é a equipe que vamos enfrentar. Para fazermos um bom jogo contra os Estados Unidos temos que nos comportar da mesma maneira. É importante buscarmos um equilíbrio no nosso time na distribuição das funções", afirmou Zé Roberto.
As duas seleções não estão com suas equipes completas no Grand Prix. Entre as 14 relacionadas, o Brasil conta com sete atletas que estavam em Londres no bicampeonato olímpico: Dani Lins, Fernanda Garay, Sheilla, Fabiana, Thaísa, Adenízia e a líbero Fabi.  Sheilla, porém, até o momento tem atuado pouco, já que Zé Roberto tem dado oportunidade para Monique atuar. 
"Essa será uma partida chave. É um adversário muito forte com um estilo de jogo que conhecemos. Um dos objetivos de estar na fase final é fazermos jogos como esse. Será uma estreia contra um adversário tradicional. Acredito que o time que se adaptar melhor aos adversários será o campeão. São cinco jogos em cinco dias. Precisamos estrear bem, ainda mais em um clássico como esse", declarou a líbero Fabi, que não estava na primeira fase.
Nesta fase final, o Brasil ainda enfrentará Japão (quinta-feira), Itália (sexta-feira), Sérvia (sábado) e China (domingo). A seleção com mais pontos após as cinco rodadas será a campeã da competição. 
Uol

2 de ago. de 2013

Antes de pegar EUA no GP, Brasil aceita sina de vice por tri em 2016

O possível tetracampeonato dos Estados Unidos no Grand Prix, feito inédito, não incomoda a Seleção Brasileira. Mais do que isso, o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães aceita a sina de terminar como vice do torneio, contanto que ganhe o tri olímpico no Rio de Janeiro-2016. Campeão dos Jogos de Pequim-2008 sobre as norte-americanas, o Brasil perdeu o título das edições de 2010, 2011 e 2012 do Grand Prix para as rivais. Nas Olimpíadas de Londres-2012, no entanto, ganhou o bicampeonato justamente diante dos Estados Unidos.

"Se a gente continuar perdendo o Grand Prix e ganhando as Olimpíadas, está ótimo", disse Sheilla. Sem se incomodar com o possível tetracampeonato das norte-americanas, ela ainda lembrou que os Estados Unidos ficaram fora das últimas duas finais do Mundial, vencidas pela Rússia sobre o Brasil.

Em sua estreia no Grand Prix, marcada para as 19 horas (de Brasília) desta sexta-feira, em Campinas, a Seleção encara a Polônia. Na sequência, duela com Rússia e Estados Unidos. Fabiana também abriria mão do título do torneio para ficar com o ouro olímpico, ainda que alimente o desejo de acabar com a hegemonia norte-americana.

"Com certeza, quebrar essa sequência dos Estados Unidos seria ótimo para todo o mundo. Mas concordo com a Sheilla. Se elas ganharem o Grand Prix e a gente continuar como campeãs olímpicas, a rotina pode continuar do mesmo jeito", afirmou a jogadora.Dono de três medalhas de ouro olímpicas, uma delas com a Seleção masculina, o técnico José Roberto Guimarães sorriu ao comentar a possibilidade de manter a sina com as norte-americanas. Segundo o treinador, a briga pelo tri em 2016 é assunto recorrente para o elenco.

"Eu também não ligaria de perder os Grand Prix para ganhar a Olimpíada. Todo o mundo sabe que é o evento mais importante e todos treinam para esse campeonato. Se a sina continuar, seria ótimo. Mas é claro que vamos jogar para ganhar (o Grand Prix)", avisou o comandante.

Acima da rivalidade com os Estados Unidos, seleção considerada favorita ao ouro olímpico por Zé Roberto, o técnico está focado em fazer o Brasil evoluir. "Seria importante quebrar a hegemonia delas, mas minha preocupação é fazer com que meu time cresça como um todo", pontuou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

13 de jul. de 2013

Lucão comemora 4 aces consecutivos, mas diz que não é novidade

Jogador importante na vitória do Brasil sobre os Estados Unidos, por 3 sets a 1, neste sábado, Lucão anotou quatro aces consecutivos, marca que surpreende o próprio jogador, mas que segundo ele não é algo inédito.

"Acho que eu já fiz isso uma vez, quando jogava em Santa Catarina, mas realmente é uma coisa muito rara. Contei muito com a sorte, foram quatro bolas quase em cima da linha e fica difícil para quem vai receber o saque", comentou o meio de rede.

Os quatro pontos seguidos de saque aconteceram no segundo set. Com a sequência, a Seleção Brasileira abriu uma vantagem de 12/6 e, na sequência, venceu a parcial com tranquilidade. Já classificados, os brasileiros garantiram o primeiro lugar no Grupo A da Liga Mundial mesmo com uma partida a menos. Neste domingo, as duas equipes voltam se enfrentar, às 9h45 (de Brasília), também no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Bernardinho valoriza a atuação dos reservas com a vitória sobre EUA por 3x1

Com o time garantido na próxima fase da Liga Mundial, o técnico Bernardinho aproveitou para usar alguns suplentes no confronto com os Estados Unidos, disputado na manhã deste sábado. Satisfeito, o técnico valorizou o triunfo e a atuação dos reservas.

"É bom ver que os jogadores que tiveram mais espaço hoje renderam bem. Essa vitória foi muito importante, já que considero os Estados Unidos um time muito forte neste atual ciclo olímpico", declarou o comandante após a vitória por 3 sets a 1, no Rio de Janeiro.

"Precisamos melhorar a virada de bola. Temos que jogar com inteligência e vamos treinar hoje novamente com os jogadores que não atuaram. Queremos vencer. Mesmo classificados, isso não muda. Sempre entramos em quadra na busca pela vitória", reiterou Bernardinho, exigente.

Indisposto, o levantador Bruninho não participou da partida disputada no Maracanãzinho, assim como os experientes Dante e Vissotto, poupados para a fase final. Desta forma, nomes como Thiago Alves, Maurício Borges, William e Wallace ganharam espaço.

"Tivemos altos e baixos, mas foi uma boa partida. Entraram em quadra alguns jogadores que não vinham atuando, e isso é muito bom, pois o Bernardinho vai precisar de todo o grupo durante a competição. Temos que melhorar principalmente nosso contra-ataque", disse Lucarelli.

Sem Bruninho, Éder teve a chance de entrar em quadra na condição de capitão e avaliou o desempenho do time de maneira crítica.
"Começamos com muita vontade e pouca inteligência. Conseguimos uma virada muito boa no primeiro set e mantivemos o ritmo no segundo, mas deixamos cair no terceiro. Precisamos mudar isso na fase final", disse.

12 de jul. de 2013

Brasil pega EUA com mudanças já pensando na fase final

A classificação antecipada à fase final da Liga Mundial masculina de vôlei fez o técnico Bernardinho planejar mudanças na Seleção Brasileira. A equipe, que enfrenta os Estados Unidos duas vezes neste fim de semana no Rio de Janeiro, contará com atletas que não tiveram espaço no time em partidas anteriores.

Na liderança do Grupo A da Liga Mundial, com 19 pontos ganhos, o Brasil já está na fase final da competição, disputada entre os dias 17 e 21 de julho. Os Estados Unidos, com 12, ainda sonham com a classificação..

"Treinamos forte durante a semana. Claro que queremos fazer boas partidas contra os Estados Unidos e vamos testar alguns jogadores. O Bruno sentiu um mal estar hoje e o Vissotto sentiu um desconforto na panturrilha e talvez sejam dúvidas. Mas o Dante vai ser poupado, com o Thiago Alves jogando no lugar dele. Vamos avaliar a condição física de todos os jogadores", explicou o técnico Bernardinho..

Já garantido na equipe que enfrentará os norte-americanos, o ponteiro Thiago Alves tenta aproveitar a chance para ganhar espaço no time, que passa por um processo de renovação após a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres-2012..

"Apesar do jogo não valer a classificação, é importante para entrosar e dar ritmo a todo grupo. Eu, com certeza, vou tentar aproveitar essa oportunidade da melhor maneira possível", afirmou o jogador, campeão da última Superliga pelo RJX..

Para os duelos, disputados no ginásio do Maracanãzinho nas manhãs de sábado e domingo, o técnico Bernardinho espera dificuldades diante dos Estados Unidos, que ainda buscam a classificação à fase final..

"Os Estados Unidos são sempre uma seleção que nos coloca dificuldades, de altíssimo nível, que sempre disputa de igual para igual. É assim desde o anos 1980. Não esperamos nada diferente disso no final de semana. Vamos com o objetivo de buscar vitórias, fazer o nosso melhor. É um teste importante para alguns jogadores", comentou o treinador do Brasil..

Gazeta Esportiva.Net.

8 de jul. de 2013

Polônia vence os EUA, e Brasil se classifica de forma antecipada

O Brasil não precisou entrar em quadra neste domingo para garantir, de forma antecipada, a sua classificação para a fase final da Liga Mundial de vôlei. Jogando diante de sua torcida, a equipe da Polônia mostrou garra e superou os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/23, 17/25, 25/21 e 25/23).

Com o resultado, a seleção do técnico Bernardinho já está garantida na próxima etapa. Os poloneses estão com 13 pontos. A Bulgária, por sua vez, com 14. As duas equipes ainda vão se enfrentar nos próximos dois jogos. A fase decisiva do torneio será disputada em Mar del Plata, entre 17 e 21 de julho.

A seleção brasileira encerra a fase de grupos diante dos Estados Unidos, que têm 12 pontos. Os dois jogos serão disputados no próximo fim de semana, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Também pela Chave A, a França venceu a Argentina, fora de casa, por 3 sets a 1 (25/23, 25/20, 22/25 e 25/19), neste domingo. Com o triunfo, os europeus chegaram aos 15 pontos, mas já cumpriram todos os jogos pela primeira fase da competição. Os argentinos, apesar da lanterna do grupo, têm presença assegurada na fase final por serem do país-sede.

Vitória da Polônia garantiu classificação da equipe brasileira na Liga Mundial (Foto: FIVB)

Pelo grupo B, a Itália foi derrotada pela Sérvia, por 3 sets a 1, (28/26, 17/25, 25/23 e 25/19), mas se manteve na liderança, com 19 pontos. Na segunda colocação está a Rússia, que perdeu para a Alemanha, no sábado, e também soma 19. A equipe da Alemanha, no entanto, está na quarta colocação, com 14 pontos, e ainda fará mais dois jogos contra o Irã.

Japão e Canadá se enfrentaram pelo Grupo C. Mesmo jogando diante de sua torcida, os japoneses foram derrotados por 3 sets a 2 ( 25/23, 23/25, 25/27, 25/18, 15/7). Já Portugal acabou caindo diante da Coreia do Sul por 3 a 1 (32/34, 23/25, 25/21, 26/28). A chave já foi definida com Canadá, com 23 pontos, classificado. Apenas o primeiro deste grupo avança.

30 de jun. de 2013

Bulgária vence EUA e tira Brasil da liderança na Liga Mundial

Após a Seleção Brasileira masculina de vôlei perder a invencibilidade na Liga Mundial para a França, na manhã o último sábado, ela perdeu também a ponta do Grupo A da competição. A Bulgária venceu a seleção dos Estados Unidos, por 3 sets a 1, neste domingo e assumiu a liderança.
A seleção búlgara e a americana estavam empatadas com 11 pontos. Caso uma delas vencesse por 3 a 0, ou 3 a 1, ultrapassava a equipe brasileira.
Ainda faltam quatro jogos para o Brasil nesta primeira fase da Liga Mundial. Os rivais serão justamente os Estados Unidos e a Bulgária. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para a fase final, que será disputada na Argentina.
O próximo adversário do Brasil será a Bulgária. As partidas serão realizadas no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF), na sexta-feira e no sábado.

8 de jun. de 2013

Brasil renovado vence a Polônia na estréia da Liga Mundial de Volei

A Seleção Brasileira masculina de vôlei, renovada para o novo ciclo olímpico, venceu nesta sexta-feira sua primeira partida oficial. O time comandado por Bernardinho estreou na Liga Mundial com uma vitória sobre a Polônia, na casa dos adversários, por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 25/20 e 22/25 e 25/15. O jogo, válido pela primeira rodada do Grupo A, foi realizado em Varsóvia e durou exatas duas horas.

O Brasil, que teve as aposentadorias de Giba, Ricardinho, Rodrigão e Serginho depois da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano passado, realizou nesta sexta a primeira partida oficial com a nova formação. Nos últimos dias, o time de Bernardinho havia disputado dois amistosos contra a Rússia.
Atuando com o levantador Bruninho, o oposto Vissotto, os centrais Lucão e Éder , os pontas Dante e Lucarelli e o líbero Mário Jr. na formação titular, o Brasil oscilou no começo do jogo em Varsóvia nesta sexta, abrindo 6/2 no primeiro set e sofrendo a virada logo depois. A Seleção só recuperou a frente no marcador na parte final da etapa, quando soube sustentar a vantagem até fechar em 25/22.

Pelo Grupo do Brasil, Bulgária e Argentina também vencem na estreia

Além da Seleção Brasileira Masculina, outras duas equipes também começaram bem no Grupo A da Liga Mundial de Vôlei. Em duas partidas bem equilibradas, Bulgária e Argentina venceram nesta sexta-feira, e, assim como o Brasil, também jogaram na casa do adversário.

Na França, a Bulgária teve muitas dificuldades diante dos anfitriões e precisaram do tie-break para conquistar a primeira vitória na competição mundial, por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 25/14, 25/21, 22/25 e 11/15.

A Argentina por sua vez enfrentou os Estados Unidos, atuais vice-campeões da Liga Mundial, e também não teve vida fácil. Fora de casa, a equipe sul-americana venceu por 3 sets a 1, com parciais de 25/18, 25/21, 22/25 e 26/24.

Já no Grupo B, os confrontos foram menos equilibrados. A Rússia fez a lição de casa e derrotou o Irã, por 3 sets a 0, o mesmo placar feito pela Itália contra a Alemanha. Cuba, por sua vez, decepcionou e acabou perdendo para a Sérvia, em casa, por 3 sets a 1.