3 de set de 2015

Brasil bate Canadá de virada em mais um amistoso antes do Sul-Americano

O ponteiro Lipe foi titular da seleção brasileiro no jogo desta noite, contra os canadenses
A seleção Brasileira masculina de vôlei segue firme em sua preparação para o Sul-Americano, que acontecerá em Maceió (AL), entre os dias 29 de setembro e 4 de outubro. 

Após vencer três de quatro amistosos contra os Estados Unidos, na última semana, o time verde e amarelo voltou à quadra, mas desta vez para enfrentar o Canadá, em Edmonton. 

De virada, os comandados de Bernardinho derrotaram os anfitriões por 3 sets a 1, com parciais de 23/25, 25/19, 25/16 e 25/19.

A equipe nacional começou a partida com o levantador Bruninho, o oposto Renan, os ponteiros Lucarelli e Maurício, os centrais Otávio e Isac, além do líbero Serginho. 
O Brasil volta a enfrentar o Canadá em mais um amistoso nesta quarta-feira, às 22 horas (de Brasília). A partida poderá ser assistida ao vivo no site http://www.volleyball.ca/node/4011.

O Sul-Americano que acontecerá em Maceió é a última oportunidade no ano para a Seleção masculina conquistar um título. Na Liga Mundial, o time de Bernardinho parou na primeira etapa da fase final, disputada no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho. 

Já nos Jogos Pan-Americano de Toronto, a equipe nacional, sob o comando de Rubinho, ficou com a prata ao perder para a Argentina na decisão.

25 de jul de 2015

Brasil com os grandões passam pelos baixinhos de Porto Rico



O Brasil passou por cima de Porto Rico na semifinal do Pan-Americano de Toronto e graças a uma diferença de altura considerável entre os atleta nacionais e os rivais porto-riquenhos. A seleção brasileira, mais entrosada e confiante em quadra, venceu o jogo na altura e fez 3 a 0, parciais de 25-16, 25-17 e 25-23. Agora, o time comandado por Rubinho terá pela frente a Argentina na decisão no domingo (26), no último evento dos Jogos, às 16h, horário de Brasília.  
Com três atletas acima de 2 metros de altura no time titular - Renan, Maurício de Souza e Otávio com 2,12, 2,07 e 2,01, respectivamente - a seleção não teve dificuldades para passar pelo bloqueio adversário. Nenhum "baixinho" de Porto Rico tem mais de 2 metros de altura.
"Eles são baixo mas têm muita impulsão. Mas é o seguinte como eles têm essa impulsão, o bloqueio sempre deixava a diagonal livre. Sempre falava para eles atacarem na diagonal. Não precisava inventar na paralela", disse o levantador Murilo. "Eles saltam muito. Mas, apesar da nossa altura, foi o entrosamento e a confiança nosso com time e com levantador", completou Otávio.
E foi assim que os brasileiros abriram ampla vantagem nos primeiros sets. Na parcial inicial, Maurício, mesmo que não tenha os 2 metros, foi o maior responsável pela ampla vantagem. No seguinte, foi Renan, maior jogador de todo torneio, quem decidiu. Não por acaso, o jogador terminou a partida como o maior pontuador em quadra com 16 pontos.
O Brasil só encontrou dificuldade no terceiro set, a equipe se viu em desvantagem no placar até metade da parcial. O técnico Rubinho, que substitui Bernardinho na função, salientou na saída do jogo que previa um endurecimento da partida na terceira parcial. Não só por causa da desatenção brasileira, mas porque Porto Rico já havia feito a mesma coisa contra a Cuba. A virada veio justamente com outro gigante, Rafael, de 2,06 metros, e daí para frente foi administrar a vitória.
A seleção brasileira busca o seu terceiro título consecutivo nos Jogos Pan-Americanos. Se vencer, igualará os cinco ouros de Cuba, mas leva vantagem no número de pratas, seis a quatro.

21 de jul de 2015

DE VIRADA, BRASIL VENCE OS ESTADOS UNIDOS E GARANTE PRIMEIRO LUGAR NO GRUPO


A seleção brasileira feminina de vôlei está na semifinal dos Jogos Pan-Americanos. Nesta segunda-feira (20.07), o Brasil venceu, de virada, os Estados Unidos por 3 sets a 2 (22/25, 25/21, 18/25, 25/22 e 15/11), em 2h19 de jogo, em Toronto, no Canada. Com o resultado, o time verde e amarelo garantiu o primeiro lugar no grupo B e a passagem direta para a fase decisiva.

O Brasil disputará a semifinal da competição na próxima quinta-feira (23.07), às 20h (Horário do Brasil), com adversário que ainda será definido. A outra semifinal já tem a República Dominicana garantida, pois terminou em primeiro no grupo A. Estados Unidos, Cuba, Argentina e Porto Rico duelarão pelas duas últimas vagas para a fase decisiva.

A central Adenízia foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 19 acertos. A ponteira Fernanda Garay também teve uma boa pontuação, com 17. Apesar da derrota, os Estados Unidos tiveram a maior pontuadora do confronto, a atacante Krista Vansant, com 20 acertos.

A ponteira Fernanda Garay comemorou o resultado e a classificação antecipada para a semifinal.

“Foi uma partida difícil e os dois times jogaram bem. Tivemos momentos muito bons na partida, mas sabemos que ainda precisamos evoluir. Estamos no caminho certo e agora vamos seguir trabalhando duro já pensando na semifinal. O Zé Roberto está dando oportunidade para todo o grupo e isso é muito importante”, afirmou Fernanda Garay.

O JOGO

Os Estados Unidos começaram melhor e foram para a primeira parada técnica com dois de vantagem (8/6). Com velocidade e liderados pela oposto Fawcett, as norte-americanas abriram três pontos (16/13). Os Estados Unidos seguraram uma reação das brasileiras no final da parcial e venceram o primeiro set por 25/22.

O segundo set começou equilibrado (8/8). O Brasil cresceu de produção e abriu dois pontos (10/8). Numa boa sequência de saques da ponteira Fê Garay, a diferença no marcador subiu para cinco (13/8). Os Estados Unidos voltaram a sacar e contra-atacar com eficiência e viraram o marcador (16/15). O time verde e amarelo dominou a parte final da parcial e venceu o segundo set por 25/21 em uma bola de segunda da levantadora Macris.

Os Estados Unidos dominaram o início da terceira parcial e fizeram 8/2. Com três pontos seguidos da central Adenízia, o Brasil diminuiu a vantagem no marcador (13/9). As norte-americanas se aproveitaram dos erros do time verde e amarelo e sob a liderança da ponteira Richards venceram o terceiro set por 25/18.

O quarto set começou equilibrado (6/6). Com Fernanda Garay bem nos ataques, o Brasil abriu quatro pontos (13/9). Se aproveitando dos erros das brasileiras, os Estados Unidos igualaram o marcador (14/14) e foram para a segunda parada técnica com dois de vantagem (16/14). A reta final da parcial foi marcada pelo equilíbrio e o Brasil foi melhor nos momentos decisivos vencendo o set por 25/22.

Com um ponto de bloqueio da central Bárbara, o Brasil deixou tudo igual no início do tie-break (4/4). O set decisivo seguiu equilibrado até o final quando a oposto Joycinha conseguiu dois pontos seguidos de bloqueio e o time verde e amarelo abriu dois (11/9). As brasileiras seguiram melhores até o final e venceram o set por 15/11 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES

Brasil – Macris, Joycinha, Fê Garay, Mari Paraíba, Angélica e Adenízia. Líbero – Camila Brait

Entraram – Rosamaria, Ana Tiemi, Bárbara e Michelle

Técnico – José Roberto Guimarães

GALERIA DE FOTOS:

http://2015.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/21905-toronto-canada-19-07-2015-jogos-pan-americanos
JOGOS PAN-AMERICANOS TORONTO 2015
1ª Fase
16.07 (Quinta-Feira) - BRASIL 3 x 2 Porto Rico (23/25, 28/26, 25/17, 24/26 e 15/10)
18.07 (Sábado) - BRASIL 3 x 1 Peru (25/27, 25/5, 25/17 e 25/16)
20.07 (Segunda-feira) – BRASIL 3 x 2 Estados Unidos – (22/25, 25/21, 18/25, 25/22 e 15/11)

17 de jul de 2015

EUA batem França, e Brasil está fora da semifinal da Liga Mundial de vôlei

Francês vibra com ponto contra os Estados Unidos

Os Estados Unidos bateram a França por 3 sets a 1 (25/21, 25/22, 24/26 e 25/20) nesta sexta-feira (17), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ). No entanto, o único time que lamentou não estava em quadra. Com o resultado, o Brasil está fora das semifinais da Liga Mundial de vôlei masculino.
A seleção comandada por Bernardinho havia perdido para a França e batido os Estados Unidos. Como todos os jogos do grupo terminaram com vitórias por 3 sets a 1, a decisão dos classificados aconteceu no ponto average (pontos conquistados divididos por pontos sofridos). Pior para os donos da casa, que fecharam a fase com 0,97, contra 1,00 da França e 1,03 dos EUA..
A maior prova do equilíbrio da chave é que a torcida brasileira mudou diversas vezes durante o jogo entre Estados Unidos e França. O público presente no Maracanãzinho era amplamente favorável aos europeus nos dois primeiros sets, passou a entoar um "USA" seguido de palmas na terceira parcial e vaiou os norte-americanos a partir disso.
A despeito de terem feito jogo equilibrado até a segunda parada técnica dos dois primeiros sets, Estados Unidos e França tiveram propostas bem diferentes. Os norte-americanos apostaram desde o início em uma combinação de saque forçado e bloqueio, e os europeus priorizaram o volume defensivo.
A escolha dos Estados Unidos mostrou-se mais eficaz no primeiro set, e os norte-americanos deslancharam depois que o central Lee entrou para sacar – vitória por 25 a 21. Na segunda parcial, o jogador voltou a ser colocado em quadra no serviço e foi fundamental para sua seleção abrir vantagem de três pontos em 20 a 17 e fechar com triunfo por 25 a 22.
Depois das vitórias dos Estados Unidos nas duas primeiras parciais, o sistema de som do Maracanãzinho anunciou a situação do grupo e as combinações favoráveis à seleção brasileira. Foi o suficiente para a torcida, que até então era majoritariamente pró-França, passar a vibrar mais com os pontos norte-americanos.
Os gritos de "USA" chegaram a contagiar jogadores que estavam no banco dos Estados Unidos. Quando uma parte do público no Maracanãzinho tentou incentivar a França, os brasileiros vaiaram.
Ainda assim, mesmo contra o clima do ginásio e diante de um saque bem mais encaixado, os franceses venceram por 26 a 24 e levaram o duelo para o quarto set. Aí, só uma vitória dos norte-americanos por larga vantagem classificaria o Brasil, o que fez o público "adotar" novamente os europeus. Não foi suficiente, contudo: vitória dos Estados Unidos por 25 a 20 e eliminação dos donos da casa.
A França era a única invicta da Liga Mundial – na história, apenas o Brasil de 2004 conquistou o título sem sofrer uma derrota sequer. Com a vitória desta sexta-feira, os norte-americanos seguem tentando igualar outro recorde da seleção comandada por Bernardinho, a última bicampeã do torneio (em 2009 e 2010).

Seleção supera ausência de titulares e bate a Bélgica no Grand Prix3

Seleção venceu os 2 primeiros sets com facilidade no triunfo contra a Bélgica

Já classificada para a fase final do Grand Prix, a seleção feminina usou formação reserva para o duelo desta sexta-feira, contra a Bélgica. As titulares foram para o Pan Americano. Mesmo com apenas uma considerada titular, a levantadora Dani Lins, o Brasil venceu por 3 sets a 0 (25/14, 25/17 e 25/23).

O duelo pelo Grand Prix aconteceu na cidade de Catania, Itália. A seleção busca seu 12º título no torneio.

Com esse novo triunfo, o time dirigido por Paulo Coco (José Roberto Guimarães acompanhou o time no Pan Americano) alcançou a oitava vitória na fase classificatória do Grand Prix.

Com duas competições simultâneas, José Roberto Guimarães dividiu o grupo para competir no Grand Prix e Jogos Pan-Americanos. A vaga garantida no Grand Prix deu tranquilidade para o técnico seguir com as principais jogadoras rumo a Toronto.

A seleção volta a atuar pelo Grand Prix neste sábado, desta vez contra a Itália, às 15h10 (horário de Brasília). No mesmo dia, a seleção feminina usará sua outra equipe para enfrentar o Peru (às 14h30, horário de Brasília) pelo Pan.

O jogo

Não bastasse o grupo enviado para o Canadá, a seleção que jogou nesta sexta não contou com Fabíola (que pediu dispensa), Thaísa (lesionada) e Tandara (grávida). O técnico Paulo Coco levou à quadra a seguinte formação: Dani Lins, Monique, Natália, Gabi, Juciely e Carol, com a líbero Sassá.

O Brasil venceu com facilidade o primeiro set: 25/14. Natália se destacou nos ataques. O time explorou jogadas de meio de rede com Carol e também contou com erros das belgas (seis erros que resultaram em pontos para as brasileiras).

A Bélgica chegou a equilibrar no começo do 2º set, mas parou de pontuar quando o Brasil vencia por 12 a 9. A seleção abriu 17 a 9, fechando sem dificuldades por 25/17.

O último set foi o mais complicado para as jovens atletas brasileiras. As belgas ficaram à frente no marcador a partir do sétimo ponto. Monique perdeu seguidos ataques. Com o bloqueio funcionando, a Bélgica fez 20 a 15. Mas a vantagem belga virou 20-20, com destaques para Gabi e Natália. Carol virou série sacando, o Brasil empatou em 23-23 e pouco depois fechou em 25 a 23 após bloqueio.

16 de jul de 2015

Vamô que Vamô Brasil




O Brasil segue vivo na Fase Final da Liga Mundial. Depois de ser superado pela França na primeira partida, e entrar em quadra na tarde desta quinta-feira (16.07) precisando da vitória, o time comandado pelo técnico Bernardinho alcançou o objetivo. Bateu os Estados Unidos por 3 sets a 1 (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25), em 2h12, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e segue na disputa pelo decacampeonato.
A seleção brasileira folga na rodada desta sexta-feira (17.07), e depois do resultado desta tarde, ainda espera pelo resultado de Estados Unidos x França para saber se estará classificada para a semifinal. Uma vitória francesa elimina os norte-americanos. Um triunfo americano por 3 sets a 0 tira a França e por 3 a 2 deixa os Estados Unidos de fora. Se os americanos ganharem amanhã por 3 a 1, a classificação será definida no saldo de pontos. Na outra chave estão jogando Polônia, Itália e Sérvia.
Na partida desta quinta, o ponteiro Lucarelli foi o maior pontuador da seleção brasileira, com 21 acertos, mas outro ponteiro ganhou destaque: Lipe, que entrou em quadra, incendiou a partida com sua garra habitual e ainda fez seis pontos.
“Temos treinado muito bem. A qualidade técnica da equipe é indiscutível e notamos que jogamos bem contra a França, ontem. Com exceção do quarto set, os outros foram jogados em alto nível, mas percebemos que faltou um pouco de energia. Hoje, antes de entrar na quadra, ainda no vestiário, decidimos que íamos olhar um no olho do outro, confiar em tudo que seria feito, brigar e cobrar, com o sangue fervendo. E foi isso que fizemos hoje”, declarou Lipe.
Jogador mais experiente do Brasil, aos 39 anos, o líbero Serginho também sentiu que, para a partida de hoje, era necessário mais do que jogar bem. “Conversamos muito no hotel e chegamos a conclusão que não podemos deixar passar as oportunidades. Nunca foi fácil para a seleção brasileira. Hoje, viemos com a intenção de fazer os três pontos e conseguimos. Não deixamos a vitória escapar e buscarmos esse resultado do fundo da alma mesmo”, disse Serginho.
Apesar de satisfeito com a vitória, o central Lucão chamou atenção para a necessidade de uma maior constância ao longo do jogo. “Ainda tivemos um desempenho um pouco irregular, especialmente na hora do saque. Eu mesmo não consegui manter essa boa regularidade. Não podemos deixar um jogo que estava 17/11, chegar ao fim de set com esse equilíbrio”, comentou Lucão.
O JOGO
O oposto Evandro abriu o placar do jogo com ponto de contra-ataque. No ace de Lucão, o Brasil abriu dois pontos em 6/4. Com ponto de bloqueio, os Estados Unidos deixaram tudo igual (6/6). Com o apoio da torcida, a seleção brasileira fez 11/8. Com mais um ponto de bloquei, os norte-americanos chegaram ao empate em 11/11 e Bernardinho pediu tempo. Na volta, com bom saque, os Estados Unidos passaram a frente. No desafio, o Brasil conseguiu o ponto de não toque no bloqueio e fez 14/13. O jogo voltou a ficar igual em 15/15. No erro do adversário, o Brasil fez 19/19. Com Lucarelli, o time da casa fez 21/20. O set seguiu com equilíbrio em 23/23. No ataque de Leandro Vissotto, 24/23. Depois de novos empates, no bloqueio de Lucão, a seleção brasileira fechou em 28/26.
O segundo set também começou bem disputado. Com Lucarelli, o Brasil fez 3/2. No primeiro tempo técnico, os Estados Unidos venciam por apenas um ponto de vantagem (8/7). Em um ponto conquistado com muita raça, Lucarelli fez 11/11 e comemorou muito. O ponteiro também foi responsável pelo empate em 14/14. O Brasil assumiu o comando do placar em 17/16 com Lucarelli explorando o bloqueio adversário. Os Estados Unidos abriram 21/18 e o Brasil pediu tempo. Na volta, os norte-americanos marcaram mais um. Depois de bom saque de Lipe, Murilo pontuou e o placar foi para 22/20. For, então, a vez do time visitante parar o jogo. Na sequência, jogando melhor, os Estados Unidos fecharam em 25/22.
O terceiro set abriu com ace de Lucarelli. A seleção brasileira abriu dois pontos de vantagem em 4/2. Os norte-americanos empataram em 4/4. Com apoio da torcida, o time da casa colocou dois a frente em 9/7. No erro do Brasil, o placar ficou igual: 11/11. Com ponto de saque, 13/12 para o adversário. Com Vissotto, o Brasil encostou em 17/16. Lucão pontuou e 18/17 para o adversário. Com Isac, o Brasil chegou ao empate em 19 pontos. Lipe virou o placar em 20/19. Com Lucarelli, 23/22. No ataque para fora do adversário, a equipe verde e amarela chegou a 24/22 e venceu por 25/22.
Com Lipe, a seleção brasileira abriu 3/1. E foi o ponteiro que pontuou novamente e levou o time da casa a 6/3. A vantagem a favor do Brasil aumentou em 10/6. Com Lipe, a equipe da casa chegou a 16/10. Isac pontuou pelo meio de rede: 17/11. Depois de bom saque dos Estados Unidos, a vantagem brasileira caiu para 17/13. Com Lucão, o Brasil fez 19/16. Os norte-americanos reagiram e empataram em 19 pontos. No ace, o time adversário fez 22/21 e o Brasil pediu tempo. Com Lipe em momento decisivo, a equipe verde e amarela fez 23/22. O equilíbrio, então, prevaleceu até o final, quando a seleção brasileira fechou em 27/25.
EQUIPES
BRASIL – Bruno, Evandro, Lucão, Isac, Murilo e Lucarelli. Líbero – Serginho
Entraram – William, Vissotto, Lipe
Técnico: Bernardinho
ESTADOS UNIDOS – Anderson, Russel, Sander, Lee, Christenson e Holmes
Entraram – Jaeschke, Smith, Lotman
Técnico: John Speraw
TABELA:
15/07 (quarta-feira)
14h04 – Brasil 1 x 3 França (29/27, 21/25, 29/31 e 19/25)
16h05 - Sérvia x Itália (23/25, 25/14, 23/25, 25/20 e 9/15)
16/07 (quinta-feira)
14h05 - Brasil 3 x 1 EUA (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25)
16h05 - Polônia 3 x 1 Itália (25/15, 27/25, 20/25 e 25/20)
17/07 (sexta-feira)
14h05 - EUA x França
16h5 - Polônia x Sérvia
18/07 (sábado)
10h - Semifinal 1
12h05 - Semifinal 2
19/07 (domingo)
9h10 - Disputa do bronze
11h30 - Disputa do ouro
O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro

PAN DE TORONTO___SELEÇÃO FEMININA ESTREIA COM VITÓRIA SOBRE PORTO RICO




A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória nos Jogos Pan-Americanos. A equipe comandada pelo treinador José Roberto Guimarães venceu, nesta quinta-feira (16.07), Porto Rico por 3 sets a 2 (23/25, 28/26, 25/17, 24/26 e 15/10), em 2h27 de jogo, em Toronto, no Canadá. O time verde e amarelo é o atual campeão e luta pela quinta medalha de ouro na competição. Brasileiras e porto-riquenhas formam o grupo B ao lado do Peru e dos Estados Unidos.

O próximo desafio das brasileiras será às 14h35 (Horário de Brasília) deste sábado (18.07) contra o Peru. O SporTV transmitirá ao vivo.
A central Adenízia teve atuação destacada contra Porto Rico e foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 20 acertos. As ponteiras Jaqueline e Fernanda Garay também pontuaram bem pelas brasileiras, com 16 e 14 pontos, respectivamente. Apesar da derrota, Porto Rico teve a maior pontuadora do confronto, a atacante Stefanie Enright, com 21 pontos.

O treinador José Roberto Guimarães comentou sobre a vitória das brasileiras e a atmosfera dos Jogos Pan-Americanos.
“Os Jogos Pan-Americanos são como uma pequena Olimpíada, com uma atmosfera muito similar. Porto Rico jogou muito bem e nos deu trabalho. Temos que entrar mais concentrados e focados nas partidas. Vamos seguir trabalhando forte para evoluirmos a cada jogo”, afirmou José Roberto Guimarães.

A central Adenízia destacou a força do grupo no resultado positivo sobre Porto Rico.

“A vitória foi muito importante. O grupo está começando a se entrosar na competição. Todas as jogadoras estão se ajudando dentro e fora da quadra. Tenho que agradecer a força que as meninas sempre me deram. Agora já passou a estreia, o nervosismo e vamos em busca da medalha de ouro”, finalizou Adenízia.

JOGOS PAN-AMERICANOS TORONTO 2015
1ª Fase
16.07 (Quinta-Feira) – BRASIL 3 x 2 Porto Rico – (23/25, 28/26, 25/17, 24/26 e 15/10)

18.07 (Sábado) - BRASIL x Peru - 14h35 (Horário de Brasília)

20.07 (Segunda-feira) - BRASIL x Estados Unidos - 22h05 (Horário de Brasília)

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro

BRASIL VENCE A RÚSSIA E ALCANÇA A SÉTIMA VITÓRIA


Brasil vence a Rússia e alcança a sétima vitória
A seleção brasileira feminina de vôlei segue invicta e na liderança da edição 2015 do Grand Prix. Nesta quinta-feira (16.07), pela terceira semana da competição, o Brasil venceu a Rússia por 3 sets a 0 (25/18, 25/14 e 25/17), em 1h21 de jogo, no Pala Catania, em Catania, na Itália. Foi a sétima vitória em sete jogos do time verde e amarelo.

O resultado manteve o Brasil na liderança da competição, com 21 pontos. A China aparece na segunda colocação com a mesma pontuação das brasileiras, mas com um pior saldo de sets e os Estados Unidos estão em terceiro, com 20 pontos.

O Brasil voltará à quadra às 12h10 (Horário de Brasília) desta sexta-feira (17.07) contra a Bélgica. A Band e o SporTV transmitirão ao vivo.

O bloqueio das brasileiras foi um dos destaques do jogo. Foram 12 pontos neste fundamento contra apenas quatro das russas. A central Juciely brilhou na partida e foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 17 acertos (12 de ataque, quatro de bloqueio e um de saque). A ponteira Natália, com 13, e a central Carol, com 12, também pontuaram bem para o time verde e amarelo.

A central Juciely comentou a atuação do Brasil e elogiou a disciplina tática das brasileiras.

“Para jogar com a Rússia sabíamos que seria fundamental forçar o saque. Sacamos bem e isso facilitou para o nosso bloqueio. Começamos essa semana com uma boa vitória e fiquei feliz com a forma que o Brasil se apresentou. Jogamos bem taticamente e agora já temos que pensar na Bélgica”, afirmou Juciely.

A ponteira Natália elogiou a atuação das brasileiras e destacou o bom desempenho do bloqueio verde e amarelo.

“O time todo foi muito bem. Começar a etapa com uma vitória por 3 sets a 0 sobre as russas dá muita motivação. A Rússia tem um bloqueio alto e conseguimos bloquear melhor do que elas”, disse Natália , que ainda comentou sobre o duelo desta sexta-feira contra a Bélgica.

“Jogamos contra a Bélgica em São Paulo na semana passada. Elas têm um time perigoso. Vamos ter que tomar cuidado e fazer o nosso jogo. Sabemos que nesse nível de voleibol não podemos bobear contra nenhuma equipe”, garantiu Natália.

O treinador Paulo Coco fez uma análise da partida contra a Rússia e falou da importância dos jogos desta terceira etapa da competição.

“Foi um bom jogo. Tivemos três mudanças na equipe em relação ao grupo de São Paulo e mantivemos o ritmo. Conseguimos manter uma regularidade na partida. O nosso saque facilitou o desempenho do nosso bloqueio. Fizemos 12 pontos de bloqueio contra apenas quatro da Rússia. O passe também foi eficiente, o que permitiu que as nossas centrais pontuassem bastante. Os três jogos na Itália serão importantes para chegarmos bem na fase final”, analisou Paulo Coco.

O JOGO

O Brasil começou bem no saque e fez 6/3. As brasileiras foram para o primeiro tempo técnico vencendo por 8/5. A Rússia cresceu de produção e deixou tudo igual no marcador (12/12). O time verde e amarelo voltou a sacar e defender com eficiência e abriu quatro pontos (16/12). O Brasil segurou a vantagem até o final e venceu a parcial por 25/18. A central Carol, com sete pontos, e a ponteira Natália, com cinco, foram os destaques da parcial.

O Brasil seguiu melhor no início do segundo set e fez 6/4. Com dois pontos seguidos da central Juciely, um de ataque e um de saque, o time verde e amarelo abriu quatro (11/7). Depois de um belo ponto com um bloqueio triplo, as brasileiras foram para o segundo tempo técnico vencendo por 16/11. O time verde e amarelo seguiu ditando o ritmo do jogo e venceu a segunda parcial por 25/14. A central Juciely foi a maior pontuadora da parcial, com oito acertos.

A meio de rede Juciely seguiu pontuando nas bolas de velocidade no início da terceira parcial e o Brasil fez 5/1. Com um ponto de ataque da oposto Monique, o Brasil aumentou a vantagem para seis pontos (14/8). O saque das brasileiras dificultava a recepção das russas e foi com um ace da central Carol que o Brasil fez 22/16. O time verde e amarelo seguiu melhor até o final da parcial e venceu o set por 25/17 e o jogo por 3 sets a 0.

EQUIPES:

BRASIL: Dani Lins, Monique, Natália, Gabi, Juciely e Carol. Líbero – Sassá

Entraram: Ivna e Roberta

Técnico – Paulo Coco

RÚSSIA  –  Scherban, Lyubushkina, Kosianenko, Fetisova, Malykh e Biryukova. Líbero – Malova

Entraram – O. Efimova, Goncharova, E. Efimova

Técnico – Yuri Marichev

GALERIA DE FOTOS:

http://worldgrandprix.2015.fivb.com/en/preliminary-round-group1/schedule/5827-russia-brazil/post#mediaGallery

GRAND PRIX 2015

BANGCOC (TAILÂNDIA) 
(03.07) – Brasil 3 x 1 Japão (21/25, 25/21, 25/17 e 27/25) 
(04.07) – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/20, 25/15 e 25/15) 
 (05.07) – Brasil 3 x 0 Tailândia (25/18, 25/13 e 25/23) 
SÃO PAULO (BRASIL) 
(10.07) – Brasil 3 x 0 Bélgica (25/17, 25/16 e 25/14)  
(11.07) – Brasil 3 x 1 Tailândia (25/23, 20/25, 25/14 e 25/19) 
(12.07) – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/22 e 26/24)
CATANIA (ITÁLIA)

(16.07) – Brasil 3 x 0 Rússia (25/18, 25/14 e 25/17) 
(17.07) – Brasil x Bélgica, às 12h10 (Horário de Brasília)
Transmissão: Band e SporTV

(18.07) – Brasil x Itália, às 15h10 (Horário de Brasília)
Transmissão: Band e SporTV