19 de jul de 2014

Liga Mundial: Brasil arrasa anfitriã Itália e volta à final


O Brasil está em mais uma final da Liga Mundial, a 14ª da história. Após sofrer na primeira fase da competição, os maiores vencedores da competição conseguiu garantir vaga nas semifinais e derrotaram a Itália, dona da casa, por 3 sets a 0 (25/11, 25/23 e 25/20). A Seleção vai em busca do dacampeonato em final inédita contra os EUA, neste domingo.

Com a volta de Sidão e Murilo, poupados na derrota para o Irã nesta sexta, o Brasil fez um primeiro set arrasador. Já na primeira parada técnica tinha cinco pontos de vantagem (8/3) e com bons saques e destaque no bloqueio, não deixou a Itália jogar. Com Wallace e Lucarelli virando bem as bolas, a Seleção viu os italianos se descontrolarem, inclusive com o técnico Mauro Berruto recebendo cartão amarelo por reclamação, e fechou em 25/11.

A Itália entrou no segundo set com uma postura diferente e não deixou o Brasil distanciar, mas com uma boa atuação dos meias brasileiros, Lucão e Sidão, no bloqueio e contando com Zaytsev mais apagado, os comandados de Bernardinho conseguiram uma arrancada na metade final. A Itália se aproximou novamente e fez o fim de set ser bastante emocionante, mas Lucarelli finalizou com ataque forte: 25/23.

Com o ginásio Nelson Mandela, em Florença, calado, o Brasil administrou bem o terceiro set. O duelo dos dois maiores vencedores da Liga teve Lucarelli em excelente fase, sendo o maior pontuador da partida, com 13 pontos, e com muitos erros italianos. Zaytzev, que decidiu a vitória dos donos da casa contra os EUA, na segunda fase, com quatro aces, errou o saque que definiu a partida, em 25/20 para os brasileiro.

O Brasil irá decidir a Liga Mundial 2014 contra os EUA, que venceu o Irã por 3 a 0. A partida será neste domingo, às 15h30 (de Brasília). Itália e Irã disputam o terceiro lugar às 12h30.

Liga Mundial: Itália vence e enfrenta Brasil na semifinal



Itália será a adversária da Seleção Brasileira na semifinal da Liga Mundial 2014. Os donos da casa, que já haviam garantido a vaga na próxima fase, confirmaram o favoritismo e se classificaram em primeiro lugar do Grupo H após derrotarem a Austrália por 3 sets a 0 (25/14, 25/22 e 25/21) na tarde desta sexta-feira.

Já o Brasil, que perdeu um pouco mais cedo para o Irã, por 3 sets 1, ficou em segundo no Grupo I. O confronto, que será realizado neste sábado, às 15h30 (de Brasília), envolve os maiores vencedores da Liga Mundial: a Seleção Brasileira possui nove títulos, enquanto os italianos têm oito. A outra vaga na final será disputada entre Irã e Estados Unidos, às 12h30 (de Brasília).

Para garantir a primeira posição, a Itália iniciou o jogo forçando bastante e conquistou uma vitória fácil no primeiro set, fechando em 25/14. A nova geração italiana, que mescla jovens talentos com alguns nomes conhecidos do público, teve um pouco mais de dificuldade diante da surpreendente Austrália, mas com boa virada de bola concluiu em 25/23, já tirando as chances dos australianos almejarem uma inédita vaga nas semifinais.

Com a classificação definida, o terceiro set teve um jogo solto, com a Itália mostrando bons saques e boa recepção, além de destaque para as defesas sólidas, que renderam alguns ralis. Sem muita dificuldade, os donos da casa fecharam a partida com um belo ataque, em 25/21, e comemoraram a vaga na semi.

Fonte-Terra Esportes

Bernardinho explica decisão de poupar Murilo e Sidão no jogo contra o Irã

O oposto iraniano Ghafour, maior pontuador contra o Brasil, enfrenta bloqueio de Éder e Wallace

O técnico Bernardinho deu sua explicação para a ausência do ponteiro Murilo e do central Lucão no time titular do Brasil na derrota para o Irã, nesta sexta-feira, pela fase final da Liga Mundial de Vôlei. Questões físicas, segundo ele, foram decisivas para a decisão de escalar o jovem Lucas Lóh e Éder nas posições.

– Nossa decisão foi de poupar foi em função da idade e de questões físicas que eles estão carregando. Durante a partida, com o jogo se alongando, o desgaste também veio com o Wallace e o Bruninho. Mexemos em peças importantes, como o Raphael e o Vissoto, peças do mesmo padrão, com alto nível. A intenção é dar uma condição boa para o time – disse o treinador, em entrevista ao SporTV.

A derrota do Brasil para os asiáticos tirou a Rússia da briga pelo título da Liga Mundial. Os comandados de Bernardinho avançaram em segundo no Grupo I e terão como adversário na semifinal deste sábado a Itália, que passou pela Austrália por 3 a 0 e garantiu a primeira colocação do Grupo H.

17 de jul de 2014

Brasil supera a "catimba" da fortíssima Russia e vence por 3x1 .Chupa Russia_Chupa TinTin



 Um confronto marcado pela rivalidade e pelo alto nível. Foi assim o Brasil x Rússia que abriu a fase final da Liga Mundial de Vôlei para a equipe do técnico Bernardinho. Teve provocação, gritos na cara e cartão amarelo. Mas os brasileiros não se abateram e começaram a briga entre os seis melhores pelo título com vitória sobre os atuais campeões por 3 sets a 1, parciais de 26-24, 22-25, 25-23 e 25-22, nesta quinta-feira, em Florença (ITA).
Assim como nas partidas anteriores, o oposto Wallace foi o nome da Seleção em quadra ao anotar 23 pontos, seguido pelo ponteiro Murilo, com 14. O bloqueio foi um fundamento chave para a vitória: a equipe verde-e-amarela conseguiu parar o ataque russo 12 vezes. O temido Muserskiy, de 2,18m, não assustou tanto desta vez. O oposto Pavlov, com 18 pontos, foi o maior destaque do lado vermelho.
Maior campeão do torneio, com nove conquistas, o Brasil volta à quadra nesta sexta-feira, às 12h30 (de Brasília), para encarar o Irã. Ainda nesta quinta-feira, os Estados Unidos encaram a Austrália, às 15h30, pelo Grupo H.
O JOGO
Contra um rival temido como os russos, o Brasil não tinha alternativa senão impor ritmo intenso desde o início. Foi o que fizeram os comandados do técnico Bernardinho. Principalmente Wallace. O saque, sempre forçado, muitas vezes não entrava. Mas o passe permitia ao levantador Bruninho encontrar jogadas efetivas diante do forte bloqueio do rival. Perigo? Só mesmo na reta final. Em um erro do oposto brasileiro, os russos abriram 23-22. Mas ele mesmo recuperou a vantagem. A vitória, por 26-24, em um ataque potente de Lucarelli.
Os primeiros pontos do segundo set deram a entender que o Brasil voltaria no embalo. A equipe logo abriu 4-1. Em seguida, porém, estacionou. Em poucos minutos, os russos viraram para 5-4. De quebra, o técnico Andrey Voronkov mandou para o jogo um de seus atletas mais polêmicos. Destaque na vitória contra o Irã, Spiridonov, o "Tintim", não hesitou em comemorar de frente para os brasileiros. A mudança deu ainda mais ânimo para os europeus, que abriram quatro de vantagem. Após um saque potente, Biriukov matou de xeque para igualar o duelo, com 25-22.
A disputa ficou mais acirrada. As provocações do russo continuaram. Mas Sidão respondeu com eficiência nas bolas rápidas pelo meio e atacou bem para fazer 8-7. No bloqueio, o central aumentou a diferença para três pontos. A Rússia não se entregou. Aproveitando-se dos contra-ataques, buscou ponto a ponto até voltar à frente. Porém o Brasil teve tranquilidade mesmo atrás no placar. Em um saque que beliscou a rede, Sidão diminuiu e obrigou Voronkov a pedir tempo. Mas só deu Brasil. Dois bloqueios e um contra-ataque de Lucarelli explorando o bloqueio encaminharam o triunfo por 25-23.
Nem a desvantagem diminuiu a intensidade dos russos. Eles voltaram dispostos a levar a partida para o tie-break. Mas os brasileiros chegaram à primeira parada técnica à frente, com ataque forte de Lucarelli na diagonal. Confiantes, os brasileiros mantiveram a intensidade. Sidão e Murilo apareceram no ataque, tornando mais difícil a marcação dos russos. A vitória, como não poderia deixar de ser, veio numa pancada de Wallace, pela saída de rede: 25-22.

16 de jul de 2014

Treinadores esperam 'um show' na fase final da Liga Mundial Masculina de Vôlei


Após quase ficar de fora da fase final da Liga Mundial, o Brasil conseguiu se recuperar, vencer seus duelos fora de casa e alcançar a "quase impossível" vaga. Agora, a palavra de ordem é: melhorar.
- Todos são grandes times e espero que tenhamos nos preparado muito bem e que possamos jogar melhor do que na fase de classificação - comentou Bernardinho, treinador da Seleção.
Na segunda fase, o Brasil ficou no mesmo grupo do Irã, adversário que o venceu duas vezes na primeira fase, e a Rússia, algoz da final olímpica de 2012, em Londres.

- É fantástico para o Irã estar aquim, jogando contra esses times. Mas saímos de um grupo muito difícil e espero que possamos fazer o mesmo aqui e apresentar um desafio - disse o treinador sérvio do Irã, Slobodan Kovac.

Rússia e Irã se enfrentam logo na primeira rodada da fase final. Atual campeã do torneio, a Rússia espera manter o bom retrospecto de sua equipe, campeã de quase tudo nos últimos anos.

- Estamos em boa forma e espero que possamos manter nosso título. Estamos trabalhando duro e sinto que temos uma equipe forte - afirmou Andrey Voronkov, técnico da Rússia.

Já os donos da casa, a Itália, ficou em um grupo um pouco mais fácil, com Estados Unidos e Austrália, que estreia na fase final. Como todos os bons anfitriões, os italianos esperam um show.

- Gostaria de dar as boas vindas à todos na Itália. Acho que será um grande show e é muito bom que tenhamos tantos continentes diferentes sendo representados - completou Mauro Berruto, treinador italiano.

http://www.volei.org/2014/07/treinadores-esperam-um-show-na-fase.html

Bulgaria conquista a tradicional Yeltsin Cup



A tradicional Yeltsin Cup é da Bulgária.
O torneio, que é disputado anualmente na Rússia, terminou de forma surpreendente.
Sem contar com as principais estrelas, as russas caíram na decisão e acabaram derrotas por 3 a 2 com 15/11 no tie-break.
Curiosamente, a Bulgária, que venceu o Brasil em 2013 pelo Grand Prix, é dirigida atualmente por Vladimir Kuzyutkin, treinador que conquistou o título mundial com a Rússia em 2010 no Japão.
Nikolova foi a maior pontuadora da final com 25 pontos.
A Holanda ficou em terceiro lugar depois de vencer o Japão por 3 a 0 e ainda viu Judith Pietersen ser eleita a melhor jogadora da Yeltsin Cup.

O que de fato aconteceu com Jaqueline ?



Peça fundamental no esquema da seleção, a jogadora acabou ficando de fora da viagem para os Estados Unidos.

Estranho.

Jaque estava no aeroporto no dia do embarque e simplesmente não viajou.

Dispensada ?

Cortada ?

O silêncio inexplicável deixa no ar algumas interrogações.

A alegação oficial fala em 'questões pessoais', algo absolutamente compreensível. O atleta é um ser humano como qualquer outro e não está livre das questões e dos problemas do dia a dia.

José Roberto Guimarães se cala.

A CBV, óbvio, não se pronuncia.

O curioso é que Jaque era só sorrisos, treinava normalmente em Saquarema, teve a estrutura necessária para o filho e dava claros de evolução física e técnica.

O treinador estava empolgado com o retorno da jogadora.

E faz sentido, ou fazia sentido, vai saber …

Jaque compõe como poucas o time. Passa, defende e ataca. Em forma é titular fácil.

A jogadora tem propostas de vários times do exterior, uma delas é do Dínamo de Moscou.

Jaque porém não quer deixar o país e a única alternativa viável no Brasil seria o Sesi.

Os amistosos contra os Estados Unidos servem de preparação para o Grand Prix.

Os jogos seriam fundamentais para Jaque que pouco atuou em 2014 e quase não foi utilizada na Montreux Volley Masters.

Seriam, porque Jaque ficou.

A questão é saber se volta.

-Bruno Voloch

Brasil sofre a 4° derrota nos amistosos com os EUA


Os Estados Unidos completaram a quadra e venceram o Brasil pela quarta vez consecutiva encerrando assim a série de amistosos entre as duas seleções.
Honestamente não me recordo de algo semelhante desde que José Roberto Guimarães assumiu o cargo. Por mais que tenha tido o caráter amistoso, o desempenho da seleção não deixa de ser preocupante.
É bem verdade que as duas últimas partidas foram decididas no tie-break, mas nada porém apaga a imagem negativa de 4 derrotas seguidas para o mesmo adversário. 
O pior é que em tese o treinador levou para a excursão o que tinha de melhor, ou seja, todas as titulares. 

Jaqueline, embora seja peça importante no esquema, não atua pela seleção desde a olimpíada de Londres em 2012. Sheilla mostrou que está bem abaixo do que pode render. 
A linha de passe do Brasil sofre nas mãos de Natália. Gabi é jovem e tem enorme potencial. Tandara quase não foi aproveitada, algo sinceramente inexplicável. 
É hoje, diante do atual cenário, a melhor opção ao lado de Garay nas pontas. Monique jogou bem a quarta partida e substituiu Sheilla com autoridade. Se os amistosos serviram de teste ou observação, só a comissão técnica pode responder, mas que os resultados não foram satisfatórios, é fato.

-Bruno Voloch