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5 de out. de 2014

Brasil vence Rússia e está garantido na terceira fase


A seleção brasileira feminina de vôlei segue invicta e está classificada para a terceira fase do Campeonato Mundial. Neste sábado, após uma incrível virada na quarta parcial, o Brasil venceu a Rússia por 3 sets a 1 (25/17, 27/25, 25/19 e 27/25), em Verona, na Itália. Com o resultado, o time verde e amarelo alcançou a oitava vitória consecutiva na competição.

No momento, o Brasil aparece em segundo lugar no grupo F, com 17 pontos. Os Estados Unidos lideram com 18, a Sérvia está em terceiro, com 11, a Rússia em quarto, com 10, a Turquia em quinto, com sete, a Bulgária em sexto, com seis, a Holanda em sétimo, com três e o Cazaquistão em oitavo, sem pontos. As três melhores equipes do grupo passarão à terceira fase.

Neste domingo (05.10), as brasileiras duelarão com os Estados Unidos pelo primeiro lugar do grupo F. A partida será disputada às 15h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo do SporTV. Brasil e EUA já estão garantidos na próxima fase. Também amanhã, a Sérvia duelará com a Rússia e a equipe que vencer o confronto será a última classificada da chave.

O grupo E já tem as três seleções classificadas para a terceira fase: Itália, China e República Dominicana. As italianas enfrentarão as chinesas também neste domingo pelo primeiro lugar do grupo.

No confronto contra a Rússia, a central Thaísa foi a maior pontuadora, com 22 acertos (12 de ataque, sete de bloqueio e três de saque). A ponteira Jaqueline, com 16, e a bicampeã olímpica Fabiana, com 13, também tiveram boas pontuações. Pelo lado da Rússia, os destaques foram a ponteira Kosheleva, com 21, e a oposto/ponteira Goncharova, com 20.

A bicampeão olímpica Thaísa fez questão de parabenizar o grupo brasileiro pela vitória contra a Rússia.

"Fiquei feliz do nosso bloqueio ter funcionado em momentos importantes da partida. Hoje, foi muito legal termos conseguido essa virada no quarto set. Isso só mostra a força e a união do nosso grupo. Foi a vitória de uma equipe", garantiu Thaísa.

Responsável por uma incrível sequência de saques que ajudou o time verde e amarelo a virar um set que chegou a estar perdendo por 21/10, a ponteira Gabi elogiou a postura da equipe brasileira.

"O jogo de hoje mostrou a força do nosso grupo. Somos 14 jogadoras. Nós conseguimos reverter um momento difícil e mostramos que não tem bola perdida para o nosso time. Estamos trabalhando muito e queremos esse título", disse Gabi, que também comentou sobre o confronto contra os Estados Unidos neste domingo.

"É uma partida importante que vale o primeiro lugar do grupo. O jogo de hoje nos deu ainda mais motivação para a partida contra os Estados Unidos. As norte-americanas têm um jogo diferente em relação a Rússia, com muita velocidade e bolas rápidas", analisou Gabi.

O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da vitória das brasileiras sobre as russas.

"No segundo set, nós estávamos ganhando e acabamos perdendo no final. No quarto, aconteceu o contrário, estávamos perdendo por 20/11, e viramos o placar. Isso foi muito importante. O voleibol é um esporte fascinante porque permite vitórias como essa. O time teve um bom aproveitamento defensivo e o nosso saque funcionou em momentos importantes", disse José Roberto Guimarães.

O JOGO

O Brasil começou bem no saque e fez 3/0. Com dois bloqueios seguidos, a Rússia encostou (3/2). A central Fabiana se destacava no ataque e o time verde e amarelo foi para o primeiro tempo técnico com quatro de vantagem (8/4). Quando as brasileiras venciam por 15/10, o treinador russo inverteu o 5-1 e colocou a levantadora Startseva e a oposto Gamova em quadra. As substituições fizeram bem ao time europeu que encostou (15/13). Nesse momento, as atuais campeãs olímpicas voltaram a bloquear e sacar com eficiência e fizeram 20/13. A ponteira Gabi entrou para sacar no lugar da central Fabiana e fez um ace (22/14). O Brasil seguiu melhor até o final e venceu o primeiro set por 25/17 numa bola de segunda da levantadora Fabíola.

O Brasil manteve o bom momento no início do segundo set e fez 8/2. Com um contra-ataque da oposto Sheilla, o time verde e amarelo abriu oito (11/3). Bem no bloqueio, as russas encostaram (12/10). O treinador José Roberto Guimarães inverteu o 5-1. Entraram Fabíola e Tandara e saíram Sheilla e Dani Lins. A substituição fez bem as atuais campeãs olímpicas que foram para a segunda parada técnica com dois de vantagem (16/14). O final da parcial foi extremamente equilibrado, mas as russas foram melhores nos momentos decisivos e venceram o segundo set por 27/25.

O terceiro set começou equilibrado. Com Jaqueline se destacando no ataque e no bloqueio, as brasileiras abriram três (8/5). Quando o time verde e amarelo fez 12/8, o técnico russo pediu tempo. O bloqueio brasileiro parava os ataques da Rússia e as atuais campeãs olímpicas fizeram 21/15. A central Thaísa brilhou na parte final da parcial e ajudou as brasileiras a fecharem o set por 25/19.

A Rússia iniciou bem o quarto set e fez 6/2. O técnico José Roberto Guimarães pediu tempo. Com dois bloqueios seguidos, as russas fizeram 10/4. Depois de um longo rally, as brasileiras encostaram (12/8). Quando o time europeu vez 15/9, o treinador brasileiro trocou as ponteiras. Entrou Natália e saiu Fê Garay. O Brasil conseguiu uma incrível reação no final da parcial e venceu o set por 27/25 e o jogo por 3 sets a 1

EQUIPES

BRASIL – Dani Lins, Sheilla, Fê Garay, Jaqueline, Fabiana e Thaísa. Líbero - Camila Brait

Entraram: Fabíola, Tandara, Natália e Gabi

Técnico: José Roberto Guimarães

RÚSSIA - Shcherban, Gonchareva, Kosianenko, Fetisova, Kosheleva e Podskalnaya. – Líbero – Malova

Entraram: Gamova e Startseva

Técnico: Yuri Marichev

GALERIA DE FOTOS:

TABELA - Primeira fase:

23.09 - Brasil 3 x 0 Bulgária (25/19, 25/22 e 25/16)

24.09 - Brasil 3 x 0 Camarões (25/14, 25/15 e 25/18)

25.09 - Brasil 3 x 0 Canada (25/14, 25/8 e 25/18)

27.09 - Brasil 3 x 2 Turquia (17/25, 22/25, 25/19, 25/21 e 15/10)

28.09 - Brasil 3 x 1 Sérvia (24/26, 25/21, 25/19 e 25/23)

Segunda fase:

01.10 - Brasil 3 x 0 Cazaquistão (25/22, 25/22 e 25/18)

02.10 - Brasil 3 x 1 Holanda (23/25, 25/20, 25/16 e 25/16)

04.10 - Brasil 3 x 1 Rússia (25/17, 25/27, 25/19 e 27/25)

05.10 - Brasil x Estados Unidos às 15h (horário de Brasília) - SporTV

De Verona, na Itália, Vicente Condorelli – 04.10.2014

28 de set. de 2014

Brasil passa pela forte seleção da Sérvia


A primeira fase do Mundial de vôlei feminino terminou com total domínio brasileiro no Grupo B. A equipe nacional ficou em primeiro luga e sobrou em quadra na maioria dos jogos, inclusive neste domingo, quando bateu a Sérvia, segunda colocada na chave. As jogadores treinadas pelo técnico Zé Roberto até tomaram um susto, perdendo o primeiro set, mas logo reagiram e venceram por 3 a 1 (24/26, 25/21, 25/19 e 25/23). O Brasil venceu todos jogos da primeira fase e, ao todo, só perdeu três sets.

O Brasil começou o jogo desatento. A Sérvia abriu 6 a 1, e o time nacional teve que buscar a igualdade. O placar ficou 18 a 18 e se manteve igual até 24 a 24. Mas o ataque do Brasil estava pouco eficiente e ainda se descontrolou com reclamações contra a arbitragem. Então Sérvia fechou o set vencendo por 26 a 24.

A mudança no segundo tempo foi evidente. A Sérvia continuou bem e manteve a partida equilibrada. Mas o Brasil melhorou na hora decisiva. Sheilla e Thaisa entraram no jogo e foram decisivas ao lado de Jaqueline, que já estava bem. O placar estava 15 a 15, mas logo o Brasil abriu quatro pontos de vantagem e assim venceu por 25 a 21.

O terceiro set foi de total domínio brasileiro. A equipe contou com muitos erros bobos da Sérvia e logo abriu sete pontos de vantagem, 14 a 7. Só no final o Brasil começou a vacilar: o set estava 21 a 12, mas fechou 25 a 19.

Isso deu alguma moral para a Sérvia, que voltou a fazer um jogo equilibrado no terceiro set. Mas o jogo do Brasil pelo meio, tanto nos ataques quanto nos bloqueios de Thaisa, começou a fazer diferença. As adversárias ficaram desestabilizadas, e o Brasil abriu seis pontos (18 a 12). Porém, quando o jogo parecia resolvido, o time nacional começou a falhar demais no ataque e deixou o jogo ficar empatado: 21 a 21. Mas por detalhes e falhas da Sérvia o Brasil conseguiu vencer por 25 a 23.

21 de set. de 2014

Brasil leva virada contra a Polônia e fica sem o tetra do Mundial de vôlei



Os poloneses sagraram-se assim bicampeões do torneio, 40 anos depois de terem obtido o primeiro troféu, no México. Já o Brasil tem quebrada uma sequência de três títulos mundiais e acumula o quarto vice seguido em competições importantes - também ficou em segundo nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e da Liga Mundial em 2013 e neste ano.

O ponta Lucarelli e o oposto Wallace voltaram a se destacar entre os brasileiros, com 18 pontos cada, mas se encolheram nos momentos decisivos. E do outro lado havia o também Mateusz Mika, que liderou a virada polonesa com 22 bolas no chão.

A medalha de bronze ficou com a Alemanha, que superou o favoritismo francês e venceu por 3 sets a 0, com parciais de 25-21, 26-24 e 25-23.

14 de set. de 2014

Brasil dá um chega pra lá no gigante russo "Muserskiy O Bundão"








Se ganhar é bom, bater o maior rival é melhor ainda. Foi isso que a seleção brasileira masculina de vôlei vivenciou neste domingo ao vencer a arquirrival Rússia, em Katowice, na Polônia, por 3 sets a 1, parciais de 25-19, 24-26, 25-21 e 25-19. De quebra, o resultado garantiu o time brasileiro com o primeiro colocado do Grupo F e pôs fim à invencibilidade russa no Mundial.

O triunfo no maior clássico do vôlei mundial empolgou a Spodek Arena, que vibrou com os brasileiros o tempo todo em função da rivalidade com os russos.

Até agora, somente a equipe verde e amarela venceu todos os nove compromissos no torneio e tem a melhor campanha. Antes, havia batido Canadá, Bulgária, China, Cuba, Coreia do Sul, Finlândia, Tunísia e Alemanha. Terminou com 21 pontos, contra 17 da Rússia.

O Brasil agora aguarda sorteio que deve acontecer por volta das 20h (horário de Brasília) para saber quais times farão parte de seu grupo em um dos triangulares finais do torneio. O único fato concreto é que não cruzará com o primeiro do Grupo E. Já os segundo e terceiro colocados que vão para os triangulares serão definidos via sorteio.

Existe até a chance de um novo confronto com os russos caso eles sejam os segundos colocados sorteados para o grupo brasileiro. A terceira vaga do Grupo F para a fase final será decidia na partida entre Alemanha e Canadá.

No Grupo E, a França já está classificada, mas sem posição definida. As outras duas vagas são disputadas por Polônia, Estados Unidos e Irã.

Fases do jogo:
Se em muitos jogos anteriores o Brasil começou sonolento, parece ter guardado as energias para o duelo contra os russos. Concentrados e com um incrível poder de saque, os brasileiros nem pareciam estar jogando contra seu maior rival. Quando os serviços forçados entravam, era muito difícil perder o ponto. Ou ace ou o bloqueio parava os rivais. Foram sete aces só no primeiro set. Já a Rússia não conseguia encaixar seus saques. O Brasil era rápido e envolvente e chegou a abrir 18 a 10.

O time europeu, aos poucos, começou a encaixar o saque e tirou quatro pontos de diferença. Mas depois de um pedido de tempo, esfriaram e mesmo acertando os saques não conseguiram mais tirar a diferença.  

No segundo, o Brasil começou bem novamente, mas a parcial foi equilibrada durante o tempo todo. Os saques forçados russos, que já começaram a entrar no fim do primeiro set, continuaram efetivos. A recepção brasileira passou a ter dificuldades para trabalhar as jogadas, e o ataque teve que forçar muitas bolas, resultando em erros.  O Brasil liderou até 21 a 19, quando o gigante Muserskiy, de 2,17 m, acertou uma boa sequência de saques e veio a virada o time vermelho.

A Rússia pareceu sentir a dificuldade de jogar sem um oposto de origem com a saída de Morov, lesionado, no fim do segundo set. Pareceu sentir o golpe, e o Brasil cresceu no jogo novamente. Só sofria perigo nos saques de Muserskiy, mas ainda assim a defesa trabalhava bem as pancadas e o ataque virava bolas, sobretudo as de meio, com Lucão. Leandro Vissotto entrou bem ao substituir Wallace. Passeio verde e amarelo na terceira parcial.

No terceiro, Bernardinho colocou alguns jogadores do banco, como Lipe e Éder nas vagas de Murilo e Sidão, e o ritmo não caiu. Os êrussos já pareciam combalidos psicologicamente e não ofereceram resistência. Foi só questão de tempo para fechar a partida. 

O melhor: Bruninho. A rapidez para os levantamentos pareciam confundir os russos, muitas das vezes fora da jogada e deixando o caminho livre para o ataque. O capitão brasileiro também deu diversos aces em bolas com efeito.

O pior: Ilinykh. O ponteiro foi muito mal e só virou uma bola no primeiro set. Acabou sacado e só voltou para jogar na função de posto em função da lesão de Moroz. Atuação apagada.

Toque dos técnicos:

O forte ritmo imposto pelo Brasil logo no começo deve ter surpreendido até Bernardinho pela facilidade. Difícil imaginar o comandante brasileiro menos agitado nos gestos do que o habitual justo em um duelo contra o arquirrival. Depois de ver o time abrir oito pontos, brecou e pediu seu primeiro tempo quando essa diferença chegou a somente quatro, no 19 a 15. A parada parece ter brecado os russos, que não conseguiram mais tirar a diferença. Mesmo nos melhores momentos da equipe rival, manteve o equilíbrio.

Já o técnico russo, Andrey Voronkov, se mexia de um lado para o outro e parecia não saber o que fazer. Por várias vezes falou com os membros de comissão técnica, gritou com os jogadores.  Seu maior problema foi quando perdeu Moroz. Ficou sem oposto, já que o outro que tinha Pablov, está machucado e não foi relacionado. Sem jogadores de ofício na posição, fez quase que um revezamento entre o gigante Muserskiy e Ilinykh.

Para lembrar:

Dois jogadores deixaram a partida lesionados, um de cada lado. Pelo Brasil, Wallace saiu mancando ainda no segundo set, aparentemente com uma pancada no tornozelo. Já a Rússia perdeu o oposto Moroz, que saiu de maca depois de uma queda no final do mesmo set que o Brasil perdeu Wallace.

Brasil e Rússia ainda podem se enfrentar até mais duas vezes dentro do Mundial. Basta serem sorteados para o mesmo triangular final e depois disso se encontrarem em uma eventual semifinal ou até decisão.

A rivalidade entre russos e poloneses fez o Brasil ter seu primeiro jogo com apoio quase que maciço das arquibancadas da Spodek Arena. Foi o recorde de público do ginásio no torneio, com 10.300 pessoas.

13 de set. de 2014

Brasil vence o Candá e vai para a 3° fase do Mundial



 Em um teste importante para as pretensões no torneio, o Brasil não foi perfeito, mas venceu neste sábado o Canadá por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 25/23 e 29/27, em Katowice (POL), e garantiu uma das três vagas do Grupo F na próxima etapa do Campeonato Mundial Masculino de Vôlei.

Classificar-se com uma rodada de antecedência era o objetivo principal, mas quando entrou em quadra a Seleção pensava também em parar Gavin Schmitt, de 2,08m. O canadense foi o maior pontuador da partida com 18 acertos, mas o time de Bernardinho cumpriu a tarefa de controlar o gigante.

Pelo lado brasileiro, o central Lucão colocou a bola no chão da quadra adversária em 15 oportunidades, sendo 14 em ataques e uma de bloqueio.

Com a vitória, o time verde e amarelo mantém a liderança do grupo F, com 18 pontos, e assegura uma das três vagas da chave para a fase seguinte da competição. Já o Canadá fica estacionado na quarta posição, com 10 pontos.

O próximo desafio do Brasil é o último e mais difícil dessa segunda fase e deve definir o líder do grupo F. Os brasileiros vão enfrentar neste domingo, às 11h30 (de Brasília), a Rússia do gigante Dmitry Muserskiy.


O jogo

O Canadá começou mais ligado e agressivo na partida e abriram, logo de cara, 5 a 1 no placar. Depois a defesa brasileira se ajustou e o jogo tornou-se mais equilibrado, com o marcador em 8/6 a favor dos canadenses na primeira parada técnica. Os times voltaram à quadra e o Brasil mostrou o porquê é um dos grandes favoritos ao título. Com boas jogadas de Murilo e Lucarelli e alguns erros da equipe adversária, a equipe verde e amarela foi para o segundo tempo técnico vencendo por 16/14. Após isso, a Seleção Brasileira ainda ampliou a vatagem e, com um ponto do central Sidão, fechou o primeiro set em 25/19.

Se o primeiro set foi determinado por momentos superiores de cada equipe, o segundo foi diferente. O equilíbrio foi a tônica e os dois times trocaram pontos e, depois das duas paradas técnicas, o placar apontou 16/15 a favor do Brasil. Nenhuma das seleções conseguiu se desgarrar no placar, e Bernardinho teve de pedir tempo quando o Canadá fez 21/20. E deu certo. Os comandados de Bernardinho voltaram melhores tanto na defesa quanto no ataque e, com um ataque do ponteiro Vissotto, fecharam a segunda parcial em 25/23.

Assim como na segunda parcial, Brasil e Canadá começaram trocando pontos no terceiro set. No entanto, os canadenses forçaram o saque a abriram 15/11 antes da segunda parada técnica. Bernardinho arrumou o time, que reagiu e empatou o jogo em 16/16.

O time do norte da América queria "beliscar" o tricampeão mundial e manteve a partida equilibrada. No entanto, o Brasil foi muito eficiente no ataque e, depois de quatro match points e um rali incrível, os comandados de Bernardinho fecharam o set, com um ponto de bloqueio, em 29/27 e a partida em 3 sets a 0.

7 de set. de 2014

Brasil passa por Cuba de virada.



O Brasil começou assustando o torcedor presente em Katowice, na Polônia, perdendo o primeiro set, mas depois se recuperou e conseguiu garantir a vitória no Campeonato Mundial de vôlei masculino. O time comandado por Bernardinho triunfou sobre a seleção de Cuba por 3 sets a 1, com parciais de 22/25, 25/23, 25/18 e 25/17, no encerramento da primeira fase da competição.

Já garantido na segunda fase, o Brasil ficou com a primeira posição do Grupo B, com 14 pontos. As outras seleções classificadas da chave brasileira foram Alemanha, com 12, Finlândia, com oito, e Cuba, com seis. Coreia do Sul e Tunísia deram adeus ao torneio.

Na próxima fase do torneio, o Brasil irá fazer parte da chave F. Os adversários dos brasileiros no grupo serão Rússia, Alemanha, Canadá, Bulgária, Finlândia, Cuba e China.

O jogo

Após tomar um grande sufoco contra a Coreia do Sul no sábado, o Brasil teve um começo de jogo similar contra Cuba neste domingo. A equipe brasileira foi derrotada no primeiro set por 25 a 22.

A recuperação brasileira veio nos sets seguintes. Na segunda parcial, Brasil e Cuba fizeram um duelo equilibrado, se alternando na liderança do marcado, mas os comandados de Bernardinho saíram com o triunfo por 25/23.

No terceiro set, o Brasil teve melhor domínio e não sofreu como nas parciais anteriores. A equipe brasileira impôs o placar de 25/18 sobre a seleção caribenha.

O quarto set foi amplamente do Brasil. Os jogadores brasileiros tiveram poucos erros e confirmavam os pontos, conseguindo uma boa diferença no placar da etapa contra os cubanos, vencendo por 25/17, e fechando por 3 sets a 1.

6 de set. de 2014

Porto Rico vence a Itália com grande atuação de Torres e Jackson




E teve zebra no Mundial de Vôlei. Em jogo válido pelo grupo D, o já eliminado ganhou da tricampeã Itália por 3 a 1 (19-25, 25-19, 25-23, 25-22) e conquistou a sua primeira vitória no mundial. 

Porto Rico teve grande atuação de dois jogadores: Maurice Torres, com 27 pontos e Jackson, com 20. Pelo lado da Itália, Ivan Zaytsev fez 15 pontos e não evitou a derrota. 

A Itália vai decidir a sua classificação contra os Estados Unidos na última rodada. Já Porto Rico encerra a sua participação no Mundial jogando contra o Irã.

17 de jul. de 2014

Brasil supera a "catimba" da fortíssima Russia e vence por 3x1 .Chupa Russia_Chupa TinTin



 Um confronto marcado pela rivalidade e pelo alto nível. Foi assim o Brasil x Rússia que abriu a fase final da Liga Mundial de Vôlei para a equipe do técnico Bernardinho. Teve provocação, gritos na cara e cartão amarelo. Mas os brasileiros não se abateram e começaram a briga entre os seis melhores pelo título com vitória sobre os atuais campeões por 3 sets a 1, parciais de 26-24, 22-25, 25-23 e 25-22, nesta quinta-feira, em Florença (ITA).
Assim como nas partidas anteriores, o oposto Wallace foi o nome da Seleção em quadra ao anotar 23 pontos, seguido pelo ponteiro Murilo, com 14. O bloqueio foi um fundamento chave para a vitória: a equipe verde-e-amarela conseguiu parar o ataque russo 12 vezes. O temido Muserskiy, de 2,18m, não assustou tanto desta vez. O oposto Pavlov, com 18 pontos, foi o maior destaque do lado vermelho.
Maior campeão do torneio, com nove conquistas, o Brasil volta à quadra nesta sexta-feira, às 12h30 (de Brasília), para encarar o Irã. Ainda nesta quinta-feira, os Estados Unidos encaram a Austrália, às 15h30, pelo Grupo H.
O JOGO
Contra um rival temido como os russos, o Brasil não tinha alternativa senão impor ritmo intenso desde o início. Foi o que fizeram os comandados do técnico Bernardinho. Principalmente Wallace. O saque, sempre forçado, muitas vezes não entrava. Mas o passe permitia ao levantador Bruninho encontrar jogadas efetivas diante do forte bloqueio do rival. Perigo? Só mesmo na reta final. Em um erro do oposto brasileiro, os russos abriram 23-22. Mas ele mesmo recuperou a vantagem. A vitória, por 26-24, em um ataque potente de Lucarelli.
Os primeiros pontos do segundo set deram a entender que o Brasil voltaria no embalo. A equipe logo abriu 4-1. Em seguida, porém, estacionou. Em poucos minutos, os russos viraram para 5-4. De quebra, o técnico Andrey Voronkov mandou para o jogo um de seus atletas mais polêmicos. Destaque na vitória contra o Irã, Spiridonov, o "Tintim", não hesitou em comemorar de frente para os brasileiros. A mudança deu ainda mais ânimo para os europeus, que abriram quatro de vantagem. Após um saque potente, Biriukov matou de xeque para igualar o duelo, com 25-22.
A disputa ficou mais acirrada. As provocações do russo continuaram. Mas Sidão respondeu com eficiência nas bolas rápidas pelo meio e atacou bem para fazer 8-7. No bloqueio, o central aumentou a diferença para três pontos. A Rússia não se entregou. Aproveitando-se dos contra-ataques, buscou ponto a ponto até voltar à frente. Porém o Brasil teve tranquilidade mesmo atrás no placar. Em um saque que beliscou a rede, Sidão diminuiu e obrigou Voronkov a pedir tempo. Mas só deu Brasil. Dois bloqueios e um contra-ataque de Lucarelli explorando o bloqueio encaminharam o triunfo por 25-23.
Nem a desvantagem diminuiu a intensidade dos russos. Eles voltaram dispostos a levar a partida para o tie-break. Mas os brasileiros chegaram à primeira parada técnica à frente, com ataque forte de Lucarelli na diagonal. Confiantes, os brasileiros mantiveram a intensidade. Sidão e Murilo apareceram no ataque, tornando mais difícil a marcação dos russos. A vitória, como não poderia deixar de ser, veio numa pancada de Wallace, pela saída de rede: 25-22.

15 de nov. de 2013

Após vitória contra dominicanas, Brasil já pensa na Rússia

Após a vitória contra a República Dominicana por 3 sets a 1, a Seleção Brasileira feminina se manteve na liderança da Copa dos Campeões com nove pontos (três vitória em três partidas). A levantadora Fabíola comentou sobre a partida contra as dominicanas.
- Esperávamos um jogo difícil. A República Dominicana cresceu muito. A chave desse jogo era sacar bem e quando isso não ocorreu elas cresceram na partida. No entanto, estou feliz pela vitória. Amanhã teremos mais um jogo difícil, disputado e cheio de rivalidade. Vamos em busca de mais um vitória - disse Fabíola.
O técnico José Roberto Guimarães já pensa na próxima partida, contra as russas. Ele elogiou a equipe europeia e todas as suas principais características.
- Agora vamos pensar na Rússia que será o jogo que todos querem ver. A Rússia tem uma das melhores seleções do mundo. O treinador delas está tentando acertar o sistema de jogo e trouxe a Sokolova de volta. Ela é uma grande jogadora que eu conheço bastante, pois trabalhei com ela por dois anos. A Chaplina também tem se apresentado bem. É um time que tem um padrão de jogo definido e um bloqueio respeitável. Será um jogo muito difícil - disse o técnico.

13 de nov. de 2013

Russia outblock Dominican Republic to notch first win



Victoriia Chaplina led Russia with 19 points in the 3-1 win over Dominican Republic

Nagoya, Japan, November 13, 2013 - European champion Russia notched up its first victory with a four-set win (25-14, 22-25, 25-22, 25-15) over the Dominican Republic in their World Grand Champions Cup round-robin match on Wednesday.

Both sides have now win-loss records of 1-1 in the six-team competition as the Russians extended their dominance over Dominican Republic to 10-0 in head-to-head matches.

Victoriia Chaplina recorded a match-high 19 points for Russia. Liubov Shashkova contributed 16 in the win while Iulia Morozova added 11 tallies.

Prisilla Rivera and Bethania De La Cruz led the Dominicans with 12 points apiece. Gina Mambru added 11 points.

Russia's huge frontline presented problems for the Dominican Republic from the outset of the match. The European team recorded a tournament-high 21 blocks with Morozova and Natalia Dianskaya leading the way with six and five, respectively.

There were very few extended rallies in the contest as both sides relied upon a power game to score.

The Dominican Republic played much better in the second set by displaying good teamwork.

The third set belonged to the Dominicans until they fell apart late and allowed Russia to go on a 10-2 run to take it.

Russia took charge in the fourth set as the Dominican Republic made several unforced errors.

A spike by Natalia Malykh put Russia up 4-1 in the first set. A fine block by Iuliia Morozova made it 6-2. Niverka Marte's spike for the Dominican Republic took the score to 7-3 Russia led 8-4 at the first TTO following. Anastasia Shylakhovaya uncorked a crosscourt spike to put Russia in front 11-6. A powerful spike by Shashkova boosted the advantage to 15-7. Chaplina's spike sent Russia into the second TTO up 16-9.

Marte's spike made it 17-10 as the Dominicans tried to keep contact. Daria Isaeva's spike increased the lead to 20-10. The Dominicans had trouble with receiving and Russia continued to move toward the set. A service error by Rivera put Russia within two points at 23-13. Russia claimed the set on a service error by Candida Arias.

The Dominican Republic took a 5-4 lead in the second set on a nice dink by Rivera. Gina Mambru soared for a spike off a nice feed by Brenda Castillo and the Dominicans led 8-5 at the first TTO. Russia missed a spike and the count went to 10-7. Rivera then launched a service ace as the Caribbeans tried to build momentum. Marte's deft dink took the tally to 12-9. A nice option play by Russia resullted in a spike by Morozova and tied it 12-12. Isaeva's spike put Russia in front 14-13. A service error by De La Cruz saw Russia lead 16-15 at the second TTO.

A service ace by Vargas put the Dominicans back in the lead at 17-16. Shlyakhovaya sent a spike into the net and the Dominicans were on top 20-18. Trailing 23-19, Russia called a timeout. A service error by Isaeva gave the Dominican Republic set point at 24-20. Isaeva sent a spike long and the Dominicans took the set 25-22.

Rivera spotted a soft return into an empty space in the center of the Russia defense as the Dominican Republic took a 5-4 lead in the third set. The Dominicans led 8-6 after the first TTO following a passing mistake by Russia. Mambru's crosscourt spike made it 10-8 for the Dominicans. A dink by Isaeva took it to 13-11. Vargas fired a service ace and the Dominican Republic took a 16-11 margin into the second TTO.

Brayelin Martinez kept up the Dominican charge with a spike that made it 19-13. When Malykh sent a spike long the lead was 20-15. Russia then went on a 5-1 to run to pull within a point at 21-20. A rare long rally ended with a Russian block and the score was knotted 22-22. Shashakov just got a spike over the net and Russia pulled ahead 23-22. A huge spike by Chaplina gave Russia set point at 24-22. Vargas sent a serve wide and Russia captured the set 25-22.

Shashkova's spike staked Russia to a 5-4 lead in the fourth set. Malykh drove another spike and Russia led 8-6 at the first TTO. After falling behind 12-7, the Dominican Republic called a timeout to try and stop the slide. It was 14-10 after a service error by Marte. Russia was up 16-10 at the second TTO.

Good defense led to a 19-11 Russia lead and the Dominicans took a timeout. Another Shashkova spike made it 22-15 as the Russians looked to complete the victory. They clinched it when the Dominicans could not handle a final spike.

Larson and Murphy pace USA over Japan



USA relied on big power to defeat Japan on Wednesday

Nagoya, Japan, November 13, 2013 - The United States defeated Japan in four sets (25-19, 25-19, 19-25, 25-21) in their round-robin match at the FIVB World Grand Champions Cup on Wednesday night.

The result left both sides with 1-1 records as the event moves to Tokyo and resumes play on Friday.

Jordan Larson-Burbach and Kelly Murphy paced the U.S. with 20 points apiece in the triumph. Kristin Hildebrand added 16, including four blocks. Yuki Ishii was the top scorer for Japan with 19 points. Saori Kimura had 13 in the loss.

A day after losing to Olympic champion Brazil in straight sets, the U.S. was all business.

Despite several early mistakes, the U.S. took charge in the first set and had the momentum for the majority of it.

Japan, which beat European champion Russia in its opening match on Tuesday, came out sluggish and had trouble mobilizing its attack.

The U.S. did a good job of neutralizing Japan star Saori Sakoda, who had only three points through the first two sets, one night after she notched 17 against Russia.

The Americans executed well in all facets of the game in the victory. Japan struggled with receiving throughout the evening.

A block by Kristin Hildebrand put the U.S. up 5-4 in the first set. A spike by Kimura moved Japan ahead 6-5. Six of Japan's first seven points came off U.S. errors. The U.S. led 8-7 at the first TTO. Sakoda soared for a spike and Japan was done by one at 11-10. A spike by Yuki Ishii tied it 13-13. Hildebrand's spike mad it 15-13 for the U.S. A high block by Hildebrand sent the U.S. into the first TTO with a 16-13 lead.

The U.S. extended its lead to 19-15 on a spike by Lauren Paolini and Japan called a timeout. Jordan Larson-Burbach elevated for a crosscourt spike and the margin grew to 22-15. Lauren Gibbemeyer's spike gave the U.S. set point at 24-18. Gibbemeyer ended the set 25-19 with another spike. Hildebrand and Larson each have five points in the set.

The U.S. counld not handle an Ishii spike and Japan went ahead 5-4 in the second set. Kimura's spike made it 7-6 for Japan. She then connected on another and Japan was on top 8-7 at the first TTO. An Ishii spike gave Japan a 12-10 edge. Hildebrand's spike pulled the U.S. within one at 13-12. The U.S. then pulled ahead at 15-13 with two more points from Hildebrand and Japan called a timeout. The U.S. led 16-13 at the second TTO.

A Paolini spike put the U.S. up 18-15. The U.S. was in front 20-16 after Japan was unable to handle a spike. Gibbemeyer ended the longest rally of the match with a spike and the U.S. was two points from the set at 23-16. The U.S. made several fine defensive plays to keep plays alive. Japan ran off three straight points and the U.S. called a timeout. Yukino Nagamitsu sent a serve long and the U.S. had set point at 24-19. Kelly Murphy gave the set to the U.S. at 25-19 with a thunderous spike.

Japan came out determined in the third set and grabbed an 8-4 lead at the first TTO after a U.S. spike went long. A Kimura spike put Japan up 10-5 and it looked like they had finally found their footing. A nice return by Miyu Nagaoka gave Japan a 14-9 edge and the U.S. took a timeout. Akari Oumi sent Japan into the second TTO with a 16-9 lead on a spike.

Murphy blasted a spike as the U.S. pulled back within four at 16-12 and Japan called a timeout. A spike by Oumi put the Japan lead back at five ata 19-14. Nagoaka's spike made it 21-14 as Japan moved closer to the set. A U.S. return was wide and Japan was ahead 23-16. A net infraction gave Japan set point at 24-16. The U.S. fought back with three straight points. A block by Nana Iwasaka gave Japan the set 25-19.

A Larson-Burbach spike gave the U.S. a 5-4 lead in the fourth set. Ishii equalized at 6-6 with a spike. Paolini's dink made it 7-6 for the U.S. The Americans led 8-7 at the first TTO. Murphy scored three straight points and the U.S. went up 11-8. Hildebrand made it 13-8 with a spike. Oumi served into the net and the U.S. led 15-12. The U.S. was in front 16-12 at the second TTO.

Kimura's spike brought Japan within three at 17-14 and U.S. coach Karch Kiraly took a timeout. A Larson-Burbach spike made it 19-15. Hildebrand's block put the U.S. up 21-17 and the summit was clearly in sight. When Murphy fired a spike long, Japan was within two at 21-19. Murphy connected with another spike and the U.S. was two points from the win at 23-20. After Oumi could not handle a shot, it was match point for the U.S. It ended with one final spike from Murphy.

11 de ago. de 2013

Grand Prix: Brasil perde para Bulgária e sofre primeira derrota

Depois de se classificar com três vitórias na primeira fase e vencer a República Dominicana, na sexta-feira, o Brasil perdeu sua primeira partida no Grand Prix, neste sábado. As brasileiras foram derrotadas pela Bulgária por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 25/21, 20/25 e 25/21, e ocupam provisoriamente a segunda colocação do grupo G. Enquanto isso, as búlgaras ocupam a liderança isolada do grupo.
Sheilla tenta ataque contra a Bulgária Foto: FIVB / Divulgação
Sheilla tenta ataque contra a Bulgária
Foto: FIVB / Divulgação
Na primeira fase da competição, a Bulgária havia terminado na segunda colocação do grupo D, que teve a China como líder. Na sexta-feira, o País bateu o Porto Rico e fez com que o duelo contra as brasileiras fosse decisivo para ver quem assumiria a liderança.
As búlgaram começaram melhor na partida e venceram a primeira parcial. Já no segundo set, as brasileiras estiveram à frente no placar durante grande parte do tempo, mas não sustentaram o ritmo de jogo e acabaram sofrendo a virada.
Sabendo da necessidade de vencer, as brasileiras voltaram melhor e conseguiram marcar. No entanto, a reação não continuou no quarto set e a equipe sofreu sua primeira derrota na competição

9 de ago. de 2013

Grand Prix: Brasil reage contra Rep. Dominicana e vence de virada


Com mais dificuldade do que o esperado, mas com grande atuação da jovem ponteira Gabi, a Seleção Brasileira abriu a segunda semana de disputa do Grand Prix de vôlei com vitória. Na estreia do Grupo G, em Mayaguez, Porto Rico, a equipe de José Roberto Guimarães venceu a República Dominicana por 3 sets a 1, parciais de 20/25, 25/22, 25/12 e 25/18.
A Seleção Brasileira volta a jogar neste sábado, contra a Bulgária, antes de fechar a participação na chave no domingo, contra Porto Rico. Já as dominicanas enfrentam as anfitriãs neste sábado, para depois pegar as búlgaras.

13 de jul. de 2013

Bernardinho valoriza a atuação dos reservas com a vitória sobre EUA por 3x1

Com o time garantido na próxima fase da Liga Mundial, o técnico Bernardinho aproveitou para usar alguns suplentes no confronto com os Estados Unidos, disputado na manhã deste sábado. Satisfeito, o técnico valorizou o triunfo e a atuação dos reservas.

"É bom ver que os jogadores que tiveram mais espaço hoje renderam bem. Essa vitória foi muito importante, já que considero os Estados Unidos um time muito forte neste atual ciclo olímpico", declarou o comandante após a vitória por 3 sets a 1, no Rio de Janeiro.

"Precisamos melhorar a virada de bola. Temos que jogar com inteligência e vamos treinar hoje novamente com os jogadores que não atuaram. Queremos vencer. Mesmo classificados, isso não muda. Sempre entramos em quadra na busca pela vitória", reiterou Bernardinho, exigente.

Indisposto, o levantador Bruninho não participou da partida disputada no Maracanãzinho, assim como os experientes Dante e Vissotto, poupados para a fase final. Desta forma, nomes como Thiago Alves, Maurício Borges, William e Wallace ganharam espaço.

"Tivemos altos e baixos, mas foi uma boa partida. Entraram em quadra alguns jogadores que não vinham atuando, e isso é muito bom, pois o Bernardinho vai precisar de todo o grupo durante a competição. Temos que melhorar principalmente nosso contra-ataque", disse Lucarelli.

Sem Bruninho, Éder teve a chance de entrar em quadra na condição de capitão e avaliou o desempenho do time de maneira crítica.
"Começamos com muita vontade e pouca inteligência. Conseguimos uma virada muito boa no primeiro set e mantivemos o ritmo no segundo, mas deixamos cair no terceiro. Precisamos mudar isso na fase final", disse.

12 de jul. de 2013

Com dificuldade, Seleção feminina de vôlei bate Holanda em amistoso

A Seleção Brasileira feminina de vôlei venceu nesta quinta-feira o primeiro dos três amistosos acertados com a seleção da Holanda, com vistas ao Grand Prix, no mês que vem. A equipe fechou o duelo de mais de duas horas em 3 sets a 1, com parciais de 18-25, 25-23, 28-26 e 25-22. A partida ocorreu em Maceió (AL).

O duelo foi marcado pela irregularidade do time nacional, que errou bastante. Por este motivo, as holandesas venceram a primeira parcial e estiveram à frente no marcador nas outras três. A vitória manteve a invencibilidade brasileira nesta temporada.

"Colocamos um grupo bastante grande, com 19 jogadoras. Treinamos a parte técnica e física, e perdemos a parte tática. Sabíamos que ia ser difícil. Precisamos melhorar taticamente para o Grand Prix", reconheceu José Roberto Guimarães, técnico da Seleção.

O Brasil iniciou o duelo com o sexto composto por Dani Lins, Adenízia, Juciely, Fernanda Garay, Pri Daroit e Monique (líbero: Camila Brait). À medida em que o duelo complicou, Zé Roberto trouxe à quadra jogadoras como Sheilla e Thaísa, bicampeãs olímpicas em Londres-2012.

Maceió ainda será a sede do segundo jogo entre as duas equipes, nesta sexta-feira, às 20h (de Brasília). Por fim, Brasil e Holanda fazem a terceira partida preparatório em Natal (RN), no próximo domingo, às 11h.

Lancepress!