Mostrando postagens com marcador volei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador volei. Mostrar todas as postagens

3 de mai. de 2016

Zé Roberto diz que era "monstro" com mulheres e que Rio é o maior desafio

AP

O técnico da seleção brasileira feminina de vôlei feminino, José Roberto Guimarães, relembrou um pouco sua carreira como treinador ao Fantástico, da Rede Globo e ressaltou como era difícil treinar as mulheres antigamente, sem conhecimento sobre o “mundo feminino”, além de definir a Rio-2016 como o seu maior desafio.
Zé Roberto foi sincero e disse que “deveria ser um monstro” quando assumiu a seleção feminina de vôlei. “Eu acho que trabalhar com homem é mais fácil. Com mulher tem que ler nas entrelinhas. Eu deveria ser um monstro antigamente, porque eu falava que tinha que se jogar na bola mesmo com dor nas costas. TPM? Não sabia disso e depois que eu conversei com fisioterapeutas, com ginecologista e aí entendi”, comentou o treinador.
Além de entender as mulheres, Zé Roberto e todos que trabalham com ele com a seleção feminina precisaram mudar o jeito de treina-las, o que aconteceu depois da marcante derrota para Rússia, nas Olimpíadas de Atenas, quando o Brasil perdeu após ter cinco match points.
“Quando aquela bola caiu para fora, minha vida caiu com ela. A gente tinha que entender não porque a Rússia tinha vencido, mas por que tínhamos perdido. Tínhamos que quebrar paradigmas de como treinar a brasileira e tínhamos que deixa-las muito fortes e foi o que aconteceu quando ganhamos a primeira medalha”, relembrou.
Agora na Olimpíada do Rio de Janeiro, as brasileiras são as grandes favoritas à medalha de ouro e Zé sabe muito bem o desafio de jogar em casa. “Acho que 2016 será o maior desafio das nossas vidas, a expectativa é grande e é isso que me preocupa”, completou. 

19 de set. de 2014

Torcedora teve drama com câncer e virou "viciada" no Brasil graças ao vôlei


Polonesa viaja 9 horas e é apaixonada pelo time de vôlei do Brasil

Gratidão e amor pelo que gosta são coisas levadas muito a sério por Hanna Rafinska, uma aposentada polonesa de 55 anos que vive em Bydgoszcz e é apaixonada pela seleção brasileira. Só que não é a de futebol, a mais conhecida do mundo entre as equipes do país, mas sim a de vôlei.

"Até conheço o Neymar e a seleção, gosto dele. Mas meu negócio é a de voleibol. Amo Giba, Bruno, Bernardo e todo o time atual. É muito importante pra mim estar aqui", descreveu ao acompanhar a rodada dupla do último final de semana.

Hanna viajou nove horas de trem de sua cidade natal, Bydgoszcz, para acompanhar o time de Bernardinho jogar o Mundial em Katowice. E não foi apenas uma vez. Fez isso dois finais de semana seguidos e gastou não só com trem, mas também com hotel.
A polonesa é do tipo que faria de tudo para nascer no Brasil. Ela criou tanta identificação com o país que fica irritada se alguém falar mal do Brasil.

Nos jogos do Mundial de vôlei, Hanna fica sozinha na arquibancada junto de uma mochila, com cara pintada, a camisa do ponteiro Giba, bandeira do Brasil e um bicho de pelúcia que apelidou de "o brasileiro". Parece ter a energia de uma adolescente para incentivar a equipe de Bernardinho o tempo inteiro. Grita o nome de todos os que vão sacar sem dar sossego a quem estiver por perto na arquibancada.

Se alguém fizer cara feia, não tem problema. Não dá bola, já que companheiros mesmos são todos os objetos verde e amarelo que carrega na mochila e os jogadores da seleção.

Fã de vôlei desde sua adolescência, ela conta que a paixão pelo time verde e amarelo começou por ter sido muito bem tratada há muitos anos, quando a equipe de Bernardinho foi jogar em sua cidade uma etapa da Liga Mundial. Foi lá que ganhou a camisa de Giba e que se sensibilizou com o carinho dos jogadores. Desde então, sempre que o Brasil vai até a Polônia ela vai aos jogos, seja em qual cidade for, e tenta contato com eles nos hotéis, pega autógrafos e tira fotos.


"Por quê sou tão apaixonada assim pelo Brasil? Porque vocês são pessoas alegres e que me encantaram. Sorridentes e muito dispostos a ajudar todo mundo e com bastante atenção. Toda vez que procuro os jogadores sou muito bem recebida e adoro todos eles", falou.

"Eu amo os jogadores do Brasil, são todos muito amáveis, amigáveis e receptivos. Eles estão sempre alegres e dispostos a receber não só a mim, mas todas as pessoas, dar autógrafos e tirar fotos. Bernardo, Bruno, Raphael, Vissotto, todos me tratam bem, e tem o Giba, que pra mim é inesquecível. Eles são queridos por muita gente no mundo todo. Todas as vezes que os procuro eles me recebem muito bem, o povo brasileiros é muito especial", continuou.

Rafinska passou a viver sozinha há um mês depois que sua única filha se casou. Trabalhava com topografia, mas parou de exercer a profissão em 2000 e foi aposentada por invalidez em função de um câncer que limitou movimentos na sua perna. Diz que apesar de sempre ter gostado de vôlei há muito tempo, o apego ao esporte ajudou ainda mais em toda essa questão.

"Eu sempre gostei de esportes, mas isso acabou me fazendo me apegar ainda mais ao vôlei. Foi uma grande ajuda na minha questão psicológica. Isso me ajudou muito nisso aqui", falava ao apontar os dedos para a cabeça.

A talismã da seleção brasileira, no entanto, pode ser desfalque para a semifinal e final. O único momento em que tira o sorriso do rosto e demonstra abatimento é quando conta que não conseguiu ingressos para as partidas decisivas do campeonato.

Mas isso não fará com que ela fique. No próximo final de semana ela pegará novamente o trem para viajar mais nove horas. "Vou ver se consigo o ingresso na hora. E o Bruno (capitão brasileiro) me prometeu uma camisa caso o time chegue até lá", finalizou, já animada novamente.
Por Ricardo Leite-Uol

13 de set. de 2013

A serviço da seleção, Sheilla revela bronca do marido: 'Casei para ficar só'

Sheilla no treino da seleção brasileira de vôlei (Foto: Marcos Guerra)O dia 20 de abril ficou marcado na vida de Sheilla. Em uma cerimônia romântica para poucos convidados, a jogadora de vôlei subiu ao altar e trocou alianças com Brenno Blassioli, ex-jogador de basquete e atual assistente técnico do Pinheiros. De lá para cá, porém, a oposta passou mais tempo a serviço da seleção brasileira do que ao lado do amado. Na preparação para a disputa do Sul-Americano do Peru, entre 18 e 22 de setembro, ela brinca com a situação e revela uma bronca do marido pela distância.


Oposta se distancia do amado para defender o Brasil e mira, no Sul-Americano, primeiro passo rumo ao inédito título do Mundial

- Eu já estou acostumada com essa rotina, mas é um pouco ruim, dá saudades. Ele sempre brinca: “Cadê minha esposa? Casei para ficar só?” (risos). Mas faz parte. Eu casei este ano, mas já estou com o Brenno há dois anos. Ele também é técnico, então entende como é a vida de um atleta - disse a oposta.
Pouco tempo depois da lua de mel no litoral de Santa Catarina, Sheilla se juntou ao time de Zé Roberto para a disputa do Grand Prix. Ela cresceu na fase final, no Japão, e ajudou o Brasil a conquistar o nono título da competição sem perder um set sequer na fase decisiva. Com o aval do treinador, a jogadora sempre que podia estava online para falar com o marido e matar as saudades.
 Com certeza bate uma saudade. Eu ainda tive meio dia a mais (em relação às outras jogadoras). Pedi ao Zé para ir a Belo Horizonte visitar minha família, não tinha conseguido ir porque tive compromissos. Estou perto do Brenno por telefone, mas continuamos um pouco distantes.Mesmo depois do Grand Prix, a jogadora quase não conseguiu passar em casa. Ela teve apenas três dias de folga da seleção, mas teve compromissos com o time do Osasco e com a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) na abertura da Superliga. Por isso a bronca bem humorada do marido.
Sheilla aproveita lua de mel em ressort em Santa Catarina (Foto: Reprodução Facebook)Sheilla aproveitou a lua de mel com Brenno no litoral de Santa Catarina (Foto: Reprodução Facebook)
O sacrifício de Sheilla tem motivo. O Sul-Americano é o primeiro passo para um título que a oposta ainda não tem: o de campeã mundial. A competição dá ao campeão uma vaga na Copa dos Campeões e no Mundial da Itália, em 2014. Bicampeão olímpico, o Brasil chegou a três finais de Mundial, mas perdeu todas.
sheilla e o namorado brenno volei (Foto: Arquivo Pessoal)Ex-jogador de basquete, marido de Sheilla entende
a rotina de um atleta (Foto: Arquivo Pessoal)
- Eu quero muito esse título, porque vou para o meu quarto Mundial e tenho duas pratas e nenhum ouro. Mas tem de pensar passo a passo. A Fabi até brinca e diz que estamos em uma idade que não dá pra pensar tão longe. Sabemos que somos o time mais forte, mas esse pode ser nosso inimigo. Não podemos deixar que essa superioridade atrapalhe. Não podemos entrar mole, porque vale nossa classificação - disse a jogadora de 30 anos.
O Brasil estreia no Sul-Americano no dia 18 contra o Chile. O time ainda pega a Colômbia, a Argentina, a Venezuela e o Peru na competição realizada no sistema de pontos corridos, na cidade peruana de Ica. Caso as brasileiras não consigam a vaga no Mundial, ainda terão uma segunda chance no classificatório da América do Sul no ano que vem.

Por 
Campinas, SP

18 de ago. de 2013

Tempo curto atrapalha, e projeto do Jacareí Vôlei acaba antes da estreia

Equipe não consegue verba para manter projeto em ação; franquia pode ir para outra cidade ou ser 'engavetada' até a Superliga B


Comente agora
Vôlei Feminino de Jacareí (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)Atletas deixaram treinos de lado em busca de apoio
financeiro (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
Amissão era difícil. Em uma semana, encontrar patrocinadores capazes de bancar um orçamento anual de R$ 2 milhões. Uma semana para apresentar o projeto e conseguir o aval para a liberação da verba. Nesta sexta-feira, o difícil se tornou impossível. O Jacareí Vôlei acaba antes mesmo da estreia.
A franquia caçula no interior de São Paulo, que prometia dar trabalho no Paulista e na Superliga Feminina com jogadores de ponta no cenário nacional, como a levantadora Fernandinha, medalha de ouro com o Brasil em Londres 2012, e a oposto Renatinha Colombo, não conseguiu apresentar à CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) condições financeiras de levar o projeto adiante, após ficarem à deriva pela promessa de ''patrocinadores fantasmas" do ex-técnico do time, Robson Guerreiro (entenda o caso clicando aqui).
- A gente sabia que de última hora seria difícil conseguir uma verba dessas. O Renato D'Ávila (superintendente técnico da CBV) nos entendeu, veio até Jacareí e disse que nem as jogadoras nem a prefeitura tinham culpa nessa história, que não queria perder o projeto. Mas seria difícil alguém tirar um coelho desse tamanho da cartola - disse o supervisor da equipe, Adriano Abdalla. 
O prazo para confirmar vaga na Superliga 2013/14 acabara na última quarta-feira, 14, mas, solidária ao imbróglio vivido pelo time, a organização do campeonato passou para esta sexta-feira o dia da definição sobre a vaga de Jacareí no torneio.
As atletas, que deixaram os treinos de lado para buscar patrocinadores, não querem desfazer o grupo formado. Existe a possibilidade de que a franquia mude de cidade, algo que será definido neste final de semana. Caso não haja sucesso na tratativa com outro município, o elenco será desmontado. A alternativa dada pela CBV seria manter a franquia ativa para a disputa da Superliga B, projeto que não é descartado, mas que dificilmente teria as mesmas atletas no grupo.
- Queremos deixar as portas abertas com a prefeitura (de Jacareí). É importante que eles tenham ciência de que a CBV entende que não há culpa alguma da parte da prefeitura. O projeto pode voltar mais para frente - afirmou Abdalla.
A franquia era mantida pela Apef (Associação dos Professores de Educação Física) em parceria com a prefeitura de Jacareí, que cedia a infraestrutura do ginásio Educamais São João e arcaria com os custos de inscrição nas competições, gasto estimado de R$ 86 mil, segundo a administração municipal. O salário das atletas seria pago pelos patrocinadores que nunca chegaram.
Oposta Renatinha Colombo do Jacareí Vôlei (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)A oposto Renatinha Colombo era um dos destaques da equipe (Foto: Danilo Sardinha/Globoesporte.com)
Em nota, a Prefeitura de Jacareí lamentou o episódio da equipe de vôlei. Confira o comunicado:
A Prefeitura de Jacareí esclarece que, desde maio, se colocou à disposição no que fosse possível para viabilizar a montagem da equipe de vôlei feminino da cidade. As primeiras tratativas se deram em reunião com um representante da Apef (Associação dos Professores de Educação Física), responsável pelo time, quando a Administração se dispôs a ceder o espaço para os treinos e jogos da equipe, além de sinalizar com a possibilidade de um convênio – estimado em R$ 86 mil – para viabilizar os custos de inscrição para as competições da temporada 2013/2014 – Copa São Paulo, Campeonato Paulista e Superliga. Em 10 de junho a equipe iniciou os treinos no EducaMais São João – equipamento público que conta com quadras oficiais e toda a infraestrutura necessária.
Desde então, a Apef tem feito negociações junto a possíveis patrocinadores, sem qualquer ingerência da Administração municipal. A Prefeitura de Jacareí ressalta que espera que o caso tenha um desfecho positivo, mas lamenta os desdobramentos até o momento junto à imprensa e, principalmente, a situação das atletas – algumas de renome internacional, como a medalhista olímpica Fernandinha.
Por fim, a Prefeitura de Jacareí informa que, para este ano, foi destinado um total de R$ 1 milhão para projetos beneficiados pela LIFE (Lei de Incentivo ao Esporte), a serem captados junto a patrocinadores para equipes de competição, com resultados de destaque como no basquete, rugby, atletismo, tênis de mesa, ciclismo, entre outras modalidades. A Prefeitura mantém, ainda, convênios com várias modalidades apoiando projetos de esportes de base.
Globo Esporte para o MuchoGoogleLoco

14 de jul. de 2013

Brasil coloca duas duplas na decisão masculina do Grand Slam de Gstaad

A dupla Lili/Bárbara Seixas está na final do Grand Slam de Gstaad, do Circuito Mundial de vôlei de praia. As brasileiras asseguraram vaga na manhã deste sábado ao superar as alemãs Ludwig e Walkenhorst por 2 sets a 0, com parciais de 21 a 18 e 21 a 15.

Com a vitória, as brasileiras emplacaram a quarta vitória consecutiva sem perder nenhum set sequer. Ou seja, desde a vitória na eliminatória da segunda fase, quando bateram as holandesas Van der Vlist e Wesselink por 2 a 0, Lili e Bárbara Seixas não deixaram as adversárias pontuarem nenhum set.

Na outra semifinal, Chen Xue e Zhang Xi, atuais campeãs mundiais, venceram Taiana e Talita, líderes do ranking, com parciais de 21/16 e 21/17. Superadas pelas asiáticas, as brasileiras tentarão conquistar o terceiro lugar contra Ludwig e Walkenhorst neste domingo.

29 de jun. de 2013

Bernardinho assume responsabilidade por derrota para França

O técnico da Seleção Brasileira masculina de vôlei, Bernardinho, assumiu a responsabilidade pelo revés sofrido para a França na manhã deste sábado no Ibirapuera, em São Paulo. A derrota por 3 a 1 pôs fim a uma invencibilidade de cinco jogos do time nacional na edição de 2013 da Liga Mundial.
"Há de se enaltecer o time da França. Não consegui colocar meu plano de jogo em ação. A responsabilidade é minha. Minha gestão da equipe não foi boa", disse o treinador.
Para Bernardinho, a Seleção precisa saber lidar melhor com a pressão de jogar em casa. Na sexta-feira, quase havia cedido a virada após estar vencendo por 2 sets a 0. No fim, triunfou por 3 a 2.
"Neste novo ciclo (olímpico) temos de aprender com o fato de lidar em casa, de estar perto do torcedor. Não podemos perder o foco na missão que temos em mãos", disse.
Na semana que vem, o Brasil enfrentará a Bulgária, em Brasília. Depois, no fim de semana seguinte enfrentará os Estados Unidos no Rio de Janeiro. Os quatro últimos jogos da etapa de classificação serão decisivos para a classificação à fase final da Liga Mundial.

27 de jun. de 2013

Lucarelli uma renovação que está dando certo

O técnico Bernardinho costuma dizer que atualmente há dificuldade para se formar bons ponteiros no Brasil.
Ricardo Lucarelli, 19, tem se mostrado uma boa opção para a posição. Tanto que, devido a uma lesão de Giba, o atleta foi convocado para os amistosos preparatórios para o Sul-Americano de 2011. Pouco antes, Lucarelli havia disputado o Mundial juvenil e se consagrado como o terceiro maior pontuador.
"Ele foi, sem dúvida, um dos destaques da seleção juvenil e é um potencial. O Lucarelli está em observação e pode vir a integrar a seleção de novos, por exemplo", afirmou Bernardinho na época.
Fez sua estreia no Maracanãzinho, na vitória do Brasil contra o Japão. Meses depois, acabou sendo convocado novamente, dessa vez para disputar o Pan de Guadalajara, em que a seleção foi representada por uma equipe mista.
Mas uma lesão na virilha direita o tirou da competição --o Brasil foi campeão.
"Fiquei um pouco triste. O Pan seria minha primeira grande competição com a seleção adulta. Agora, tenho que olhar para a frente, jogar bem na Superliga e, quem sabe, voltar a ser convocado", afirmou, pouco antes do início do torneio nacional.
Apesar da pouca idade, Lucarelli, que defende o Minas, já figura entre os melhores da competição. Tem o melhor aproveitamento no ataque da Superliga (44,93%) e, até a décima rodada do primeiro turno, era o nono maior pontuador, com 139 pontos.
O pequeno período em que ficou na seleção o lapidou.
"A seleção é muito diferente. Você amadurece e entende como é um esporte de alto nível", declara o ponteiro.
"Os jogadores estão sempre lutando o máximo. Isso é uma coisa que diferencia a seleção brasileira: a busca pela perfeição", afirma o atleta, que começou no esporte aos 14 anos, em um pequeno clube de Linhares (MG), para seguir os passos da irmã mais velha, Rafaelli, que já se aventurava nas quadras.
Há quatro anos, enquanto o Brasil perdia a final para os EUA nos Jogos de Pequim, Lucarelli nem imaginava que seguiria carreira na modalidade. "Para mim, era só uma brincadeira. Nunca pensei em um dia jogar profissionalmente e chegar à seleção", afirmou.
Raio X
Nome: Ricardo Lucarelli Santos de Souza
Nascimento: 14.fev.1992, em Contagem (MG)
Onde mora: Belo Horizonte (MG)
Peso e altura: 90 kg e 1,97 m
Clube: Minas Tênis
Escolaridade: Terceiro ano do ensino médio
Twitter: @lucarelli8
Facebook: Lucarelli
Site oficial: Não tem
Ídolos: Os jogadores de vôlei Murilo e Escadinha
Superstição: Faz sinal da cruz e entra com pé esquerdo em quadra
Hobby: Acessar o computador, ir ao shopping e alugar filmes
Música: Pagode, sertanejo, música eletrônica e pop americano
Comida: Pizza
Seu maior momento no esporte: Jogo do Minas contra o Campinas, na Superliga 2010/2011. "Eu era o reserva, mas tinha entrado em quadra para ajudar a equipe no segundo set. A gente estava perdendo o set quando eu fui para o saque. Eu pedi ao técnico para não sair. Ele deixou. Eu saquei muito bem e depois a gente ganhou o set e o jogo. Depois desse jogo, a gente passou a ir bem na Superliga."
O maior momento do esporte: Conquista do ouro da seleção na Olimpíada de Atenas-2004
Patrocinadores: Não tem
Principais feitos: Prêmio de melhor recepção no Mundial infanto-juvenil de 2009, convocado pela primeira vez para a seleção
principal em 2011
Mariana Bastos

27 de mai. de 2013

FINAL TRÁGICO PARA A JOGADORA INGRID VISSER

A polícia espanhola encontrou dois corpos em Alquerías perto de Murcia e acredita ser os restos mortais de Ingrid Visser e seu companheiro Lodewijk. Dois suspeitos foram presos. Os corpos foram parcialmente enterrados. Segundo um relatório não oficial a jogadora holandesa foi vítima de assalto.
A família do casal ainda não foi comunicada oficialmente, mas está apreensiva com as notícias vindas da Espanha.
Entenda o caso
Ingrid e marido foram até Murcia onde a ex-jogadora da seleção holandesa passaria por consulta médica no dia 15/05, mas não compareceu ao compromisso. O casal foi visto pela última vez no dia 13/05 no hotel onde estavam hospedados. Após uma semana de buscas o carro alugado por eles foi encontrado intacto em uma rua de Murcia no dia 22/05.
Visser tinha 35 anos e foi a jogadora que mais atuou pela seleção da Holanda, com 514 jogos, e disputou as olimpíadas de 1996, em Atlanta. Em 1998, a jogadora atuou no Brasil defendendo o Minas.

Desabafo de Érica
Érika Coimbra, ex-jogadora da seleção brasileira, ficou chocada com a notícia da morte de Ingrid Visser:
“Estou indignada. Era muito amiga dela e sempre a gente se falava. Passamos a virada de ano juntas e ela me pareceu muito feliz e tinha planos de engravidar. Era o sonho dela. A Ingrid não apresentava nenhum tipo de problema emocional, pelo contrário, estava ótima”.
Érika e Visser não jogaram juntas, mas se enfrentaram várias vezes:
“Falei com ela há dois meses. O Brasil era a segunda casa da Ingrid e ela adorava o país. Namorou durante 9 anos com um brasileiro, mas terminaram. Pessoa alegre, inteligente, do bem, divertida e com sorriso no rosto”.
A jogadora não desconfia do que possa ter acontecido, mas alerta:
“Com essa máfia e pobreza na Espanha, pode ter tido a má sorte e ter encontrado um desses filhos da p… como temos aqui, que roubam, estupram e ainda matam por 10 euros. Espero que a polícia encontre os culpados. Fico revoltada”.
Érika está no Brasil de férias e estuda propostas do vôlei brasileiro e europeu.

25 de mai. de 2013

Porto Rico foi um dos mais fortes adversários da China até o presente

O China International Women’s Volleyball Tournament está em fase de conclusão com a China chegando com uma vitória difícil contra Porto Rico, no penúltimo dia do torneio.
A seleção feminina chinesa enfrentou seu maior desafio no torneio até agora ao jogar com Porto Rico e vencer por 20-25, 23-25, 25-17, 25-17, 15-11 sets.
Após uma vitória apertada sobre Cuba na quarta-feira, Porto Rico manteve o seu espírito e condição extraordinária, tendo o primeiro set de sua partida contra a China 25-20. China voltou aquecida gradualmente no segundo set e manteve uma pequena vantagem por um tempo mas problemas com seu bloqueio e falta de contra-ataques eficientes impediu de amarrar o placar no set.
Caindo 0-2 atrás, Lang Ping decisivamente ajustou as táticas de defesa da equipe, que alterou definitivamente os três sets seguintes para a China com seus "serviços"(saques)e bloqueios" mais eficiente. Tomando os últimos três sets 25-17, 25-17, 15-11, China reivindicou uma vitória difícil contra Porto Rico.
No segundo jogo da tarde, a Tailândia venceu Cuba por 3-2 (25-18, 27-25, 17-25, 23-25, 15-11) para tirar sua primeira vitória em Shenzhen Stage. Cuba é o único time que não venceu uma partida no torneio.

Com Gamova MVP , Kazan conquista o russo feminino pela terceira vez seguida !!

O Dínamo Kazan conquistou o tricampeonato russo durante a semana. A equipe de Gamova venceu as duas partidas seguintes da série contra o Dínamo Moscou por 3-0 e fechou em 3-1 o confronto. A oposta russa Gamova foi a MVP da competição e no último jogo marcou 29 pontos em apenas três sets de partida. Já o Dínamo Moscou não rendeu o mesmo da primeira partida , onde a equipe saiu vencedora. Osmokrovic e Goncharova até tentaram, mas faltou forças para o Moscou. 3ª Partida Dínamo Moscou 0 x 3 Dínamo Kazan (18/25 , 22/25 e 21/25) Osmokrovic 18 pontos. (Moscou) Gamova 19 pontos. (Kazan) 4ª Partida Dínamo Moscou 0 x 3 Dínamo Kazan (14/25 , 19/25 e 21/25)
Osmokrovic 13 pontos. (Moscou)
Gamova 29 pontos. (Kazan)
Omichka conquista o terceiro lugar.
O Omichka-Omsk conquistou o terceiro lugar do Campeonato Russo Feminino.
A equipe de Mammadova , Fateeva e Alisheva bateu o Uralochka de Ruiz , fechando a série em 3-1. Mammadova como sempre foi o
grande destaque da equipe.
3ª Partida
Uralochka-NTMK 3 x 2 Omichka-Omsk (25/23 , 23/25 , 25/21 , 26/28 e 15/11)
Ruiz 29 pontos. (Uralochka)
Mammadova 37 pontos. (Omichka)
4ª Partida
Uralochka-NTMK 1 x 3 Omichka-Omsk (19/25 , 25/22 , 18/25 e 21/25)
Ruiz 24 pontos. (Uralochka)
Mammadova 30 pontos. (Omichka)
fonte : volleyservice.ru
volley.ru

Seleção brasileira feminina embarca neste sábado para a Suíça

Falta muito pouco. Na próxima terça-feira (28/05), a seleção brasileira de vôlei feminino estreia na temporada 2013 disputando o torneio Volley Masters, em Montreux, na Suíça, e hoje foi anunciado que a equipe viaja para a Europa neste sábado (25/05).

Enquanto isso, a seleção segue treinando e acertando os últimos detalhes em Saquarema. Nesta quinta-feira (23/05), foi a vez de Dani Lins falar um pouco de sua experiência na seleção. Contestada por alguns torcedores, a levantadora parece ter assimilado a pressão e hoje é a referencia no time que tem várias jogadoras poupadas pelo técnico José Roberto Guimarães.

“Espero iniciar com o pé direito em Montreux. Começamos bem o ciclo olímpico. A equipe tem treinado forte e temos que trabalhar ainda mais. Tanto em 2009 quanto agora temos uma mescla de jogadoras novas e experientes. Isso é muito bom para os dois lados. O grupo está muito animado. Nossos principais objetivos continuam sendo Mundial e Olimpíada”, afirmou Dani Lins.

Além de Dani, estão em treinando no Aryzão as levantadoras Claudinha e Fabíola, as opostos Monique e Tandara, as ponteiras Fernanda Garay, Ellen, Priscila Daroit e Michelle, as centrais Bia, Adenízia, Angélica, Juciely e Letícia Hage, e as líberos Suelen e Camila Brait. De todas, apenas Angélica, contundida, não deverá viajar para a Suíça.

Fonte:. Voleibol Sion

7 de abr. de 2013

Unilever fatura a Superliga Feminina de Volei do Brasil

Favoritismo ganha jogo? Nem sempre.
Hoje no Ibirapuera(SP) vimos a equipe favorita do Sollys Osasco perder de virada pelo Unilever do Rio.
A estrela de Sheilla hoje estava apagada; a jogadora teve uma atuação regular nos dois primeiros sets contrapondo com uma tímida atuação nos sets restantes.
Enquanto isto Natalia,Fabi e a canadense Sara Pavan foram crescendo no jogo mostrando foco,regularidade e volume de jogo.
Não podemos esquecer que o técnico do Rio é o todo poderoso Bernardinho que consegue extrair todas estas qualidades do time.
Com muito ralis e muitas defesas, destacando as defesas da líbero Fabizinha o Unilever do Rio faturou título por 3 a 2, parciais de 22-25, 19-25,25-20,25-15 e 15-9.
A equipe do Sollys que tem a linha de frente formada pelas atletas da seleção feminina BiCampeã Olímpica (Sheilla,Fê Garay,Jaqueline.Thaysa,Adenísia,Camila Brite,Fabíola) começou ganhando os dois primeiros sets com a maior tranquilidade e depois num daqueles "cochilos" ou "síndrome" perderam os 3° e 4° set levando a decisão da partida para o tie-break.
Na verdade quem ganhou com esta decisão foi o público que compareceu no Ibirapuera e mais uma vez o volei feminino sai fortalecido.Agora é focar nos torneios internacionais, principalmente o Mundial.

22 de dez. de 2012

Zé Roberto critica postura do Vôlei Amil em derrota

A segunda derrota do Vôlei Amil em Campinas (SP) na Superliga Feminina foi lamentada pelo técnico José Roberto Guimarães. Para ele, a equipe que perdeu por 3 sets a 0 (30 a 28, 25 a 21 e 25 a 18) para o Banana Boat/Praia Clube jogou "abaixo do seu potencial", na última sexta-feira.
- Nosso time não se comportou bem, jogou abaixo do seu potencial. Em compensação, do outro lado da quadra estava um adversário tocando em todas as bolas. Nós não aparecemos para jogar hoje (sexta-feira). Além disso, a defesa se comportou muito mal - disse o treinador.
As irmãs Michelle e Monique Pavão foram os destaques da vitória do Praia Clube. A ponteira foi eleita a melhor do jogo, enquanto a oposto acabou como maior pontuadora, com 21 pontos.
Com o resultado, a equipe mineira chegou aos 19 pontos (seis vitórias e duas derrotas) e assumiu o segundo lugar da competição. Já o Vôlei Amil caiu para a quarta colocação, com 17 pontos (seis resultados positivos e dois negativos).
O Vôlei Amil buscará a reabilitação no dia 11 de janeiro, contra a Usiminas/Minas (MG), às 20h (de Brasília), na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG). No mesmo dia, a vice-líder encara o Rio do Sul, às 19h30 (de Brasília), no Ginásio do Praia Clube, em Uberlândia (MG).

14 de out. de 2012

Sollys estréia com vitória sobre Bohai Bank/Tianjin no Mundial de Clubes no Catar

O Sollys/Nestlé fez uma estreia segura no Campeonato Mundial de vôlei feminino, na madrugada deste domingo, e derrotou a equipe chinesa do Bohai Bank com tranquilidade. A equipe de Osasco marcou 3 sets a 0, com parciais de 25/13, 25/14 e 25/20, na partida disputada em Doha e válida pelo Grupo A.
Com cinco campeãs olímpicas em Londres 2012 em seu time, o Sollys dominou a equipe adversária. As chinesas conseguiram comandar o marcador apenas durante uma parte do terceiro set, mas o time brasileiro logo se reorganizou, provou sua superioridade e fechou o confronto.
A principal arma ofensiva do Sollys foi a oposto Sheilla, reforço para a temporada 2012/2013. Ela marcou 17 pontos e viu Jaqueline e Thaísa, também titulares da Seleção em Londres-2012, marcarem outros 12 tentos cada. O Bohai Bank teve Yin Na como sua melhor atleta em quadra, com 14 pontos.
O Sollys volta à quadra no Mundial já na manhã desta segunda-feira e deve ter partida bem mais complicada contra o Rabita Baku, campeão da edição passada do torneio. A partida está marcada para as 9h (de Brasília).