31 de jul de 2013

Antes de Grand Prix, Kristin Richards é apresentada no Vôlei Amil

Nesta quarta-feira, a norte-americana Kristin Richards teve contato com sua nova equipe, o Vôlei Amil. A ponteira conheceu a nova casa antes de defender a seleção dos Estados Unidos na abertura do Grand Prix, que será disputado a partir da próxima sexta-feira, e conheceu algumas de suas novas companheiras de equipe.

E, logo na chegada, a jogadora mostrou bom humor e garantiu que vai aprender o idioma local rapidamente. "Em dezembro estarei falando português", declarou Kristin, que espera agradar a torcida do time de Campinas (SP). "Estou muito animada por jogar no Brasil e defender o Vôlei Amil. Estar aqui para o Grand Prix, conhecer esse belo ginásio, que será minha futura casa, a cidade de Campinas e sentir os torcedores, é uma oportunidade única", prosseguiu.

A jogadora dos Estados Unidos se junta às outras atletas do Vôlei Amil no mês de outubro e Kristin Richards não esconde a ansiedade por trabalhar com José Roberto Guimarães, técnico tricampeão olímpico.

"Sem dúvida, trabalhar com o Zé é uma oportunidade incrível. Estou muito animada. Espero me tornar uma jogadora melhor e, tomara, conquistar títulos com o Vôlei Amil", falou, animada. "Sei que temos um time ótimo, jogadoras talentosas e um treinador incrível. Adorei toda a estrutura e realmente estou muito feliz por estar aqui para conhecer minha nova família e começar a fazer parte dela", finalizou.

A ponteira norte-americana tem 27 anos de idade e já passou por equipes da Rússia (Omichka e Fakel), do Azerbaijão (Lokomotiv Baku), da Itália (Conegliano e Piacenza) e da Turquia, onde defendeu o Yesilyurt Kulubu e foi um dos destaques da equipe na última temporada.

Na temporada 2013, Kristin Richards iniciou o ano ganhando o título da Copa Pan-americana com a seleção dos EUA, na qual joga desde 2005. Mesmo não tendo disputado os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, ela teve boas atuações, tendo conquistado os títulos do Montreux Volley Masters de 2010, da Copa Pan-Americana e do Grand Prix, esses últimos em 2012. Na Copa Pan-Americana do ano passado, foi eleita a MVP (Jogadora Mais Valiosa) do torneio. Depois, recebeu o prêmio de jogadora que mais evoluiu em quadra no ano de 2012 pela federação de vôlei dos Estados Unidos.

Treinador faz aniversário - Nesta quarta-feira, o técnico Zé Roberto completou 59 anos de idade e p Vôlei Amil homenageou o profissional do clube, presenteando o treinador com uma cesta repleta de itens especiais e um cartão de aniversário inovador: uma prancheta tática personalizada com votos de felicidade, saúde e sucesso.

Um grupo formado por jogadoras, comissão técnica e staff do Vôlei Amil invadiu a academia da Arena Amil, no horário do treino da Seleção Brasileira, para desejar parabéns ao líder e colega de trabalho.

Gazeta Esportiva

29 de jul de 2013

As mais belas do volei de praia de Long Beach

POLÔNIA DIVULGA LISTA DAS JOGADORAS QUE VÊM AO BRASIL

Neste domingo (29/07), a Polônia divulgou a lista das jogadoras que virão para a primeira etapa do Grand Prix 2013, em Campinas.

Na lista, o principal destaque é Skowronska, querida dos fãs e que já teve seu nome cotado algumas vezes para atuar no Brasil. Confira a lista.

Levantadora: Sadurek-Radecka, Wolosz
Oposto: K.Skowronska, Kaczor
Ponta: Kosek-Rozycka, Konieczna, Sieczka, Polak
Meio de Rede: Martalek, Kakolewska, Efimienko, Tokarska
Libero: Maj e Strasz.

Cesar Cielo comemora o bi mundial dos 50m borboleta: 'Tirei um caminhão das costas'

Cesar Cielo conquistou nesta segunda-feira o seu quinto título mundial em piscina longa. Defendeu o reinado dos 50m borboleta (prova em que também foi ouro em Xangai-2011), mostrou superação após a cirurgia nos joelhos e se disse "mais leve" para os 50m livre, disputa em que tenta o inédito tri. Mesmo acostumado com as vitórias, o brasileiro não conseguiu controlar o choro no pódio.

- Naquela hora do hino, é impossível conter as emoções. Passa um filminho na cabeça, da superação pós-cirurgia nos joelhos, de tudo de que tive de me privar neste semestre. Tirei um caminhão das costas e estou mais leve para os 50 m livre – resumiu.


Cielo completou a prova em 23s01, deixando para trás norte-americano Eugene Godsoe (23s05) e o francês Frederick Bousquet (23s11). O brasileiro Nicholas Santos, que havia feito o melhor tempo na semifinal, terminou em quarto (23s21).

- Eu só tenho a agradecer. É meu sexto ano subindo ao pódio de Mundial, é minha décima medalha de Mundial e veio dourada, quinta vez que sou campeão mundial de longa. Quando eu era menino, realmente não imaginava que fosse chegar aqui – confessou.


Cesar Cielo ainda acrescentou que a medalha de ouro o fez "começar o ciclo olímpico até 2016 com o pé direito":
- Agradeço à minha família, aos meus amigos, ao COB, que pagou a minha preparação (torneios em Miami, Arizona e França antes do Mundial). Não tem segredo, é se preparar e, graças a Deus, este ano tive o COB para acreditar no meu potencial, apostar na minha preparação.


Cesar Cielo volta à piscina do Palau Sant Jordi na próxima sexta-feira (2), quando acontecem as eliminatórias e semifinais dos 50m livre. A final acontece no sábado.

Maria Clara/Carol e Taiana/Talita farão final brasileira em Long Beach


O Grand Slam de Long Beach, nos Estados Unidos, terá uma final brasileira. Nesta sexta-feira, duas duplas brasileiras passaram pela semifinal e, agora, se enfrentam na decisão.
As irmãs cariocas Maria Clara e Carol derrotaram as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler por 2 sets a 0, parciais de 21/15 e 21/12.
Já a dupla formada por Taiana e Talita não teve tanta facilidade, mas também avançou. As brasileiras saíram atrás e precisaram virar para superar as norte-americanas Emily Day e Summer Ross por 2 sets a 1, parciais de 22/24, 22/20 e 16/14.
Agora, Maria Clara/Carol e Taiana/Talita se enfrentam na própria sexta-feira, às 19 horas (de Brasília). Holtwick/Semmler e Day/Summer se enfrentam pelo terceiro lugar do Grand Slam de Long Beach.

Jaqueline e Murilo anunciam chegada do primeiro filho

Integrantes da Seleção Brasileira de vôlei nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, Jaqueline e Murilo esperam a chegada do primeiro filho. Através de seu perfil no Twitter, a jogadora que defendeu o Sollys/Osasco na última temporada festejou a gravidez.
"Nossa, estou recebendo mais mensagens agora do que quando fui bicampeã olímpica! Vejo que o nosso baby já esta sendo amado por muitos", escreveu a jogadora. "Estou muito chorona e me emocionando por cada mensagem que estou recebendo", completou.
O casal viveu uma experiencia traumática em 2011, quando Jaqueline teve complicações na gravidez e acabou perdendo o bebê. Os primeiros exames indicaram que tudo corre dentro da normalidade e o menino é esperado para o final do próximo mês de dezembro.
Após passar por uma cirurgia no ombro, Murilo ainda se recupera e não participou da última edição da Liga Mundial, em que o Brasil ficou com o vice-campeonato. Ja a Seleção feminina inicia, a partir da próxima sexta-feira, em Campinas, a disputa do Grand Prix.

26 de jul de 2013

Ana Moser lidera movimento de atletas por “legado positivo” das Olimpíadas

Ela jogou três Olimpíadas, Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), quando a seleção brasileira de vôlei conquistou sua primeira medalha (de bronze), venceu dois Grand Prix de Vôlei (em 1994 e 1996) e entrou para o seleto grupo do Hall da Fama do Vôlei dez anos depois de deixar de ser atleta profissional. Fora das quadras, não deixou de se dedicar ao esporte, mas com outro foco. Em vez de conquistar medalhas ela luta para que o esporte seja um direito da população. E quer que seja essa a prioridade do Brasil que se prepara para receber as Olimpíadas de 2016.

“O esporte para todos” é o bordão da presidente da associação Atletas pela Cidadania, fundada por ela e outros nomes de peso do esporte nacional como Raí, Joaquim Cruz, Cafú, Dunga, Edmilson, Fernanda Keller, Fernando Scherer (Xuxa), Hortência e o seu colega de vôlei Giovane.

O objetivo é universalizar a prática do esporte nas escolas e incrementar sua prática entre os brasileiros em geral através da criação de um Sistema Nacional de Esporte, com estrutura legal, recursos adequados e transparência. Em vez de passivos espectadores de um megaevento que por enquanto tem trazido mais prejuízo do que benefício à população, Ana e seus colegas querem contribuir para que a realização das Olimpíadas deixe um “legado positivo” para a prática do esporte no Brasil.

Esse é o foco do manifesto “Atletas pelo Brasil” que a associação lança hoje (leia aqui) para chamar a atenção para a necessidade de criar uma política pública para a prática do esporte e apresentar três propostas concretas: a instituição de um comitê interministerial para reestruturar a legislação do sistema esportivo nacional e a criação de um Plano Nacional de Esporte; a aprovação de legislação sobre as condições necessárias para as entidades do Sistema Nacional de Esporte receberem recursos públicos (emenda nº à MP 612 e emenda nº à MP 615); e a total transparência dos investimentos e das apurações referentes às denúncias de violações de direitos humanos nos grandes eventos esportivos.

Em entrevista à Pública, Ana explica em primeira mão o que pretendem os atletas com essas propostas e por que elas podem mudar a realidade do esporte no país. Leia a seguir:

Como foi o seu acesso ao esporte? Eu sou de Blumenau, Santa Catarina. Ali a colonização alemã e italiana é muito forte. E o esporte é cultural; na Europa, faz parte do dia a dia das famílias, das cidades. Então eu comecei antes de ter esporte na escola, num clube, aos sete anos, depois na escola, estudei em colégio particular. Então, quer dizer, eu não sou o padrão. E, para mim, sempre foi esporte pelo esporte, pelas coisas boas que ele traz. Fui virar atleta depois de adolescente, com 17 anos. Até lá o esporte na minha vida era cultural. E essa visão que eu trago nas atuações que eu tenho.

Uma das bandeiras que a ONG Atletas pela Cidadania defende é o esporte acessível a todos os brasileiros. Quão distantes estamos desse cenário? Na real, esporte de pobre e esporte de rico não tem. Todos são carentes nesse sentido. Rico e pobre. Carentes por bons lugares, aptos para a prática esportiva. Nos Estados Unidos, por exemplo, você tem as associações de bairro em que se começa a praticar o esporte até que na escola vira uma coisa mais séria. Mas a raiz é comunitária. E aqui nós não temos isso. Então eu vejo que todos os setores têm carência, e dizer o quão longe a gente está é uma suposição, porque os dados mesmo a gente não tem. Tem algumas pesquisas, mas insuficientes. Eu imagino que estejamos num patamar de 20 a 30% da população que pratica esportes, pessoas realmente ativas.

Publicamente você não se manifestou contra a vinda dos Jogos Olímpicos, mas você me disse que você é contrária. Por que? Acho que não faz sentido. A grande chance na estrutura que estava naquele momento, e acho até que já involuímos de lá para cá, era de direcionar investimentos no esporte para todos, o esporte que não envolve medalhas. Eu tenho até um amigo que é empresário e que investe em esporte, que tem a mesma visão. As Olimpíadas trouxeram o foco no esporte de rendimento, então nós nos estruturamos errado. Há um foco em esporte nesse momento, há muitos investimentos, mas não se consegue investir no esporte para todos. E tem boas ações nesse sentido, no governo, na sociedade civil. Mas na época eu tinha uma visão mais conservadora. Eu achava que se ocorressem os grandes eventos iria se concentrar os investimentos em esporte, tanto na questão da infraestrutura e preparação da equipe olímpica.
Mas eu vi que se se investir só nisso, você não tem impacto embaixo. Por dois anos eu vi isso acontecer no Instituto Esporte e Educação (outra ONG presidida por ela): caiu em 70% a captação de recursos privados para projetos de esportes para todos, para todos os projetos esportivos que não envolvem medalhas. O Ministério do Esporte está construindo ginásios, estádios, cuidando de aeroporto, de orçamento, e daqui a pouco vai cuidar do Parque Olimpíco, botando recurso direto nas confederações e no COB.
Mas, por outro lado, se trouxe o esporte para o centro do interesse nacional. E nós estamos agora querendo juntar forças para lutar por um outro lado: investe em cima, mas estrutura embaixo para tornar sustentável e transformar em legado. Se não, fica aquele negócio: o que que eu ganho com isso?

Você é uma ex-atleta que está militando pelo esporte para todos em nível nacional. Falta mais posicionamento dos atletas e ex-atletas que tenham algum prestígio em questões relacionadas à gestão política do esporte? A gente até criou a ONG Atletas por isso também, para criar entre os atletas essa cultura de participação. Mas em relação a atletas em atividade é complicado. Eu tinha assinado na CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) um código de ética que dizia que eu não poderia falar contra a CBV. Se eu falasse na imprensa alguma coisa eu pagava uma multa. Então é complicado. A gente está caminhando, mas o sistema é ainda muito conservador.

E por que vocês estão lançando esse manifesto agora, que destaca entre outras coisas, as violações de direitos humanos nos megaeventos?

A gente está na rua há uns cinco anos, mais focados nos bastidores, em movimentação interna no esporte, com menos campanhas para fora. É um movimento grande, e estamos sós nesse sentido, ainda ganhando forças. E agora a gente criou uma maturidade, uma condição de irmos para fora com mais força, e quer dar mais visibilidade às denúncias, primeiramente, para mitigar essa situação. Todo mundo sabe que foi feita muita coisa – e muito rápido – na preparação para os grandes eventos esportivos. E tudo muito escondido, em momentos de trocas de gestão, sem que houvesse contrapartidas. Por exemplo, você não tem como fazer um evento para atrair visitantes e deixar que os nossos saiam de suas casas! Seja na condição que for, invasão, “não-invasão”, com cinco ou 40 anos de existência, comunidades foram destruídas. Então somos solidários e queremos ajudar primeiro com a divulgação [das denúncias], para dar mais voz às pessoas que estão nessa situação. E também nos somamos para exigir transparência nos gastos públicos. Tem estudos da FGV que falam em retorno desses investimentos na ordem de R$ 147 bilhões. Queremos nos somar para promover um debate qualificado sobre isso também. Se trará lucro, como vamos distribuí-lo? Se não trará esse lucro todo, como se potencializa esses eventos? Acho que a gente tem que encarar isso com responsabilidade. E enquanto ONG queremos propor discussões como essa.

Outra bandeira que vocês levantam é a revisão do Sistema Esportivo Nacional… Na verdade a construção, porque o sistema nem existe… O esporte de elite e especificamente o futebol é bem estruturado. Mas as outras dimensões não estão. Não existem serviços públicos de esporte a longo prazo. Então o que as Prefeituras investem em termos de esporte atualmente? Ok, tem as escolas, a educação física, teoricamente. Mas depende ali do orçamento em Educação e do que a gestão municipal queira fazer. E o resto da população? Como ela é atendida em esporte? Não existe uma regra para isso, não existe orçamento para isso. As Prefeituras, as Secretarias de Esporte tem 0,5% do orçamento total! Então não existe.
A gente teve programas, o Segundo Tempo, o Mais Educação, em que alguns municípios investiram em mobilidade, pistas de corrida, ciclofaixas, ciclovias, parques, e outros não. Ou uma gestão faz e outras não. Não existe nada estruturante no esporte. Por exemplo, quais as funções da Federação? Do Estado? Do município? Então queremos essa estrutura para guiar os investimentos em esporte.

Quem formaria o Comitê Interministerial, proposto por vocês, e como ele atuaria na disseminação da prática esportiva?

O Comitê seria formado pelos ministérios da Saúde, da Educação e, claro, do Esporte. A questão é como você coloca a questão da disseminação da prática esportiva para todos, mas com uma abordagem em outras áreas de influência. Não é que não tenha nada, existem alguns projetos. Por exemplo, existe o projeto Mais Educação, uma estratégia do Ministério do Esporte junto com o programa de Educação, que injeta dinheiro direto nas escolas, e tem lá no cardápio de opções o esporte, uma meta para se investir em uma política de escola integral, e se pretende também incluir pautas ligadas ao esporte, como a ampliação e a qualificação do esporte para toda a rede pública de ensino.
Há então uma combinação de recursos e de estratégias, entre o Ministério do Esporte e o Ministério da Educação, para ver como é possível viabilizar isto, mas há dificuldades em adequar uma política e uma visão para guiar essa estratégia. O Ministério do Esporte, por exemplo, acha que só professor de educação física pode realizar atividades no Mais Educação. Mas o Ministério da Educação, que é quem tem a escola, não tem professores lá na ponta, aí entra toda uma rede comunitária, com professores de capoeira, tudo mais, para suprir essa demanda. Mas com a Educação já tem uma entrada. Com relação ao [ministério] da Saúde, pensamos em um programa de como usar o esporte na prevenção de doenças coronárias, respiratórias, diabetes…A saúde tem programas, o esporte tem programas, mas como é que se potencializa isso em termos de recurso e como se potencializa isso em termos de se criar uma linha de atuação? E também pensamos em uma participação da sociedade, que teria voz e voto nesse comitê. Porque a sociedade já desenvolve programas e metodologias na ponta, em menor escala, e o poder público tem que dar a escala.

E como a sociedade participaria desse comitê? Isso já existe em outras áreas, na questão da Lei do Aprendiz, por exemplo. Ela também é interministerial: tem o Ministério da Educação, a sociedade civil, as delegacias regionais do trabalho… enfim, tudo que diz respeito ao setor representado. Então os agentes do esporte, o COB, as confederações, a rede de ONGs, as universidades, os conselhos regionais, cicloativistas, enfim, todos aqueles que fazem o esporte acontecer teriam lugar em sua composição. Pretendemos a criação de um projeto de lei para regulamentar e disseminar a organização e a participação de conselhos municipais, estaduais e nacional de esportes, como existe em outras áreas. E também queremos criar um fundo para fazer levantamento de dados, porque não temos praticamente nada e é a primeira coisa necessária para criar políticas públicas. Na área da educação, por exemplo, você tem uma base de dados suficiente para orientar políticas, o Plano Nacional de Educação, na área da saúde também tem. Então é essa mesma evolução que o esporte pode ter e isso que a gente quer dizer com reestruturar o Sistema Nacional de Esporte. Tudo começa com um posicionamento do governo de enfrentar seriamente e dar prioridade a essa estruturação. Enxergar isso como legado dos grandes eventos, e entregar para a sociedade como um legado que vai ficar além de 2016.

E como se faria para criar essa base de dados? Quais atores poderiam ajudar nesse processo? Tem muita gente mexendo com isso, desde a Unicef a ONGs. A gente está criando com o UniEthos uma série de indicadores de monitoramento do esporte nas cidades-sede da Copa do Mundo, que é um programa do Atletas junto com o Instituto para a Educação. Temos muito poucos dados atualmente, dados de educação física no esporte que são sobre as escolas brasileiras da rede pública, com número de quadras abertas ou cobertas, número de professores contratados, mas não se sabe nem se eles estão dando aulas ou estão na parte administrativa, para quantos alunos eles estão dando aula, quantas horas de esporte os alunos praticam por semana, os programas complementares às escolas. Olha que dilema: no Ensino Fundamental I, que é do primeiro ao quinto ano, não tem professor especialista em educação física. Então, teoricamente, tem educação física na grade, mas quem é que dá essas aulas? O professor de sala. Mas qual é a preparação ele tem para dar essas aulas? Qual conhecimento? Qual linha ele segue? Qual política? Enfim, o que ele faz? Ele é atleta amador, ou foi? Como ele dá as aulas? Só roda uma bola? Então essas aulas de educação física não existem na prática, mas ninguém fala disso porque não é um dado que aparece. E isso no Brasil inteiro, não é só no interiorzão, sertão, não. As capitais do nordeste, por exemplo. Em Minas também, você sai de Belo Horizonte, você não acha um professor de educação física.

Vocês também falam também em limitar mandatos de dirigentes esportivos, né? Essa é uma emenda que a gente propôs à MP 612, uma questão importante na moralização, na gestão do esporte. Porque também é recurso público, também representa a nossa bandeira, então é um caminho de avanço que queremos para o nosso esporte. Também propusemos uma adequação na MP 615, que é uma adequação da Lei Pelé. As confederações, as federações e o COB têm direito a recurso público na medida em que tomarem algumas medidas, como a participação de atletas na gestão, fiscalização e eleição de dirigentes, a de estabelecer dois mandatos de quatro anos no máximo, de ter prestação de contas, transparência.

Sobre a atual gestão da Confederação de Vôlei, como você avalia? É um modelo econômico que funciona, tem planejamento a longo prazo. A dimensão que vejo do esporte de rendimento é com as outras dimensões do esporte, o esporte na escola, iniciação esportiva. Por exemplo, existe a Lei Piva, que é um percentual das loterias esportivas, que vai para o COB e ele distribui por critérios próprios para as confederações. O quanto desse recurso é investido nas federações dos estados ou no desenvolvimento do esporte nos estados? No vôlei, você tem um modelo de seleção brasileira, no topo de categoria, com centro de treinamento, e uma Superliga. E agora uma Liga B, mas nos Estados é fraco. Então você tem na verdade uma máquina de renovação [de jogadores] de dez, doze clubes espalhados aí pelo Brasil, mas as federações não agem para disseminar a prática do vôlei na sociedade. Não tem volume, escala da prática esportiva. Quantas crianças praticam o esporte? Quantas crianças de 10 a 16 anos participam de campeonatos regionais? Essa é a questão. Queremos um esporte presente em todos os níveis para as pessoas, para ter uma população ativa. O que é o futebol de várzea, por exemplo? Existe em tudo que é lugar, em todos os níveis, e tem outros esportes também. Mas e o investimento nessas áreas, nesses modelos de praticar o esporte? São debates que estão na rua há muito tempo. É isso que está posto: vão passar a Copa do Mundo e as Olimpíadas, mas fica o que para o país? É isso que estamos questionando.

O que você espera para para o próximo ciclo olímpico, após as Olimpíadas de 2016? Quais pautas a ONG propõe para haver uma preparação melhor? A gente propõe um caminho que começa agora e termina em 2022 de ter todas as crianças em todas as escolas do Brasil com educação física e atividade esportiva, dobrar a prática de esporte na população e construir esse Sistema Nacional de Esportes de maneira que ele garanta uma estrutura legal e de recursos para que o esporte aconteça nas várias condições. Quanto mais o Brasil avançar na disseminação da prática de esportes e na disseminação da cultura ativa, mais a população em geral vai ganhar em qualidade de vida.

Leia Manifesto dos Atletas por uma copa mais decente
APública:.Ana Moser lidera movimento de atletas

25 de jul de 2013

Zé Roberto vê seleção de vôlei motivada para Grand Prix

O técnico José Roberto Guimarães fez uma avaliação positiva da preparação da seleção brasileira feminina de vôlei para a disputa do Grand Prix, que começa no dia 2 de agosto, com a disputa da rodada de abertura em Campinas, no interior de São Paulo. Segundo ele, o grupo está bastante motivado para esse primeiro grande desafio do novo ciclo olímpico.

"Estamos muito motivados no início desse novo ciclo olímpico. O nosso grupo em Campinas é complicado. São times extremamente fortes e candidatos ao título do Grand Prix. Isso faz com que nosso grupo seja exigido e testado. Exatamente esse tipo de jogo que precisamos. Já temos que pensar em tentar chegar a uma final e encontrá-los novamente", disse Zé Roberto.

Em Campinas, o Brasil jogará, pela ordem, contra Polônia, Rússia e Estados Unidos, entre 2 e 4 de agosto. Depois, a competição terá mais duas rodadas, nos fins de semana seguintes, quando a seleção brasileira entrará em quadra em Porto Rico e no Casaquistão, em busca das cinco vagas disponíveis para a fase final, marcada para acontecer em Sapporo, no Japão.

Até agora, mesmo com um grupo renovado em relação ao que foi campeão olímpico no ano passado em Londres, a seleção brasileira ainda está invicta na temporada, com 12 vitórias em 12 jogos. Assim, já conquistou os títulos dos torneios de Alassio (Itália) e Montreux (Suíça), além de ganhar uma série de três amistosos contra o Holanda na região Nordeste do País.

22 de jul de 2013

Vôlei de praia: Juliana é medalha de ouro em torneio na Rússia

Fora do circuito mundial de vôlei de praia desde que encerrou sua parceria com Larissa, Juliana voltou a subir ao lugar mais alto do pódio neste domingo. Atual campeã do mundo, ela foi convidada a formar dupla com a russa Maria Prokopeva na penúltima etapa do Campeonato Russo da modalidade e não fez feio. A parceria derrotou Evgenia Ukolova e Lane Carico por 2 sets a 1 (19-21 21-18 15-5) e garantiu a medalha de ouro em Anapa.

Aos 29 anos, Juliana foi desconvocada da Seleção Brasileira no último mês de maio, após ter criticado publicamente o novo sistema adotado pela Confederação Brasileira de Vôlei para a disputa das competições internacionais, visando a Olimpíada 2016. As convocadas passaram a treinar juntas em Saquarema sob o comando do técnico Marcos Miranda, sem que houvesse uma definição das duplas.

A parceria que rendeu à atleta uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres, duas conquistas dos jogos Pan-Americanos e sete títulos do Circuito Mundial durou nove anos, mas teve um fim após Larissa decidir se afastar das areias no fim de 2012. Agora, Juliana busca meios de se preparar para o circuito brasileiro de 2013/2014.

Fomos dominados por uma equipe melhor", diz Bernardinho

Na noite deste domingo, a Seleção Brasileira voltou a sofrer nas mãos da Rússia e acabou desperdiçando a chance de conquistar o seu décimo título da Liga Mundial. Reconhecendo que fizeram uma partida abaixo do esperado, o técnico do Brasil e os jogadores reconheceram que o adversário foi bem superior.

A queda da Seleção foi, de certa forma, vexatória, já que a Rússia liquidou o duelo decisivo em apenas três sets, aplicando 25/23, 25/19 e 25/19. E Bernardinho reconheceu que a derrota por esse placar foi uma surpresa.

"Não esperava. Eles jogaram muito bem, não soubemos aproveitar", disse o técnico após a partida, em entrevista ao Sportv.
"Temos que ter um pouco de calma com alguns jogadores que estão chegando agora. Uma expectativa muito grande foi criada, mas é natural, a primeira final. E eles jogaram muito bem. É fato. Sacaram bem, defenderam bem. Mas é um processo de construção.

As comparações são exageradas e prematuras. São jogadores de muito talento, que mereceram chegar, mas realmente fomos dominados por uma equipe melhor do que nós nos fundamentos. Mas há de se reconhecer o mérito deles. Precisamos de consistência", destacou o comandante. "Eles souberam nos marcar, dominaram, abriram frente e é complicado jogar com eles estando atrás", admitiu.

E se Bernardinho falou que a seleção russa foi melhor, o mesmo fez seu filho, Bruno Resende. O levantador também exaltou os méritos do adversário e não escondeu a frustração.

"Normal não (a derrota), pois a gente não esperava. Queríamos o título. Mas temos que reconhecer que eles foram superiores. Quando deixa abrir (a Rússia) vantagem, fica difícil, pois forçam o saque e crescem no jogo. Foi o que aconteceu", observou. "É preciso ter paciência. Estamos buscando entrosamento, é um grupo novo. Temos que aprender com derrota. Saímos de cabeça erguida, mas frustrados, porque poderíamos ter feito um pouco melhor", declarou Bruninho.

Lucarelli, maior pontuador do Brasil na final, com oito pontos, também comentou os erros do time. Para o ponteiro, a Seleção tem que tirar lições dessa derrota.

"Nós erramos bolas que não precisava. Tomara que a gente corrija os erros, amadureça com tudo o que fizemos de ruim", falou. Perdemos a cabeça em certos momentos, e isso não pode acontecer", concluiu.

21 de jul de 2013

Brasil leva um sonoro 3x0 e a Russia mais uma vez é campeã da Liga Mundial2013

A Seleção Brasileira masculina de vôlei voltou a cair diante da Rússia e, neste domingo, acabou com o vice-campeonato da Liga Mundial. Apática dentro de quadra na cidade argentina de Mar del Plata, a equipe de Bernardinho sucumbiu novamente diante de seu "novo carrasco" recente e foi derrotada por 3 sets a 0, parciais de 25/23, 25/19 e 25/19.

O duelo deste domingo é apenas mais um capítulo de uma freguesia que vem se desenhando nas últimas temporadas entre as duas seleções: recentemente, em partidas oficiais, o Brasil caiu diante da Rússia na final Liga em 2011, na decisão da medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012 e na primeira rodada da Liga Mundial, na quarta-feira.

Maior campeão da competição, o Brasil, que poderia ter conquistado seu décimo título, acabou vendo a equipe adversária erguer a taça do torneio pela terceira vez. O destaque da final foi o russo Nikolay Pavlov, que enterrou 22 bolas na quadra brasileira - para se ter uma ideia, ele fez mais pontos que os três principais atacantes nacionais no jogo, juntos: Lucarelli (8), Vissotto e Wallace (6 cada).

A partida começou de maneira insólita e a favor da Seleção Brasileira: apática, a Rússia entrou em quadra desligada, abusando dos erros e permitindo que o time verde-amarelo abrisse uma surpreendente vantagem de 5/0. Os europeus, entretanto, acordaram a tempo: viraram e tiveram quatro pontos de frente em 15/11.

O set voltou a ficar equilibrado e empatado em 19/19, até o Brasil recuperar a vantagem e ficar a três pontos da vitória, com 22/21. Os russos, entretanto, não se precipitaram: viraram para 24/22 e fecharam a disputa em 25/23

. Se a primeira etapa de jogo foi equilibrada, a segunda foi completamente diferente. A seleção russa destruiu o Brasil, conservando durante boa parte do set com uma vantagem de pelo menos quatro pontos. Resultado: fechou com 25/19.

O panorama não mudou na parcial seguinte. Bernardinho até tentou sacudir a Seleção trocando o levantador Bruninho por William Arjona, mas a Rússia continuou extremamente poderosa. Os europeus abriram vantagem no marcador e, após terem 10/4, apenas administraram a diferença até Pavlov cravar a última bola do jogo na quadra e fechar final em uma hora e 24 minutos.

20 de jul de 2013

Liga Mundial: Brasil domina Bulgária e reencontra Rússia na final

A Seleção Brasileira masculina de vôlei não tanta dificuldade para garantir a vaga na final da Liga Mundial. Os comandados de Bernardinho até oscilaram depois de um início fácil, mas venceram a Bulgária na semifinal deste sábado por 3 sets a 1, parciais de 25/12, 25/17, 23/25 e 25/16.
Agora, o Brasil faz a final da Liga Mundial contra a Rússia, que, mais cedo, havia derrotado a Itália por 3 sets a 1. A partida marcará o reencontro entre as duas equipes, que fizeram a final dos Jogos Olímpicos de Londres no ano passado e que se encararam na primeira rodada desta fase decisiva da Liga Mundial. Os russos venceram os dois embates por 3 sets a 2.

A Seleção entrou em quadra de maneira arrasadora e, com um saque potente, destruiu a defesa da Bulgária. O time brasileiro precisou de apenas 20 minutos para fechar o primeiro set e de mais 25 para abrir 2 a 0 e ficar a apenas uma parcial da decisão.

A vantagem confortável fez com que o Brasil voltasse em quadra mais relaxado para o terceiro set, e a Bulgária aproveitou: chegou a abrir 8/4. A Seleção melhorou, mas esbarrava nos próprios erros de saque (chegou a errar três de maneira consecutiva) e não conseguia encostar no marcador.

O time chegou a reduzir a diferença para um ponto até o 24/23, mas permitiu que a Bulgária vencesse a parcial e forçasse o quarto set. Pior: ainda viu Dante se chocar com Lucarelli no último ponto e sair de quadra carregado, com dores no joelho direito.

Mesmo sem seu jogador mais experiente, o Brasil voltou mais motivado para o quarto set e voltou a comandar as ações contra a Bulgária. Rapidamente o time de Bernardinho abriu vantagem e concluiu a vitória para se garantir na decisão da Liga.

O destaque da partida foi o oposto brasileiro Wallace, autor de 24 pontos neste sábado. O Brasil ainda contou com boas atuações do ponteiro Lucarelli, com 15 acertos, e o central Lucão, com dez. Pelo lado da Bulgária, apenas Todor Aleksiev conseguiu dígitos duplos, com 16 bolas derrubadas.

A final da Liga Mundial está marcada para as 20h (de Brasília) deste domingo, em Mar del Plata. Antes, Itália e Bulgária decidem o terceiro colocado da edição 2013 do torneio.

Liga Mundial: Rússia vence Itália e se classifica para decisão

Atual campeã olímpica, a seleção russa masculina de vôlei se classificou neste sábado para a final da Liga Mundial. Na cidade argentina de Mar del Plata, a equipe avançou para a decisão ao derrotar a Itália na semifinal por 3 sets a 1 (25/12, 25/23, 24/26 e 25/20). O rival será o Brasil.

A Rússia contou com uma atuação impressionante de Nikolay Pavlov, maior pontuador da partida com 21 acertos, e bons desempenhos de Alexey Spiridonov (14 pontos), Evgeny Sivozheelez e Dmitriy Muserskiy (12 cada). Para os italianos, Ivan Zaytsev pontuou 17 vezes.

Os russos pegarão às 20h (de Brasília) de domingo a Seleção Brasileira, que venceu a Bulgária também por 3 a 1 neste sábado, mais tarde.

Já a Itália disputará o terceiro lugar da competição também neste domingo, às 16h30 (de Brasília).

19 de jul de 2013

Após vitória da Itália, Brasil pegará Bulgária na semi da Liga Mundial

Foi definido na noite desta sexta-feira o adversário do Brasil na semifinal da Liga Mundial. A Seleção Brasileira, que terminou em primeiro lugar no Grupo E em Mar del Plata (ARG), enfrentará a Bulgária, que ficou em segundo no Grupo D. A partida será realizada neste sábado, às 20h (de Brasília), no Ginásio Poliesportivo Islas Malvinas.

A definição do duelo aconteceu após a vitória da Itália sobre a Argentina por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 23/25, 25/17 e 25/22. Com o resultado, a Itália terminou como líder de sua chave, com seis pontos. A Bulgária somou três, e os donos da casa foram eliminados sem obter um ponto sequer na fase final, após duas derrotas.

Antes de Brasil e Bulgária, será realizada a outra semifinal da Liga Mundial. A Itália enfrentará a Rússia, segunda colocada na chave do Brasil. A partida começará às 16h30 (de Brasília).

O time do técnico Bernardinho já enfrentou a Bulgária duas vezes na lLga neste ano. Os jogos foram realizados em Brasília, e o time da casa venceu ambas as partidas por 3 sets a 1. Itália e Rússia também fizeram dois duelos, mas com mais equilíbrio, com um triunfo para cada lado.

Brasil está na semifinal após vencer o Canadá por 3x0 .Bóra Brasil

O Brasil evitou uma surpresa no Grupo E da Liga Mundial. Nesta sexta-feira, a Seleção Brasileira derrotou o Canadá por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 30/28 e 25/20, e se classificou na primeira posição da chave.

Os brasileiros não começaram bem, errando muito e chegando à primeira parada perdendo por 8 a 5. O Canadá liderou a parcial em 11 a 10 logo depois, mas a Seleção Brasileira iniciou uma reação nesse momento, marcando seis pontos em sequência. A equipe não encontrou maiores dificuldades depois disso e fechou o set em 25 a 18.

A segunda parcial começou equilibrada, com as equipes se alternando na liderança e o Brasil chegando à primeira parada com vantagem de 8 a 7. A Seleção voltou a encaixar uma boa sequência, abrindo vantagem de 14 a 10.

O Canadá, porém, reagiu e alcançou o empate por 18 a 18. As equipes voltaram a se alternar na frente e os norte-americanos chegou a ficar na frente por 23 a 21, e mais tarde, por 28 a 27. Uma sequência de três erros dos adversários, porém, garantiu ao Brasil a vitória por 30 a 28.

A Seleção teve o seu melhor início de set no terceiro, chegando à primeira parada com vantagem de 8 a 4. O Canadá, porém, alcançou o empate por 15 a 15 e ficou mais próximo, evitando que os brasileiros abrissem mais do que três pontos de diferença. O equilíbrio só durou até o Brasil liderar por 22 a 18. Depois disso, a equipe manteve o ritmo até fechar a parcial em 25/20.

Dessa forma, a Seleção Brasileira evita uma surpresa igual à ocorrida no jogo entre Canadá e Rússia, quando os europeus, favoritos, chegaram a abrir 2 sets a 0 de vantagem, mas acabaram sofrendo a virada e perdendo por 3 a 2.

O Brasil chega aos quatro pontos e se classifica na primeira posição do Grupo E, com a Rússia passando em segundo. Com a classificação atual, o Brasil pegaria a Bulgária, segunda colocada no Grupo D na semifinal. No entanto, uma vitória da Argentina sobre a Itália no jogo que acontece mais tarde nesta sexta-feira pode mudar o cenário da chave.

Vôlei Amil anuncia contratação da líbero Stephany

O Vôlei Amil anunciou nesta quinta-feira o nome de sua segunda líbero para a temporada 2013/2014. Para fazer sombra à Michelle Daldegan, Stephany Carvalho da Silva, filha do ex-levantador William, comporá o elenco do time de José Roberto Guimarães.

A atleta, de 27 anos e 1,68m, acumula em seu currículo passagens por equipes como Vôlei Futuro, Osasco, Sesi, Brasília e Campos. Na última temporada, ela vestiu as cores do São Bernardo, mas não viveu grande fase, assim como todo o elenco.

Agora, ela se junta a nomes de grande expressão do vôlei nacional. A equipe já acertou sua base para entrar na briga pelo título da Superliga 2013/2014. Dentre os destaques, estão as ponteiras Natália e Richards, a oposto Tandara, a levantadora Claudinha e as centrais Walewska e Carol Gattaz.

O Vôlei Amil se prepara para disputar a Copa São Paulo e o Campeonato Paulista, que servirão de preparação para a Superliga, programada para setembro.

Brasil x Canadá pela classificação na Liga Mundial

O jogo contra a Rússia, na estreia da Fase Final da Liga Mundial, só não faz parte do passado porque da derrota por 3 sets a 2 foram tiradas algumas lições. Segundo o ponteiro Dante, jogador mais experiente da seleção brasileira masculina de vôlei, o resultado na primeira partida não muda em nada na disposição da equipe para o próximo confronto, que será contra o Canadá, nesta SEXTA-FEIRA (19.07), às 16h30, no ginásio Islas Malvinas, em Mar del Plata, na Argentina. Com uma vitória por 3 seta a 0 ou 3 sets a 1, o Brasil estará nas semifinais.

E a palavra de quem defende Brasil há 15 anos tem um peso grande em uma hora como erra. Dante já viveu a situação de ser superado na primeira partida da Fase Final e, junto com o grupo, deu a volta por cima e chegou a conquista do título. Dessa vez, na posição de mais experiente do grupo, o ponteiro não reluta em afirmar que o Brasil continua com muitas chances de sair da Argentina com o decacampeonato da Liga Mundial.

- Perder na estreia de uma fase decisiva é sempre ruim, mas o que tirar de positivo do jogo contra a Rússia?

Dante: Perder de 3 a 2 e fazer um ponto é menos ruim no contexto geral, mas temos que tirar os dois sets bons que fizemos, o segundo e o terceiro, que foram bem regulares. Não demos muitos pontos para o adversário e isso é sempre importante. Acho que é bom tirarmos como base para o nosso time esses dois sets que jogamos bem e agora temos que seguir adiante com a mesma determinação.

- Você já viveu a situação de perder na primeira partida e depois conquistar o título?

Dante: Já passei por isso mais de uma vez. Me lembro de 2006, quando tomamos um 3 a 0 da Bulgária no primeiro jogo da Fase Final, em Moscou, na Rússia, e saímos de lá com o título. Essa é apenas mais uma prova de que o resultado do jogo de ontem não interfere, nem diminui a nossa vontade de buscar mais um campeonato para o Brasil. Era um confronto direto e, a partir de agora, só depende do nosso time. Nós temos um ponto e a Rússia, dois. A diferença é pequena. Não temos que lamentar muito essa derrota, porque Fase Final é assim. Ganhando ou perdendo, já tem que pensar no próximo jogo.

- Como você tem procurando motivar o grupo? É preciso motivá-los?

Dante: Não é preciso mesmo. Temos um grupo muito bom, forte, unido e que está em Mar del Plata pensando apenas na conquista do título. Claro que a preocupação tem que ser jogo e agora nosso foco está no Canadá. Mas garanto que o ânimo e a confiança

continuam os mesmos.

- Qual a melhor forma de entrar em quadra contra o Canadá para buscar a classificação?

Dante: Amanhã temos que ter postura de jogar uma final. Essa vai ser a primeira final que vamos jogar daqui para frente. A partir de amanhã, é tudo ou nada. É vencer e seguir adiante ou perder e voltar para casa. Como ninguém aqui cogita a segunda possibilidade, todas as nossas forças estão unidas na busca pelo mesmo objetivo: vencer amanhã e seguir adiante.

Vissotto ainda é dúvida para amanhã

Após sentir o joelho e ter que deixar a quadra no segundo set do jogo contra a Rússia, o oposto Leandro Vissotto não voltou mais e permanece como dúvida para o confronto conta o Canadá. Acompanhado pelo médico da seleção brasileira, Álvaro Chamecki, o atacante fez em exame na manhã desta quinta-feira (18.07), que apontou um edema no tendão patelar do joelho esquerdo.

“Na hora do jogo senti uma dor muito intensa no joelho e tive que sair. Hoje pela manhã fizemos uma ressonância magnética e deu um edema pequeno, mas nada muito grave. Agora vamos tratar, fazer fisioterapia, para estar à disposição do Bernardo o mais rápido possível”, disse Vissotto.

Segundo o médico da seleção brasileira, Alvaro Chamecki, ainda não é possível garantir quando o jogador estará de volta. Só é certo que Vissotto não vai participar do treino de hoje.

“Fizemos o exame, que apresentou apenas um edema no tendão patelar do joelho, e agora vamos avaliar dia a dia, de acordo com a evolução clínica. Não podemos precisar agora se ele já consegue jogar amanhã. Uma nova avaliação será feita a cada dia para sabermos quando ele poderá voltar”, afirmou Chamecki.

CBV

Canadá vira para cima da Rússia e embola grupo E da fase final da Liga Mundial

O grupo E da fase final da Liga Mundial está embolado. Nesta quinta-feira, em Mar del Plata, na Argentina, o Canadá virou de forma sensacional e derrotou a Rússia por 3 sets a 2 (20/25, 21/25, 25/23, 25/21 e 15/11). Na quarta, os atuais campeões olímpicos superaram o Brasil também no tie-break.

A Rússia lidera o grupo com três pontos, mas já encerrou sua participação. O Canadá tem dois, enquanto o Brasil soma um. Nesta sexta-feira, às 16h30 (de Brasília), a seleção comandada por Bernardinho decide a sua sorte na competição diante da equipe da América do Norte. A outra chave tem Argentina, Itália e Bulgária.

O Brasil se classifica com uma vitória por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1. Ficaria em primeiro do grupo e levaria a Rússia também à semifinal. A derrota, seja por qualquer placar, elimina a seleção. Se o triunfo brasileiro for por 3 sets a 2, acontece um triplo empate e tudo será decidido nos pontos average.

Itália derrota Bulgária e fica perto de classificação à semi da Liga Mundial

Favoritas à classificação para as semifinais, já que a anfitriã Argentina chegou à fase final justamente por ser sede e não apresenta um desempenho do mesmo nível dos adversários, Bulgária e Itália duelaram em busca do primeiro lugar do Grupo A. Depois de um disputado duelo entre Canadá e Rússia em Mendoza, as seleções europeias não deixaram a desejar e também fizeram um bom jogo. Ainda na estreia, os italianos foram superiores e garantiram a vitória por 3 sets a 1, com parciais de 25/18, 18/25, 25/22 e 26/24.

Após o bom início, com uma vitória na competição, justamente contra a seleção da casa, a Bulgária não começou bem a partida e fo surpreendida pela Itália. Com um desempenho do adversário inferior ao que era esperado, os italianos precisaram de 23 minutos para fazer 25 a 18 e abrir 1 a 0 na partida.

O segundo set foi muito parecido com o primeiro, teve o mesmo placar e a mesma duração de jogo, mas os papéis foram invertidos. Depois de uma primeira parcial apagada, a Bulgária acordou na partida, dominou os italianos e empatou em 1 a 1, mostrando que a briga pelo primeiro lugar da chave seria acirrada.

Após "colocar a casa em ordem", Bulgária voltou melhor para o terceiro set, abriu vantagem sobre a Itália, mas não conseguiu manter o mesmo ritmo. Os italianos, por outro lado, mostraram um desempenho surpreendente nos minutos finais, empataram a partida e viraram na sequência, passando à frente novamente, fechando em 25 a 22.

O último set do jogo foi ainda mais disputado. Para ficar ainda mais perto da vaga, a Bulgária novamente começou melhor, ficou à frente do marcador em boa parte do tempo, mas não manteve o ritmo. Os italianos, que faziam a estreia na fase final, se aproveitaram dos erros búlgaros e fecharam o jogo em 26 a 24, ficando a um triunfo das semifinais.

Nesta sexta-feira, às 20h (de Brasília), a Itália volta às quadras para confirmar sua classificação para as semifinais diante da Argentina. As duas seleções que avançarem pelo Grupo A encaram as equipes que garantirem as vagas da chave B, na qual o Brasil encara o Canadá.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

17 de jul de 2013

Liga Mundial: Brasil estreia com derrota para Rússia em jogo tenso

A Seleção Brasileira teve uma estreia complicada na fase final da Liga Mundial de vôlei. Nesta quarta-feira, reeditou a final olímpica dos Jogos de Londres e foi novamente derrotada : levou 3 sets a 2, parciais de 25/17, 23/25, 22/25, 25/19 e 15/11, em partida marcada pela troca de provocações e pelo nervosismo brasileiro.

O resultado em Mar del Plata, Argentina, dá dois pontos aos russos e um ao Brasil, pelo fato de ter vencido dois sets, apesar da derrota. As equipes compõem o Grupo B da competição. O Brasil volta a jogar na sexta-feira, quando enfrenta o Canadá, a outra equipe da chave. Já os russos jogam contra os canadenses nesta quinta.

A Seleção Brasileira lidou com a inegável qualidade russa no vôlei aliada às provocações recorrentes durante toda a partida. Em duas oportunidades o árbitro parou a partida para advertir jogadores – duas para os russos e uma para os brasileiros – por conta de xingamentos, encaradas e gestos trocados na rede. Essa foi uma constante até o tie-break.

O maior provocador foi Alexey Spiridonov, que chegou a levar cartão vermelho, punição que sede um ponto ao adversário. Mas quem definiu a partida a favor da Rússia foi Nikolay Pavlov, que fechou o confronto como o maior pontuador, marcando 25 vezes. Além disso, a equipe europeia ganhou 34 pontos em erros brasileiros.

Faltou tranquilidade para o time de Bernardinho matar a partida depois de sair perdendo, com derrota no primeiro set. A virada para 2 a 1 ocorreu com bom desempenho de Lucarelli e Lucão, os maiores pontuadores brasileiros, com 13 cada um. O experiente Dante também foi bem em momentos críticos, mas mesmo assim a Seleção não resistiu ao forte bloqueio russo e agora terá de buscar a recuperação.

Brasil inicia fase final da Liga Mundial contra algoz olímpico

Embalado pela liderança conquistada no Grupo A da primeira fase da Liga Mundial, a Seleção Brasileira masculina de vôlei inicia nesta quarta-feira, contra Rússia, às 17h30 (de Brasília), em Mar Del Plata, sua trajetória na fase final. Maior vencedor da competição, com nove títulos, o time comandado por Bernardinho busca mais um troféu depois de acumular 90% de aproveitamento (nove vitórias em dez jogos) nesta edição do torneio internacional.

Mesmo em fase de renovação com a saída de renomados jogadores, como o atacante Giba, o líbero Serginho, o levantador Ricardinho e o meio de rede Rodrigão, o Brasil se manteve atuando em alto nível. Lucarelli, Maurício Borges, Éder e Isac são alguns dos maiores expoentes da nova geração comandada pelo treinador Bernardinho.

"A equipe chega bem. Claro que tivemos altos e baixos naturais de mudanças, de testes, mas chega para essa fase leve, com um astral bacana, e as vitórias nos deram essa confiança. Mas é óbvio que estamos em uma final, onde estão as equipes mais fortes. Uma estreia contra a Rússia nem precisa falar muito. Gera uma ansiedade natural também pela disputa de vaga", destaca o técnico.

Classificado no Grupo A na fase inicial, o Brasil mediu forças com Estados Unidos, Bulgária, França, Polônia e Argentina na chave. A única derrota aconteceu diante da França, por 3 sets a 1, no último dia 29 de junho. Agora, está classificado no Grupo E, tendo Canadá e Rússia como adversários.

Os russos, inclusive, ainda causam lembranças no levantador Bruninho, presente na final dos Jogos Olímpicos de Londres na última temporada. Na ocasião, o Brasil abriu 2 sets a 0 no marcador e teve dois match points no terceiro set. Entretanto, comandada por Muserskiy e Mikhaylov, a equipe europeia virou o placar e acabou com a medalha de ouro.

"Eles têm uma quantidade de jogadores excepcional. A base que vem jogando a Liga Mundial é a que está aqui, com alguns jogadores voltando de contusão, outros bem, enfim, acho que é um time com características próprias. A dificuldade contra eles é sempre enorme", analisa o capitão nacional.

A principal novidade no embate desta quarta-feira será o líbero Alan, chamado para compor o grupo na vaga do central Mauricio Souza. Com isto, a Seleção Brasileira será representada na fase final por Bruninho, William, Leandro Vissotto, Wallace, Lucão, Éder, Isac, Dante, Lucarelli, Thiago Alves, Lipe, Maurício Borges, Mário Jr e Alan.

A outra chave da fase final será disputada entre Argentina, Itália e Bulgária. As duas melhores seleções de cada grupo avançam as semifinais, onde medem forças em 20 de julho. A grande decisão será realizada neste domingo. Em jejum, o Brasil não conquista o título desde 2010, quando triunfou diante da Rússia.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

14 de jul de 2013

Brasil domina Holanda e conquista mais uma vitória em Natal

Em fase de preparação para disputa do Grand Prix, a Seleção Brasileira feminina de vôlei triunfou mais uma vez diante da Holanda, neste domingo, no Ginásio Nélio Dias, em Natal. Atuando em território potiguar, a equipe comandada por José Roberto Guimarães não encontrou maiores dificuldades para conquistar seu terceiro triunfo sobre o time europeu, desta vez por 3 sets a 0, com parciais de 25/11, 25/19 e 25/16.

Poupando a oposto Sheilla para evitar algum tipo de problema físico, José Roberto escalou a Seleção com: Dani Lins, Monique, Adenízia, Juciely, Fê Garay, Gabi e Camila Brait. Municiado pela levantadora do Sesi, o ataque brasileiro mostrou grande efetividade e teve desempenho avassalador no primeiro set, triunfando por 25 a 11.

Na segunda parcial, a equipe nacional teve a mesma atuação na defesa e a partida ganhou ritmo mais equilibrado. Entretanto, mais uma vez as atletas brasileiras foram superiores e fecharam por 25 a 19. No set derradeiro, com bom aproveitamento nos bloqueios e contra-ataques, o Brasil encerrou o jogo com vitória por 25 a 16, totalizando 3 sets a 0.

O resultado obtido no Rio Grande do Norte confirmou o bom momento da equipe comandada por José Roberto Guimarães, que chegou à décima vitória consecutiva na temporada. Em grande fase, o time chega embalado para a disputa do Grand Prix, que será realizado entre os próximos dias 1 de agosto e 2 de setembro.

Maior vencedor da competição mundial, com oito títulos, o Brasil não conquista o troféu desde 2009, quando triunfou diante da Rússia na decisão. Nos últimos três anos, as atuais bicampeãs olímpicas sucumbiram diante dos Estados Unidos na final do torneio. A equipe nacional está classificada no Grupo A, onde mede forças com as norte-americanas, Rússia e Polônia.

Gazeta Esportiva.Net

Bernardinho: "primeira etapa foi cumprida, agora vem passo decisivo

Exigente, Bernardinho não esboçou nenhum sorriso após a vitória sobre os Estados Unidos pela última rodada da fase inicial da Liga Mundial de vôlei - o Brasil se classificou com nove vitórias em dez partidas. O técnico reconheceu, no entanto, que a reformulação da equipe tem dado certo. Mas aguarda como o time recheado de novatos vai se comportar na etapa decisiva, que começa quarta-feira, na Argentina.

“Jogar contra os Estados Unidos foi um teste importante. Concordo com o técnico deles que eles erraram muitos saques, mas quando entrou, havia pressão. Nossos jogadores precisaram ter muita concentração na recepção porque tínhamos apenas um especialista no fundamento (o líbero Mário Júnior). E isso eles mostraram”, afirmou Bernardinho.


O técnico escalou três dos novatos desde o início: o levantador William, o oposto Lipe e o meio-de-rede Maurício Souza. E ficou satisfeito com o que viu. “Temos um grupo em condições de jogar as finais, mais do que um time de apenas seis jogadores. A primeira etapa foi cumprida bem. Agora a gente precisa dar o passo decisivo ainda melhor”, disse Bernardinho.

A Seleção Brasileira masculina de vôlei estreia na fase final da Liga Mundial na próxima quarta-feira contra a Rússia, adversário que tirou a medalha de ouro olímpica dos brasileiros em Londres no ano passado. Na sexta-feira, enfrenta o Canadá.

“É um grupo difícil. Canadá é um time que joga certinho e Rússia é sempre perigosa. Em relação à Olimpíada, Mikhaylov não vai jogar porque parece que vai operar o ombro. Há algumas mudanças, mas o sistema é igual. É potência, é bloqueio.

Precisamos ter paciência e consistência se quisermos vencê-los”, explicou Bernardinho.


Na fase de preparação para a Liga Mundial, o Brasil disputou dois amistosos com a Rússia. Venceu ambos por 3 sets a 1.
“Nós já conhecemos eles. Confesso que não vinha acompanhando todos os jogos porque não era o nosso foco, mas sabemos como eles jogam. Agora é dar uma olhada nos vídeos e focar um pouco mais. Nesta segunda-feira já estaremos na Argentina treinando”, disse Bernardinho.


Brasil coloca duas duplas na decisão masculina do Grand Slam de Gstaad

A dupla Lili/Bárbara Seixas está na final do Grand Slam de Gstaad, do Circuito Mundial de vôlei de praia. As brasileiras asseguraram vaga na manhã deste sábado ao superar as alemãs Ludwig e Walkenhorst por 2 sets a 0, com parciais de 21 a 18 e 21 a 15.

Com a vitória, as brasileiras emplacaram a quarta vitória consecutiva sem perder nenhum set sequer. Ou seja, desde a vitória na eliminatória da segunda fase, quando bateram as holandesas Van der Vlist e Wesselink por 2 a 0, Lili e Bárbara Seixas não deixaram as adversárias pontuarem nenhum set.

Na outra semifinal, Chen Xue e Zhang Xi, atuais campeãs mundiais, venceram Taiana e Talita, líderes do ranking, com parciais de 21/16 e 21/17. Superadas pelas asiáticas, as brasileiras tentarão conquistar o terceiro lugar contra Ludwig e Walkenhorst neste domingo.

William e Wallace comemoram oportunidade dada por Bernardinho

O Brasil não pôde contar com Bruninho, Leandro Vissoto e Dante no jogo contra os Estados Unidos, neste sábado. Mesmo assim, a equipe jogou bem e venceu por 3 sets a 1. Com a ausência de nomes importantes, os suplentes puderam mostrar trabalho e mantiveram o nível da equipe. Após o triunfo, Wallace e William, dupla do Sada/Cruzeiro, comemoraram a oportunidade de jogar diante da torcida no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

"Jogar é sempre bom, é o que gosto de fazer e me divirto muito estando dentro de quadra. Sabemos a função de cada um dentro da equipe, mas sempre que a oportunidade é dada, vou aproveitá-la da melhor maneira", comemorou o levantador William, que disputa a Liga Mundial pela primeira vez.

Com a vitória, a Seleção Brasileira garantiu a classificação no primeiro lugar da competição com um jogo a menos. Garantido na próxima fase, Wallace também se sentiu em casa e ressaltou a importância de sua boa atuação.

"Hoje me soltei mais em quadra, está sendo uma boa experiência voltar a jogar este final de semana e, independente de estar classificado ou não o mais importante, repito, é poder jogar bem e aproveitar a oportunidade de ajudar a equipe", afirmou o oposto.

Além dos atletas, quem também reconheceu o bom desempenho dos suplentes foi o treinador Bernardinho. "É bom ver que os jogadores que tiveram mais espaço hoje renderam bem. Essa vitória foi muito importante, já que considero os Estados Unidos um time muito forte neste atual ciclo olímpico", afirmou o técnico.

13 de jul de 2013

Lucão comemora 4 aces consecutivos, mas diz que não é novidade

Jogador importante na vitória do Brasil sobre os Estados Unidos, por 3 sets a 1, neste sábado, Lucão anotou quatro aces consecutivos, marca que surpreende o próprio jogador, mas que segundo ele não é algo inédito.

"Acho que eu já fiz isso uma vez, quando jogava em Santa Catarina, mas realmente é uma coisa muito rara. Contei muito com a sorte, foram quatro bolas quase em cima da linha e fica difícil para quem vai receber o saque", comentou o meio de rede.

Os quatro pontos seguidos de saque aconteceram no segundo set. Com a sequência, a Seleção Brasileira abriu uma vantagem de 12/6 e, na sequência, venceu a parcial com tranquilidade. Já classificados, os brasileiros garantiram o primeiro lugar no Grupo A da Liga Mundial mesmo com uma partida a menos. Neste domingo, as duas equipes voltam se enfrentar, às 9h45 (de Brasília), também no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Bernardinho valoriza a atuação dos reservas com a vitória sobre EUA por 3x1

Com o time garantido na próxima fase da Liga Mundial, o técnico Bernardinho aproveitou para usar alguns suplentes no confronto com os Estados Unidos, disputado na manhã deste sábado. Satisfeito, o técnico valorizou o triunfo e a atuação dos reservas.

"É bom ver que os jogadores que tiveram mais espaço hoje renderam bem. Essa vitória foi muito importante, já que considero os Estados Unidos um time muito forte neste atual ciclo olímpico", declarou o comandante após a vitória por 3 sets a 1, no Rio de Janeiro.

"Precisamos melhorar a virada de bola. Temos que jogar com inteligência e vamos treinar hoje novamente com os jogadores que não atuaram. Queremos vencer. Mesmo classificados, isso não muda. Sempre entramos em quadra na busca pela vitória", reiterou Bernardinho, exigente.

Indisposto, o levantador Bruninho não participou da partida disputada no Maracanãzinho, assim como os experientes Dante e Vissotto, poupados para a fase final. Desta forma, nomes como Thiago Alves, Maurício Borges, William e Wallace ganharam espaço.

"Tivemos altos e baixos, mas foi uma boa partida. Entraram em quadra alguns jogadores que não vinham atuando, e isso é muito bom, pois o Bernardinho vai precisar de todo o grupo durante a competição. Temos que melhorar principalmente nosso contra-ataque", disse Lucarelli.

Sem Bruninho, Éder teve a chance de entrar em quadra na condição de capitão e avaliou o desempenho do time de maneira crítica.
"Começamos com muita vontade e pouca inteligência. Conseguimos uma virada muito boa no primeiro set e mantivemos o ritmo no segundo, mas deixamos cair no terceiro. Precisamos mudar isso na fase final", disse.

12 de jul de 2013

Brasil pega EUA com mudanças já pensando na fase final

A classificação antecipada à fase final da Liga Mundial masculina de vôlei fez o técnico Bernardinho planejar mudanças na Seleção Brasileira. A equipe, que enfrenta os Estados Unidos duas vezes neste fim de semana no Rio de Janeiro, contará com atletas que não tiveram espaço no time em partidas anteriores.

Na liderança do Grupo A da Liga Mundial, com 19 pontos ganhos, o Brasil já está na fase final da competição, disputada entre os dias 17 e 21 de julho. Os Estados Unidos, com 12, ainda sonham com a classificação..

"Treinamos forte durante a semana. Claro que queremos fazer boas partidas contra os Estados Unidos e vamos testar alguns jogadores. O Bruno sentiu um mal estar hoje e o Vissotto sentiu um desconforto na panturrilha e talvez sejam dúvidas. Mas o Dante vai ser poupado, com o Thiago Alves jogando no lugar dele. Vamos avaliar a condição física de todos os jogadores", explicou o técnico Bernardinho..

Já garantido na equipe que enfrentará os norte-americanos, o ponteiro Thiago Alves tenta aproveitar a chance para ganhar espaço no time, que passa por um processo de renovação após a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres-2012..

"Apesar do jogo não valer a classificação, é importante para entrosar e dar ritmo a todo grupo. Eu, com certeza, vou tentar aproveitar essa oportunidade da melhor maneira possível", afirmou o jogador, campeão da última Superliga pelo RJX..

Para os duelos, disputados no ginásio do Maracanãzinho nas manhãs de sábado e domingo, o técnico Bernardinho espera dificuldades diante dos Estados Unidos, que ainda buscam a classificação à fase final..

"Os Estados Unidos são sempre uma seleção que nos coloca dificuldades, de altíssimo nível, que sempre disputa de igual para igual. É assim desde o anos 1980. Não esperamos nada diferente disso no final de semana. Vamos com o objetivo de buscar vitórias, fazer o nosso melhor. É um teste importante para alguns jogadores", comentou o treinador do Brasil..

Gazeta Esportiva.Net.

Com dificuldade, Seleção feminina de vôlei bate Holanda em amistoso

A Seleção Brasileira feminina de vôlei venceu nesta quinta-feira o primeiro dos três amistosos acertados com a seleção da Holanda, com vistas ao Grand Prix, no mês que vem. A equipe fechou o duelo de mais de duas horas em 3 sets a 1, com parciais de 18-25, 25-23, 28-26 e 25-22. A partida ocorreu em Maceió (AL).

O duelo foi marcado pela irregularidade do time nacional, que errou bastante. Por este motivo, as holandesas venceram a primeira parcial e estiveram à frente no marcador nas outras três. A vitória manteve a invencibilidade brasileira nesta temporada.

"Colocamos um grupo bastante grande, com 19 jogadoras. Treinamos a parte técnica e física, e perdemos a parte tática. Sabíamos que ia ser difícil. Precisamos melhorar taticamente para o Grand Prix", reconheceu José Roberto Guimarães, técnico da Seleção.

O Brasil iniciou o duelo com o sexto composto por Dani Lins, Adenízia, Juciely, Fernanda Garay, Pri Daroit e Monique (líbero: Camila Brait). À medida em que o duelo complicou, Zé Roberto trouxe à quadra jogadoras como Sheilla e Thaísa, bicampeãs olímpicas em Londres-2012.

Maceió ainda será a sede do segundo jogo entre as duas equipes, nesta sexta-feira, às 20h (de Brasília). Por fim, Brasil e Holanda fazem a terceira partida preparatório em Natal (RN), no próximo domingo, às 11h.

Lancepress!

8 de jul de 2013

Polônia vence os EUA, e Brasil se classifica de forma antecipada

O Brasil não precisou entrar em quadra neste domingo para garantir, de forma antecipada, a sua classificação para a fase final da Liga Mundial de vôlei. Jogando diante de sua torcida, a equipe da Polônia mostrou garra e superou os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/23, 17/25, 25/21 e 25/23).

Com o resultado, a seleção do técnico Bernardinho já está garantida na próxima etapa. Os poloneses estão com 13 pontos. A Bulgária, por sua vez, com 14. As duas equipes ainda vão se enfrentar nos próximos dois jogos. A fase decisiva do torneio será disputada em Mar del Plata, entre 17 e 21 de julho.

A seleção brasileira encerra a fase de grupos diante dos Estados Unidos, que têm 12 pontos. Os dois jogos serão disputados no próximo fim de semana, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

Também pela Chave A, a França venceu a Argentina, fora de casa, por 3 sets a 1 (25/23, 25/20, 22/25 e 25/19), neste domingo. Com o triunfo, os europeus chegaram aos 15 pontos, mas já cumpriram todos os jogos pela primeira fase da competição. Os argentinos, apesar da lanterna do grupo, têm presença assegurada na fase final por serem do país-sede.

Vitória da Polônia garantiu classificação da equipe brasileira na Liga Mundial (Foto: FIVB)

Pelo grupo B, a Itália foi derrotada pela Sérvia, por 3 sets a 1, (28/26, 17/25, 25/23 e 25/19), mas se manteve na liderança, com 19 pontos. Na segunda colocação está a Rússia, que perdeu para a Alemanha, no sábado, e também soma 19. A equipe da Alemanha, no entanto, está na quarta colocação, com 14 pontos, e ainda fará mais dois jogos contra o Irã.

Japão e Canadá se enfrentaram pelo Grupo C. Mesmo jogando diante de sua torcida, os japoneses foram derrotados por 3 sets a 2 ( 25/23, 23/25, 25/27, 25/18, 15/7). Já Portugal acabou caindo diante da Coreia do Sul por 3 a 1 (32/34, 23/25, 25/21, 26/28). A chave já foi definida com Canadá, com 23 pontos, classificado. Apenas o primeiro deste grupo avança.

6 de jul de 2013

Após novo susto, Brasil vira sobre Bulgária e fica perto de vaga

A Seleção Brasileira masculina de vôlei voltou a sofrer com um início lento de jogo neste sábado, mas venceu a segunda partida contra a Bulgária no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, e se aproximou da classificação para a fase final da Liga Mundial. A equipe verde-amarela, líder do Grupo A, superou os rivais por 3 sets a 1, com parciais de 19/25, 25/21, 25/17 e 25/19, e ficou a uma vitória da vaga.

Assim como havia acontecido no jogo de sexta-feira, o Brasil teve dificuldades no primeiro set contra os búlgaros. Sob embalo da torcida, os comandados de Bernardinho só conseguiram assumir o controle da partida durante a segunda parcial, quando conseguiu encaixar a distribuição de ataques e dominar o adversário.

O maior pontuador da partida, repetindo a sexta-feira, foi novamente o oposto Leandro Vissotto, que marcou 18 pontos para o Brasil. O central Lucão tambémse destacou com 16 tentos, enquanto o ponteiro Lucarelli derrubou 14 bolas para o time brasileiro.

O resultado deste sábado deixou o Brasil na liderança absoluta do Grupo A, com 19 pontos ganhos - agora cinco a mais que a Bulgária, provisoriamente na segunda colocação. Estados Unidos, com 12 pontos, e Polônia, com dez (ambos se enfrentam ainda neste sábado, no país europeu), também possuem chance de classificação entre os dois primeiros da chave. A fase final da Liga Mundial será realizada entre os dias 17 a 21 de julho, na cidade argentina de Mar del Plata.

O Brasil encerra a participação na fase classificatória da Liga Mundial no próximo final de semana, novamente em casa. A Seleção de Bernardinho encara os Estados Unidos em jogos marcados para as manhã de sábado e domingo, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

5 de jul de 2013

Brasil vence a Bulgária e assume a liderança do Grupo A da Liga Mundial

O Brasil venceu e, com o resultado de 3 sets a 1, ultrapassou a Bulgária na liderança do Grupo A da Liga Mundial. Nesta sexta-feira (05.07), a equipe brasileira jogou contra a búlgara no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, e venceu com parciais de 24/26, 25/17, 25/20 e 25/23, em 1h47. Com o placar, o time comandado pelo técnico Bernardinho chegou a 16 pontos e a Bulgária, que até o início da partida era líder, manteve os 13.

As duas seleções voltam à quadra neste sábado (06.07), às 10h10, para o segundo e último confronto desta quarta rodada da competição. A vitória pode deixar o Brasil bem encaminhado para a Fase Final, que vai acontecer de 17 a 21 de julho, em Mar del Plata, na Argentina.

Na partida desta sexta, o líbero Alan foi escalado no lugar de Mário Jr, que tinha defendido o Brasil nas três primeiras rodadas. O jogador saiu de quadra satisfeito com a vitória, mas espera uma evolução da equipe brasileira para o segundo confronto.

“A vitória é sempre importante, principalmente depois de um jogo difícil como esse. Temos que nos acostumar com uma partida como essa, contra um adversário de alto nível. De qualquer forma, foi um bom resultado. Esperamos ainda maior dificuldade amanhã e temos que estar preparados para isso”, disse Alan.

O técnico Bernardinho também comentou sobre a entrada do líbero. “Alan é um jogador de muita qualidade. A mudança não foi em decorrência da derrota para a França na última partida e sim porque eu precisava testá-lo. Na minha opinião, ele é superior ao Mário na defesa e o Mário é melhor no passe, mas sabemos que, mesmo na defesa, ele ainda pode melhorar”, disse Bernardinho.

O treinador brasileiro, que na véspera da partida havia elogiado o atacante búlgaro, Sokolov, falou sobre o desempenho abaixo do esperado do adversário. “O passe precisa ter uma eficiência maior, já que sabemos que as segundas partidas deles sempre foram melhores. Hoje não eliminamos, mas conseguimos minimizar os ataques do Sokolov e isso foi nosso ponto forte na partida”, disse Bernardinho.

Maior pontuador do jogo, com 19 acertos, o oposto Leandro Vissotto também comemorou o resultado positivo e chama atenção para a importância do próximo confronto. “O mais importante foi vencer hoje. No primeiro set cometemos muitos erros, que não são do nosso estilo de jogo. Mas conseguimos nos acertar. Para amanhã, precisamos entrar com mais tranquilidade, já que será um jogo fundamental para a nossa classificação”, destacou Vissotto.

O búlgaro Aleksiev foi quem mais marcou para a seleção visitante, com 15 pontos.

O capitão Bruninho analisou a atuação do Brasil a cada parcial. “Sabíamos que a partida de hoje não seria fácil. No primeiro set erramos muitos saques e, a partir do segundo, tivemos melhor aproveitamento. Também conseguimos trabalhar melhor nosso bloqueio. No quarto set nos desconcentramos um pouco, acabamos virando no final. Nossa virada de bola poderia ser melhor e vamos estudar para melhorar isso no jogo de amanhã. Mas a vitória sempre é o mais importante e conquistar esses três pontos foi fundamental”, disse Bruninho.

Na primeira rodada, o time comandado pelo técnico Bernardinho venceu os dois jogos contra Polônia, na casa do adversário. Na semana seguinte, também nos domínios do oponente, o Brasil derrotou a Argentina nas duas partidas. No primeiro fim de semana ao lado da torcida brasileira, em São Paulo, a equipe verde e amarela venceu a França no primeiro jogo e acabou superada no segundo.

O JOGO

Contando com erros do Brasil, a Bulgária saiu na frente e fez 2/0. No ataque de meio de Éder, o time abriu o placar brasileiro. No bloqueio do oposto Vissotto,o marcador ficou empatado. Os búlgaros voltaram a comandar o marcador e fizeram 8/7 no primeiro tempo técnico. No contra-ataque do ponteiro Lucarelli, a equipe da casa passou a frente em 11/10. A Bulgária bloqueou e fez 15/13. A vantagem continuou em dois pontos na segunda parada técnica (16/14). Os adversários do Brasil chegaram a fazer 20/16. Com William, que entrou na inversão junto com Wallace, no saque, o time verde e amarelo chegou ao empate em 20 pontos. O final do set seguiu equilibrado. Quando os búlgaros fizeram 24/22, Bernardinho pediu tempo. No bloqueio de Vissotto, o Brasil empatou em 24 pontos. Mas a equipe visitante não desistiu do set e fez 26/24.

O Brasil começou a segunda parcial melhor e abriu 4/0. A Bulgária reagiu e, quando encostou em 6/5, o treinador brasileiro parou o jogo. A equipe da casa esteve bem no bloqueio e, com Vissotto neste fundamento, fez 11/7. Depois, novamente no bloqueio, com Lucão, o Brasil aumentou a vantagem para seis pontos: 16/10. Na volta do tempo técnico, mais um ponto neste mesmo fundamento, justamente no bloqueio duplo de Lucão e Vissotto. O time brasileiro seguiu comandando o set e esteve oito pontos na frente em 21/13. A parcial seguiu sem grande dificuldade para o Brasil, que venceu por 25/17.

Com determinação e raça, a equipe verde e amarela demonstrou superioridade também no início do terceiro set. Melhor em quadra, o Brasil abriu três pontos de vantagem em 8/5. Com Leandro Vissotto bem no ataque, o time da casa comandou o marcador (14/10). Com dois pontos diretos de saque do central Éder, a equipe verde e amarela fez 20/14. A Bulgária tentou se aproximar e fez 22/18. Mas os brasileiros não deram chances ao adversário e venceram o terceiro set por 25/20.

A seleção brasileira começou melhor também na quarta parcial. Com Lucão bem no saque, os donos da casa fizeram 6/3. Depois de uma bola bastante disputada, com importantes defesas dos jogadores brasileiros, Éder bloqueou e levou o placar a 8/4. Com Lucarelli, o Brasil fez 11/6. A parcial seguiu no mesmo ritmo, com o time de Bernardinho mantendo a vantagem entre quatro e cinco pontos (15/10). Quando os búlgaros tiveram uma sequência de três pontos (15/13), o treinador brasileiro pediu tempo. Com Lucarelli pelo meio fundo, o Brasil fez 17/15. Após um bom saque, a Bulgária chegou ao empate em 17 pontos e assumiu o comando do marcador em 19/18. As seleções estiveram empatadas novamente em 20 e em 23 pontos. Com Vissotto, o Brasil fez 24/23. Na sequência, fez 25/23 e fechou o jogo.

EQUIPES

BRASIL – Bruno, Vissotto, Lucão, Éder, Lucarelli e Dante. Líbero – Alan
Entraram – Wallace e William
< Técnico: Bernardinho

BULGÁRIA – Bratoev, Gotsev, Skrimov, Yosifov, Aleksiev e Sokolov. Líbero – Salparov
Entraram – Dimtrov, Gradinarov, Samunev e Milushev
Técnico: Placi Camiilo