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16 de jul. de 2015

Vamô que Vamô Brasil




O Brasil segue vivo na Fase Final da Liga Mundial. Depois de ser superado pela França na primeira partida, e entrar em quadra na tarde desta quinta-feira (16.07) precisando da vitória, o time comandado pelo técnico Bernardinho alcançou o objetivo. Bateu os Estados Unidos por 3 sets a 1 (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25), em 2h12, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e segue na disputa pelo decacampeonato.
A seleção brasileira folga na rodada desta sexta-feira (17.07), e depois do resultado desta tarde, ainda espera pelo resultado de Estados Unidos x França para saber se estará classificada para a semifinal. Uma vitória francesa elimina os norte-americanos. Um triunfo americano por 3 sets a 0 tira a França e por 3 a 2 deixa os Estados Unidos de fora. Se os americanos ganharem amanhã por 3 a 1, a classificação será definida no saldo de pontos. Na outra chave estão jogando Polônia, Itália e Sérvia.
Na partida desta quinta, o ponteiro Lucarelli foi o maior pontuador da seleção brasileira, com 21 acertos, mas outro ponteiro ganhou destaque: Lipe, que entrou em quadra, incendiou a partida com sua garra habitual e ainda fez seis pontos.
“Temos treinado muito bem. A qualidade técnica da equipe é indiscutível e notamos que jogamos bem contra a França, ontem. Com exceção do quarto set, os outros foram jogados em alto nível, mas percebemos que faltou um pouco de energia. Hoje, antes de entrar na quadra, ainda no vestiário, decidimos que íamos olhar um no olho do outro, confiar em tudo que seria feito, brigar e cobrar, com o sangue fervendo. E foi isso que fizemos hoje”, declarou Lipe.
Jogador mais experiente do Brasil, aos 39 anos, o líbero Serginho também sentiu que, para a partida de hoje, era necessário mais do que jogar bem. “Conversamos muito no hotel e chegamos a conclusão que não podemos deixar passar as oportunidades. Nunca foi fácil para a seleção brasileira. Hoje, viemos com a intenção de fazer os três pontos e conseguimos. Não deixamos a vitória escapar e buscarmos esse resultado do fundo da alma mesmo”, disse Serginho.
Apesar de satisfeito com a vitória, o central Lucão chamou atenção para a necessidade de uma maior constância ao longo do jogo. “Ainda tivemos um desempenho um pouco irregular, especialmente na hora do saque. Eu mesmo não consegui manter essa boa regularidade. Não podemos deixar um jogo que estava 17/11, chegar ao fim de set com esse equilíbrio”, comentou Lucão.
O JOGO
O oposto Evandro abriu o placar do jogo com ponto de contra-ataque. No ace de Lucão, o Brasil abriu dois pontos em 6/4. Com ponto de bloqueio, os Estados Unidos deixaram tudo igual (6/6). Com o apoio da torcida, a seleção brasileira fez 11/8. Com mais um ponto de bloquei, os norte-americanos chegaram ao empate em 11/11 e Bernardinho pediu tempo. Na volta, com bom saque, os Estados Unidos passaram a frente. No desafio, o Brasil conseguiu o ponto de não toque no bloqueio e fez 14/13. O jogo voltou a ficar igual em 15/15. No erro do adversário, o Brasil fez 19/19. Com Lucarelli, o time da casa fez 21/20. O set seguiu com equilíbrio em 23/23. No ataque de Leandro Vissotto, 24/23. Depois de novos empates, no bloqueio de Lucão, a seleção brasileira fechou em 28/26.
O segundo set também começou bem disputado. Com Lucarelli, o Brasil fez 3/2. No primeiro tempo técnico, os Estados Unidos venciam por apenas um ponto de vantagem (8/7). Em um ponto conquistado com muita raça, Lucarelli fez 11/11 e comemorou muito. O ponteiro também foi responsável pelo empate em 14/14. O Brasil assumiu o comando do placar em 17/16 com Lucarelli explorando o bloqueio adversário. Os Estados Unidos abriram 21/18 e o Brasil pediu tempo. Na volta, os norte-americanos marcaram mais um. Depois de bom saque de Lipe, Murilo pontuou e o placar foi para 22/20. For, então, a vez do time visitante parar o jogo. Na sequência, jogando melhor, os Estados Unidos fecharam em 25/22.
O terceiro set abriu com ace de Lucarelli. A seleção brasileira abriu dois pontos de vantagem em 4/2. Os norte-americanos empataram em 4/4. Com apoio da torcida, o time da casa colocou dois a frente em 9/7. No erro do Brasil, o placar ficou igual: 11/11. Com ponto de saque, 13/12 para o adversário. Com Vissotto, o Brasil encostou em 17/16. Lucão pontuou e 18/17 para o adversário. Com Isac, o Brasil chegou ao empate em 19 pontos. Lipe virou o placar em 20/19. Com Lucarelli, 23/22. No ataque para fora do adversário, a equipe verde e amarela chegou a 24/22 e venceu por 25/22.
Com Lipe, a seleção brasileira abriu 3/1. E foi o ponteiro que pontuou novamente e levou o time da casa a 6/3. A vantagem a favor do Brasil aumentou em 10/6. Com Lipe, a equipe da casa chegou a 16/10. Isac pontuou pelo meio de rede: 17/11. Depois de bom saque dos Estados Unidos, a vantagem brasileira caiu para 17/13. Com Lucão, o Brasil fez 19/16. Os norte-americanos reagiram e empataram em 19 pontos. No ace, o time adversário fez 22/21 e o Brasil pediu tempo. Com Lipe em momento decisivo, a equipe verde e amarela fez 23/22. O equilíbrio, então, prevaleceu até o final, quando a seleção brasileira fechou em 27/25.
EQUIPES
BRASIL – Bruno, Evandro, Lucão, Isac, Murilo e Lucarelli. Líbero – Serginho
Entraram – William, Vissotto, Lipe
Técnico: Bernardinho
ESTADOS UNIDOS – Anderson, Russel, Sander, Lee, Christenson e Holmes
Entraram – Jaeschke, Smith, Lotman
Técnico: John Speraw
TABELA:
15/07 (quarta-feira)
14h04 – Brasil 1 x 3 França (29/27, 21/25, 29/31 e 19/25)
16h05 - Sérvia x Itália (23/25, 25/14, 23/25, 25/20 e 9/15)
16/07 (quinta-feira)
14h05 - Brasil 3 x 1 EUA (28/26, 22/25, 25/22 e 27/25)
16h05 - Polônia 3 x 1 Itália (25/15, 27/25, 20/25 e 25/20)
17/07 (sexta-feira)
14h05 - EUA x França
16h5 - Polônia x Sérvia
18/07 (sábado)
10h - Semifinal 1
12h05 - Semifinal 2
19/07 (domingo)
9h10 - Disputa do bronze
11h30 - Disputa do ouro
O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro

19 de jul. de 2014

Liga Mundial: Itália vence e enfrenta Brasil na semifinal



Itália será a adversária da Seleção Brasileira na semifinal da Liga Mundial 2014. Os donos da casa, que já haviam garantido a vaga na próxima fase, confirmaram o favoritismo e se classificaram em primeiro lugar do Grupo H após derrotarem a Austrália por 3 sets a 0 (25/14, 25/22 e 25/21) na tarde desta sexta-feira.

Já o Brasil, que perdeu um pouco mais cedo para o Irã, por 3 sets 1, ficou em segundo no Grupo I. O confronto, que será realizado neste sábado, às 15h30 (de Brasília), envolve os maiores vencedores da Liga Mundial: a Seleção Brasileira possui nove títulos, enquanto os italianos têm oito. A outra vaga na final será disputada entre Irã e Estados Unidos, às 12h30 (de Brasília).

Para garantir a primeira posição, a Itália iniciou o jogo forçando bastante e conquistou uma vitória fácil no primeiro set, fechando em 25/14. A nova geração italiana, que mescla jovens talentos com alguns nomes conhecidos do público, teve um pouco mais de dificuldade diante da surpreendente Austrália, mas com boa virada de bola concluiu em 25/23, já tirando as chances dos australianos almejarem uma inédita vaga nas semifinais.

Com a classificação definida, o terceiro set teve um jogo solto, com a Itália mostrando bons saques e boa recepção, além de destaque para as defesas sólidas, que renderam alguns ralis. Sem muita dificuldade, os donos da casa fecharam a partida com um belo ataque, em 25/21, e comemoraram a vaga na semi.

Fonte-Terra Esportes

17 de jul. de 2014

Brasil supera a "catimba" da fortíssima Russia e vence por 3x1 .Chupa Russia_Chupa TinTin



 Um confronto marcado pela rivalidade e pelo alto nível. Foi assim o Brasil x Rússia que abriu a fase final da Liga Mundial de Vôlei para a equipe do técnico Bernardinho. Teve provocação, gritos na cara e cartão amarelo. Mas os brasileiros não se abateram e começaram a briga entre os seis melhores pelo título com vitória sobre os atuais campeões por 3 sets a 1, parciais de 26-24, 22-25, 25-23 e 25-22, nesta quinta-feira, em Florença (ITA).
Assim como nas partidas anteriores, o oposto Wallace foi o nome da Seleção em quadra ao anotar 23 pontos, seguido pelo ponteiro Murilo, com 14. O bloqueio foi um fundamento chave para a vitória: a equipe verde-e-amarela conseguiu parar o ataque russo 12 vezes. O temido Muserskiy, de 2,18m, não assustou tanto desta vez. O oposto Pavlov, com 18 pontos, foi o maior destaque do lado vermelho.
Maior campeão do torneio, com nove conquistas, o Brasil volta à quadra nesta sexta-feira, às 12h30 (de Brasília), para encarar o Irã. Ainda nesta quinta-feira, os Estados Unidos encaram a Austrália, às 15h30, pelo Grupo H.
O JOGO
Contra um rival temido como os russos, o Brasil não tinha alternativa senão impor ritmo intenso desde o início. Foi o que fizeram os comandados do técnico Bernardinho. Principalmente Wallace. O saque, sempre forçado, muitas vezes não entrava. Mas o passe permitia ao levantador Bruninho encontrar jogadas efetivas diante do forte bloqueio do rival. Perigo? Só mesmo na reta final. Em um erro do oposto brasileiro, os russos abriram 23-22. Mas ele mesmo recuperou a vantagem. A vitória, por 26-24, em um ataque potente de Lucarelli.
Os primeiros pontos do segundo set deram a entender que o Brasil voltaria no embalo. A equipe logo abriu 4-1. Em seguida, porém, estacionou. Em poucos minutos, os russos viraram para 5-4. De quebra, o técnico Andrey Voronkov mandou para o jogo um de seus atletas mais polêmicos. Destaque na vitória contra o Irã, Spiridonov, o "Tintim", não hesitou em comemorar de frente para os brasileiros. A mudança deu ainda mais ânimo para os europeus, que abriram quatro de vantagem. Após um saque potente, Biriukov matou de xeque para igualar o duelo, com 25-22.
A disputa ficou mais acirrada. As provocações do russo continuaram. Mas Sidão respondeu com eficiência nas bolas rápidas pelo meio e atacou bem para fazer 8-7. No bloqueio, o central aumentou a diferença para três pontos. A Rússia não se entregou. Aproveitando-se dos contra-ataques, buscou ponto a ponto até voltar à frente. Porém o Brasil teve tranquilidade mesmo atrás no placar. Em um saque que beliscou a rede, Sidão diminuiu e obrigou Voronkov a pedir tempo. Mas só deu Brasil. Dois bloqueios e um contra-ataque de Lucarelli explorando o bloqueio encaminharam o triunfo por 25-23.
Nem a desvantagem diminuiu a intensidade dos russos. Eles voltaram dispostos a levar a partida para o tie-break. Mas os brasileiros chegaram à primeira parada técnica à frente, com ataque forte de Lucarelli na diagonal. Confiantes, os brasileiros mantiveram a intensidade. Sidão e Murilo apareceram no ataque, tornando mais difícil a marcação dos russos. A vitória, como não poderia deixar de ser, veio numa pancada de Wallace, pela saída de rede: 25-22.

22 de jul. de 2013

Fomos dominados por uma equipe melhor", diz Bernardinho

Na noite deste domingo, a Seleção Brasileira voltou a sofrer nas mãos da Rússia e acabou desperdiçando a chance de conquistar o seu décimo título da Liga Mundial. Reconhecendo que fizeram uma partida abaixo do esperado, o técnico do Brasil e os jogadores reconheceram que o adversário foi bem superior.

A queda da Seleção foi, de certa forma, vexatória, já que a Rússia liquidou o duelo decisivo em apenas três sets, aplicando 25/23, 25/19 e 25/19. E Bernardinho reconheceu que a derrota por esse placar foi uma surpresa.

"Não esperava. Eles jogaram muito bem, não soubemos aproveitar", disse o técnico após a partida, em entrevista ao Sportv.
"Temos que ter um pouco de calma com alguns jogadores que estão chegando agora. Uma expectativa muito grande foi criada, mas é natural, a primeira final. E eles jogaram muito bem. É fato. Sacaram bem, defenderam bem. Mas é um processo de construção.

As comparações são exageradas e prematuras. São jogadores de muito talento, que mereceram chegar, mas realmente fomos dominados por uma equipe melhor do que nós nos fundamentos. Mas há de se reconhecer o mérito deles. Precisamos de consistência", destacou o comandante. "Eles souberam nos marcar, dominaram, abriram frente e é complicado jogar com eles estando atrás", admitiu.

E se Bernardinho falou que a seleção russa foi melhor, o mesmo fez seu filho, Bruno Resende. O levantador também exaltou os méritos do adversário e não escondeu a frustração.

"Normal não (a derrota), pois a gente não esperava. Queríamos o título. Mas temos que reconhecer que eles foram superiores. Quando deixa abrir (a Rússia) vantagem, fica difícil, pois forçam o saque e crescem no jogo. Foi o que aconteceu", observou. "É preciso ter paciência. Estamos buscando entrosamento, é um grupo novo. Temos que aprender com derrota. Saímos de cabeça erguida, mas frustrados, porque poderíamos ter feito um pouco melhor", declarou Bruninho.

Lucarelli, maior pontuador do Brasil na final, com oito pontos, também comentou os erros do time. Para o ponteiro, a Seleção tem que tirar lições dessa derrota.

"Nós erramos bolas que não precisava. Tomara que a gente corrija os erros, amadureça com tudo o que fizemos de ruim", falou. Perdemos a cabeça em certos momentos, e isso não pode acontecer", concluiu.

17 de jul. de 2013

Liga Mundial: Brasil estreia com derrota para Rússia em jogo tenso

A Seleção Brasileira teve uma estreia complicada na fase final da Liga Mundial de vôlei. Nesta quarta-feira, reeditou a final olímpica dos Jogos de Londres e foi novamente derrotada : levou 3 sets a 2, parciais de 25/17, 23/25, 22/25, 25/19 e 15/11, em partida marcada pela troca de provocações e pelo nervosismo brasileiro.

O resultado em Mar del Plata, Argentina, dá dois pontos aos russos e um ao Brasil, pelo fato de ter vencido dois sets, apesar da derrota. As equipes compõem o Grupo B da competição. O Brasil volta a jogar na sexta-feira, quando enfrenta o Canadá, a outra equipe da chave. Já os russos jogam contra os canadenses nesta quinta.

A Seleção Brasileira lidou com a inegável qualidade russa no vôlei aliada às provocações recorrentes durante toda a partida. Em duas oportunidades o árbitro parou a partida para advertir jogadores – duas para os russos e uma para os brasileiros – por conta de xingamentos, encaradas e gestos trocados na rede. Essa foi uma constante até o tie-break.

O maior provocador foi Alexey Spiridonov, que chegou a levar cartão vermelho, punição que sede um ponto ao adversário. Mas quem definiu a partida a favor da Rússia foi Nikolay Pavlov, que fechou o confronto como o maior pontuador, marcando 25 vezes. Além disso, a equipe europeia ganhou 34 pontos em erros brasileiros.

Faltou tranquilidade para o time de Bernardinho matar a partida depois de sair perdendo, com derrota no primeiro set. A virada para 2 a 1 ocorreu com bom desempenho de Lucarelli e Lucão, os maiores pontuadores brasileiros, com 13 cada um. O experiente Dante também foi bem em momentos críticos, mas mesmo assim a Seleção não resistiu ao forte bloqueio russo e agora terá de buscar a recuperação.

14 de jul. de 2013

William e Wallace comemoram oportunidade dada por Bernardinho

O Brasil não pôde contar com Bruninho, Leandro Vissoto e Dante no jogo contra os Estados Unidos, neste sábado. Mesmo assim, a equipe jogou bem e venceu por 3 sets a 1. Com a ausência de nomes importantes, os suplentes puderam mostrar trabalho e mantiveram o nível da equipe. Após o triunfo, Wallace e William, dupla do Sada/Cruzeiro, comemoraram a oportunidade de jogar diante da torcida no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

"Jogar é sempre bom, é o que gosto de fazer e me divirto muito estando dentro de quadra. Sabemos a função de cada um dentro da equipe, mas sempre que a oportunidade é dada, vou aproveitá-la da melhor maneira", comemorou o levantador William, que disputa a Liga Mundial pela primeira vez.

Com a vitória, a Seleção Brasileira garantiu a classificação no primeiro lugar da competição com um jogo a menos. Garantido na próxima fase, Wallace também se sentiu em casa e ressaltou a importância de sua boa atuação.

"Hoje me soltei mais em quadra, está sendo uma boa experiência voltar a jogar este final de semana e, independente de estar classificado ou não o mais importante, repito, é poder jogar bem e aproveitar a oportunidade de ajudar a equipe", afirmou o oposto.

Além dos atletas, quem também reconheceu o bom desempenho dos suplentes foi o treinador Bernardinho. "É bom ver que os jogadores que tiveram mais espaço hoje renderam bem. Essa vitória foi muito importante, já que considero os Estados Unidos um time muito forte neste atual ciclo olímpico", afirmou o técnico.

13 de jul. de 2013

Lucão comemora 4 aces consecutivos, mas diz que não é novidade

Jogador importante na vitória do Brasil sobre os Estados Unidos, por 3 sets a 1, neste sábado, Lucão anotou quatro aces consecutivos, marca que surpreende o próprio jogador, mas que segundo ele não é algo inédito.

"Acho que eu já fiz isso uma vez, quando jogava em Santa Catarina, mas realmente é uma coisa muito rara. Contei muito com a sorte, foram quatro bolas quase em cima da linha e fica difícil para quem vai receber o saque", comentou o meio de rede.

Os quatro pontos seguidos de saque aconteceram no segundo set. Com a sequência, a Seleção Brasileira abriu uma vantagem de 12/6 e, na sequência, venceu a parcial com tranquilidade. Já classificados, os brasileiros garantiram o primeiro lugar no Grupo A da Liga Mundial mesmo com uma partida a menos. Neste domingo, as duas equipes voltam se enfrentar, às 9h45 (de Brasília), também no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

6 de jul. de 2013

Após novo susto, Brasil vira sobre Bulgária e fica perto de vaga

A Seleção Brasileira masculina de vôlei voltou a sofrer com um início lento de jogo neste sábado, mas venceu a segunda partida contra a Bulgária no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, e se aproximou da classificação para a fase final da Liga Mundial. A equipe verde-amarela, líder do Grupo A, superou os rivais por 3 sets a 1, com parciais de 19/25, 25/21, 25/17 e 25/19, e ficou a uma vitória da vaga.

Assim como havia acontecido no jogo de sexta-feira, o Brasil teve dificuldades no primeiro set contra os búlgaros. Sob embalo da torcida, os comandados de Bernardinho só conseguiram assumir o controle da partida durante a segunda parcial, quando conseguiu encaixar a distribuição de ataques e dominar o adversário.

O maior pontuador da partida, repetindo a sexta-feira, foi novamente o oposto Leandro Vissotto, que marcou 18 pontos para o Brasil. O central Lucão tambémse destacou com 16 tentos, enquanto o ponteiro Lucarelli derrubou 14 bolas para o time brasileiro.

O resultado deste sábado deixou o Brasil na liderança absoluta do Grupo A, com 19 pontos ganhos - agora cinco a mais que a Bulgária, provisoriamente na segunda colocação. Estados Unidos, com 12 pontos, e Polônia, com dez (ambos se enfrentam ainda neste sábado, no país europeu), também possuem chance de classificação entre os dois primeiros da chave. A fase final da Liga Mundial será realizada entre os dias 17 a 21 de julho, na cidade argentina de Mar del Plata.

O Brasil encerra a participação na fase classificatória da Liga Mundial no próximo final de semana, novamente em casa. A Seleção de Bernardinho encara os Estados Unidos em jogos marcados para as manhã de sábado e domingo, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro.

29 de jun. de 2013

Bernardinho assume responsabilidade por derrota para França

O técnico da Seleção Brasileira masculina de vôlei, Bernardinho, assumiu a responsabilidade pelo revés sofrido para a França na manhã deste sábado no Ibirapuera, em São Paulo. A derrota por 3 a 1 pôs fim a uma invencibilidade de cinco jogos do time nacional na edição de 2013 da Liga Mundial.
"Há de se enaltecer o time da França. Não consegui colocar meu plano de jogo em ação. A responsabilidade é minha. Minha gestão da equipe não foi boa", disse o treinador.
Para Bernardinho, a Seleção precisa saber lidar melhor com a pressão de jogar em casa. Na sexta-feira, quase havia cedido a virada após estar vencendo por 2 sets a 0. No fim, triunfou por 3 a 2.
"Neste novo ciclo (olímpico) temos de aprender com o fato de lidar em casa, de estar perto do torcedor. Não podemos perder o foco na missão que temos em mãos", disse.
Na semana que vem, o Brasil enfrentará a Bulgária, em Brasília. Depois, no fim de semana seguinte enfrentará os Estados Unidos no Rio de Janeiro. Os quatro últimos jogos da etapa de classificação serão decisivos para a classificação à fase final da Liga Mundial.

27 de jun. de 2013

Bernardinho exalta nova geração da seleção masculina

A medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano passado, marcou o adeus de grandes jogadores à seleção masculina e a ascensão de uma nova geração. O processo de renovação da equipe começou na Liga Mundial deste ano e já vem correspondendo, segundo avalia o técnico Bernardinho. Um importante passo neste processo será dado neste fim de semana, quando a equipe disputará a primeira etapa do torneio em casa, contra a França, na SEXTA (28.06) e no SÁBADO (29.06), no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (SP).
Até agora na Liga, a seleção soma quatro vitórias em quatro jogos e é líder do Grupo A, com 11 pontos, ao lado da Bulgária. Na primeira rodada, bateu a Polônia, na casa do adversário, por 3 a 1 e 3 a 2. No fim de semana seguinte, foi à Argentina e também conseguiu dois resultados positivos, desta vez por 3 sets a 0.
"Embora tenhamos cometido um excesso de erros no segundo jogo contra a Polônia, a nossa equipe vem trabalhando bem o saque e tem uma condição de bloqueio interessante. A inserção de alguns jogadores que já vínhamos investindo, como o Lucarelli, é um ponto positivo. Ele hoje é uma realidade. O Lipe entrou muito bem no segundo jogo contra a Argentina. O Dante tem sido muito importante na função de mais experiente do grupo. Temos jogadores substituindo ícones do vôlei mundial e todos estão cumprindo bem os seus papeis", destacou Bernardinho.
O capitão Bruno também garante que o novo momento da seleção brasileira é positivo. Os dois jogos deste fim de semana, quando a equipe fará a primeira partida no país com os novos nomes do vôlei, será uma boa oportunidade para que o torcedor comprove o que vem sendo dito pelos atletas.
"Essa mescla na equipe de jogadores experientes com muitas caras novas está dando resultado. Esse grupo trabalha com muita vontade e entrega e todos sentirão isso. Tivemos um excelente exemplo de uma geração vitoriosa com o Giba e o Serginho e precisamos aproveitar tudo de bom que eles nos deixaram", comentou Bruno.
Dante reforçou o discurso do capitão da equipe.
"Ainda estamos cometendo pequenos erros que podem atrapalhar. Mas já temos algum entrosamento, aquela coisa de olhar para o lado e já saber o que o outro está pensando - o que acontecia nas gerações passadas. Eles estão começando a identificar esta parte. Nós estamos bem. Agora vamos esquecer as semanas passadas e nos concentrar nos dois jogos contra a França."
Apesar do sucesso das duas primeiras rodadas da Liga, Bernardinho quer mais e espera um crescimento da equipe neste final de semana. E o treinador espera uma evolução porque confia no atual grupo do Brasil.
"Os resultados foram bons, mas esperamos sempre o melhor, no sentido de fazer o nosso melhor. O sistema como um todo ainda pode melhorar, assim como a sintonia final da equipe. Ainda há muito o que ser feito, mas os resultados devem ser valorizados porque a nossa chave é muito equilibrada. A França, embora venha como franco atirador, venceu a Polônia, atual campeã da Liga Mundial, nos dois últimos jogos. Claro que eles querem sempre ganhar do Brasil e isso é um perigo", analisou Bernardinho.
Volei na Rede

Lucarelli uma renovação que está dando certo

O técnico Bernardinho costuma dizer que atualmente há dificuldade para se formar bons ponteiros no Brasil.
Ricardo Lucarelli, 19, tem se mostrado uma boa opção para a posição. Tanto que, devido a uma lesão de Giba, o atleta foi convocado para os amistosos preparatórios para o Sul-Americano de 2011. Pouco antes, Lucarelli havia disputado o Mundial juvenil e se consagrado como o terceiro maior pontuador.
"Ele foi, sem dúvida, um dos destaques da seleção juvenil e é um potencial. O Lucarelli está em observação e pode vir a integrar a seleção de novos, por exemplo", afirmou Bernardinho na época.
Fez sua estreia no Maracanãzinho, na vitória do Brasil contra o Japão. Meses depois, acabou sendo convocado novamente, dessa vez para disputar o Pan de Guadalajara, em que a seleção foi representada por uma equipe mista.
Mas uma lesão na virilha direita o tirou da competição --o Brasil foi campeão.
"Fiquei um pouco triste. O Pan seria minha primeira grande competição com a seleção adulta. Agora, tenho que olhar para a frente, jogar bem na Superliga e, quem sabe, voltar a ser convocado", afirmou, pouco antes do início do torneio nacional.
Apesar da pouca idade, Lucarelli, que defende o Minas, já figura entre os melhores da competição. Tem o melhor aproveitamento no ataque da Superliga (44,93%) e, até a décima rodada do primeiro turno, era o nono maior pontuador, com 139 pontos.
O pequeno período em que ficou na seleção o lapidou.
"A seleção é muito diferente. Você amadurece e entende como é um esporte de alto nível", declara o ponteiro.
"Os jogadores estão sempre lutando o máximo. Isso é uma coisa que diferencia a seleção brasileira: a busca pela perfeição", afirma o atleta, que começou no esporte aos 14 anos, em um pequeno clube de Linhares (MG), para seguir os passos da irmã mais velha, Rafaelli, que já se aventurava nas quadras.
Há quatro anos, enquanto o Brasil perdia a final para os EUA nos Jogos de Pequim, Lucarelli nem imaginava que seguiria carreira na modalidade. "Para mim, era só uma brincadeira. Nunca pensei em um dia jogar profissionalmente e chegar à seleção", afirmou.
Raio X
Nome: Ricardo Lucarelli Santos de Souza
Nascimento: 14.fev.1992, em Contagem (MG)
Onde mora: Belo Horizonte (MG)
Peso e altura: 90 kg e 1,97 m
Clube: Minas Tênis
Escolaridade: Terceiro ano do ensino médio
Twitter: @lucarelli8
Facebook: Lucarelli
Site oficial: Não tem
Ídolos: Os jogadores de vôlei Murilo e Escadinha
Superstição: Faz sinal da cruz e entra com pé esquerdo em quadra
Hobby: Acessar o computador, ir ao shopping e alugar filmes
Música: Pagode, sertanejo, música eletrônica e pop americano
Comida: Pizza
Seu maior momento no esporte: Jogo do Minas contra o Campinas, na Superliga 2010/2011. "Eu era o reserva, mas tinha entrado em quadra para ajudar a equipe no segundo set. A gente estava perdendo o set quando eu fui para o saque. Eu pedi ao técnico para não sair. Ele deixou. Eu saquei muito bem e depois a gente ganhou o set e o jogo. Depois desse jogo, a gente passou a ir bem na Superliga."
O maior momento do esporte: Conquista do ouro da seleção na Olimpíada de Atenas-2004
Patrocinadores: Não tem
Principais feitos: Prêmio de melhor recepção no Mundial infanto-juvenil de 2009, convocado pela primeira vez para a seleção
principal em 2011
Mariana Bastos

14 de jun. de 2013

Liga Mundial:. Brasil vence Argentina rapidamente e cala torcida em Mendoza


Mesmo na casa do adversário, o Brasil não deu qualquer chance para a Argentina. Em processo de renovação do elenco, o time de Bernardinho venceu rapidamente (em cerca de 1h20min) em Mendoza, por 3 sets a 0, sem se importar com a pressão da torcida local. Foi a terceira vitória em três jogos da equipe brasileira, que lidera o Grupo A da Liga Mundial
O primeiro set aparentou começar com alguma dificuldade para o Brasil. A Argentina inclusive abriu 8 a 6 na primeira parada da partida. Mas rapidamente os brasileiros conseguiram a virada, com destaque para o meio de rede Eder. O set foi vencido por 25 a 20 para os visitantes.
O ritmo do Brasil foi mantido para o início do segundo set e por isso a equipe abriu uma vantagem confortável rapidamente. Houve alguma instabilidade do time, mas Bernardinho pediu tempo, corrigiu os problemas e conseguiu a vitória por 25 a 21, com a mesma tranquilidade.
No terceiro set a torcida argentina já estava desanimada, mas mesmo assim tentou vaiar os brasileiros. Porém, até mesmo jovens inexperientes, como Isac e Lucarelli, tiveram bom desempenho, inclusive nos saques, e ajudaram o Brasil a liderar mais uma parcial sem problemas. A vantagem chegou a ser de onze pontos, o set foi vencido por 25 a 15 e a vitória foi assegurada.