21 de ago de 2016

Seleção Masculina de Volei do Brasil - Tricampeã Olímpica -Fotos
























Bruninho diz que "é hora de Bernardinho descansar" e dedica ouro a Murilo



A seleção masculina de vôlei venceu o ouro olímpico há pouco no Maracanãzinho, mas a atenção já está voltada aos Jogos de Tóquio, em 2020. Bernardinho não sabe se continuará no comando da equipe no próximo ciclo, mas já ouve apelo do próprio filho para que tenha mais tempo para si.

“Ele tem de decidir por ele, está na hora de descansar um pouco mais. Essa loucura de fazer Rexona e seleção não dá”, opina Bruninho, referindo-se aos dois empregos de Bernardinho: no vôlei feminino do Rio de Janeiro Vôlei Clube e na seleção masculina.

“Falo como filho, tem uma idade em que é preciso aproveitar um pouco mais a vida e não ficar só trabalhando. Já deu demais para gente”, completa o levantador, campeão olímpico sob comando do pai na Rio-2016.

Ainda sem pensar no futuro, o treinador não quer antecipar sua decisão. “Sou plenamente substituível. Temos pessoas prontas para assumir, só talvez sem a experiência que eu tenho. Não estou dizendo que vou sair, preciso pensar”, despista Bernardinho, que quer dedicar mais tempo à família.

“Estou devendo muito para as outras pessoas. Tenho uma (filha) de seis e uma de 14 anos. Não vi a de seis nascer e estou perdendo algumas coisas da de 14 também”, explica o técnico, que descarta se afastar do esporte. “Eu não conseguiria largar o vôlei. O dia-a-dia me alimenta. Mas temos pessoas absolutamente prontas para assumir a sequência (da seleção)”, entende.

Ouro dedicado a Murilo
Cortado da seleção a dias da Olimpíada, Murilo Endres acabou ficando sem a medalha de ouro. Ele bateu na trave duas vezes, em Pequim-2008 e Londres-2012, mas não conseguiu estar entre os convocados para a Rio-2016. Apesar da ausência, o ponteiro foi homenageado pelos ex-companheiros de seleção, que levaram uma camisa sua com o número 8 ao pódio olímpico.

“É um momento da redenção. Conquistar o ouro olímpico em casa depois de tudo pelo que passamos... É o ouro do Bruno, do Wallace, do Murilo, Sidão, Lucão. Essa galera que merecia demais isso. É o dia da redenção depois de tanta bola na trave. Hoje, ela bateu e entrou”, celebra Bruninho, lembrando os atletas que perderam a final para a Rússia em Londres e viram o ouro escapar.

Guilherme Costa, Gustavo Franceschini e Leandro Carneiro

Olimpíadas-Uol

Bruninho diz que "é hora de Bernardinho descansar" e dedica ouro a Murilo

China é campeã com viradas e semelhanças com Brasil de 2012



No Rio, a China foi de uma campanha ruim na primeira fase ao tricampeonato olímpico.

O voleibol das chinesas parecia haver sumido. Depois de uma boa primeira no Grand Prix deste ano, a técnica Lang Ping mandou um time reserva para as finais na Tailândia (a exemplo do que fizera no ano passado), e, quando chegou ao Rio, suas comandadas fizeram uma primeira fase das mais tímidas.

Dos cinco primeiros jogos que disputaram por aqui, só ganharam da inócua seleção de Porto Rico e de uma Itália bastante despretensiosa, e colecionou derrotas para EUA, Holanda e Sérvia. O quarto lugar no grupo colocou o time em rota de colisão com a melhor equipe da competição até então, o Brasil. Foi aí o rumo mudou.

A vitória sobre o Brasil nas quartas de final foi ponto de virada na campanha – a primeira de duas viradas fundamentais. O drama de cinco sets diante das donas da casa, na terça-feira, somado ao 3 a 1 de virada sobre a Sérvia na decisão do sábado (19-25, 25-17, 25-22, 25-23) fizeram a conquista das orientais na Rio 2016 guardar grande semelhança com o ouro brasileiro em Londres – quarto lugar na fase de grupos, vencer no tie break o primeiro mata-mata, largar atrás na final e terminar com a medalha de ouro pendurada no pescoço.

Ressaltem-se no título chinês a ponteira Ting Zhu e a treinadora Lang Ping.

Zhu foi eleita melhor jogadora da competição. Foi a maior pontuadora do torneio, a atacante com melhor aproveitamento e, na final, venceu o duelo particular contra a oposta Tijana Boskovic, para ser a principal anotadora do jogo do título – assinalou 25 pontos contra 23 da adversária. Os feitos da ponta chinesa no Rio ficam ainda mais impressionantes quando se diz que ela tem apenas 21 anos de idade. Seu rendimento e premiação não surpreendem quem a acompanha por todo este ciclo olímpico.

Lang Ping, por seu turno, teve uma carreira brilhante como jogadora nos anos 1980, e se tornou, pela conquista da Copa do Mundo do ano passado e das Olimpíadas deste ano, uma treinadora vitoriosa – não esquecendo, é claro, o surpreendente vice-campeonato mundial em 2014, além das pratas olímpicas com a China, em Atlanta 1996, e com os EUA, em Pequim 2008. Com o conhecimento que tem do jovem plantel chinês e sem hesitar em utilizá-lo, ela se mostrou uma treinadora da mais corajosas no Rio.

Contra o Brasil, ela pôs 11 das 12 jogadoras para jogar, pelo menos, como titular em um set. Diante da Sérvia, no sábado, ela tirou a levantadora Qiuyue Wei e a ponteira Changning Zhang ao final do primeiro set e pôs Xia Ding na armação de jogadas e Fangxu Yang para atuar na saída de rede. Deu certo: a partir da segunda parcial, as sérvias, que haviam feito 1 a 0 com facilidade, passaram sempre a correr atrás no marcador.

Foi a terceira medalha de ouro conquistada pelo vôlei feminino da China em Jogos Olímpicos. A primeira foi em Los Angeles 1984, com a própria Lang Ping no time, e a segunda em Atenas 2004. No Rio, o time se tornou o primeiro campeão olímpico do vôlei com três derrotas na mesma edição.

João Batista Junior (SaídaDeRede )

20 de ago de 2016

Rio 2016: Bernardinho relembra trajetória de superação e evolução no torneio


O Brasil está na final do torneio masculino de vôlei dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A seleção brasileira venceu a Rússia nesta sexta-feira (19/08) por 3 sets a 0 (25/21, 25/20 e 25/17), em 1h23 de partida e disputará a medalha de ouro contra a Itália, que passou pelos Estados Unidos na outra semifinal. A decisão será no próximo domingo, às 13h15, novamente no ginásio do Maracanãzinho, onde acontece a disputa da modalidade.
 Os brasileiros chegam para a final com três vitórias e dois resultados negativos na fase classificatória, pelo Grupo A, e depois de bater a Argentina nas quartas de final e a Rússia na semi. Os italianos venceram quatro e perderam na primeira fase e depois passaram por Ira, nas quartas, e Estados Unidos na partida anterior a grande decisão.
O técnico Bernardinho falou sobre a evolução da seleção brasileira para chegar até a final dos Jogos Olímpicos do Rio.
“Talvez o nosso saque não tenha entrado nos primeiros jogos e isso condicionou um pouco certas atuações. A partir do jogo da França, mostramos capacidade de lidar com a situação difícil, lutar e sobreviver. Contra a Argentina, uma equipe que vinha como primeiro da chave, mas teoricamente menos capacitado, a pressão estava toda do lado de cá, dois jogadores se contundem e o time demonstrou o mais importante, que é dar o seu melhor. Nem sempre isso é suficiente e isso é do esporte, mas tem que dar o seu melhor. A equipe veio hoje com um desempenho técnico superior as outras, mas, certamente, contra a Itália vai ser um jogo totalmente diferente”, destacou Bernardinho.

No feminino EUA repetem vitória sobre Holanda e ficam com o bronze no vôlei feminino


Depois de perder para a Sérvia em um jogo eletrizante na semifinal, os Estados Unidos, ao menos, não saíram de mão abanando no vôlei feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Neste sábado (20), no Maracanãzinho, as norte-americanas repetiram a vitória da primeira fase sobre a Holanda, dessa vez por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 25/27, 25/22 e 25/19, e encerraram sua participação com uma medalha de bronze.

A norte-americana Kimberly Hill, com 18 pontos, foi a maior pontuadora da partida. Já pelo lado da Holanda, as destaques foram Lonneke Slöetjes e Anne Buijs, ambas com 15 pontos.

Essa é a quinta medalha olímpica do vôlei feminino norte-americano. Antes da Rio-2016, os EUA conquistaram três pratas (Los Angeles-1984, Pequim-2008 e Londres-2012) e um bronze (Barcelona-1992).

A Holanda, apesar de mais uma vez dar trabalho aos Estados Unidos, continua sem saber o que é conquistar uma medalha olímpica no vôlei feminino. Na primeira fase, as holandesas venceram quatro de cinco partidas, perdendo apenas para as norte-americanas, que avançaram na liderança do Grupo B.

Rio 2016: Brasil bate a Rússia e está na quarta final olímpica consecutiva





Na noite desta sexta-feira (19/08), a Seleção Brasileira Masculina de Vôlei mostrou que realmente merece ser respeitada. Após estar prestes a ser eliminado da Olimpíada do Rio de Janeiro, o Brasil deu a volta por cima, superou problemas físicos de Lipe e Lucarelli e chega a sua quarta decisão olímpica consecutiva. A vaga para a final foi conquistada através de uma convincente vitória diante da Rússia, por 3 sets a 0, com parciais de 25-21, 25-20 e 25-17.
O resultado tem um sabor ainda mais especial: os russos ficaram com a medalha de ouro nos Jogos de Londres (2012), ao protagonizarem uma virada espetacular contra nossa seleção. Na ocasião, os brasileiros chegaram a desperdiçar match points e terminaram com a prata da competição.
 No duelo desta noite, o técnico Bernardinho escalou os titulares SerginhoBruninho (2 pontos), Lucão (7),Maurício Souza (4), Lipe (8), Lucarelli (10) e Wallace (18). O levantador William e o oposto Evandrotambém foram utilizados.
 O oposto Wallace foi o grande pontuador do jogo, com 18 bolas no chão (13 em ataques, 4 em bloqueios e 1 em saque). Entre os russos, os destaques ficaram por conta de Maxim Mikhaylov, com 16 pontos (14 em ataques e 2 em bloqueios), Egor Kliuka, com 10 (9 em ataques e 1 em saque) e Sergey Tetyukhin, com 8 (7 em ataques e 1 em saque).
 A grande final do torneio masculino de voleibol da Rio 2016 ocorrerá no próximo domingo (21/08), às 13h15. O Brasil precisará quebrar a invencibilidade da Itália para conquistar o terceiro ouro olímpico do país na história do vôlei masculino.
 Daniel Rodrigues(MelhorDoVolei)

18 de ago de 2016

Sérvia é 1ª finalista do vôlei feminino com tio de Djokovic como técnico



A Sérvia é a primeira finalista do vôlei feminino dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. 

Nesta quinta-feira, no Maracanãzinho, a seleção europeia fez uma partida eletrizante contra os Estados Unidos e, de virada, venceu por 3 sets a 2, com parciais de 20/25, 25/17, 25/21, 16/25 e 15/13. 
Essa será a primeira final olímpica da família Djokovic, que será representada por Terzic Zoran, técnico da equipe e tio do melhor tenista do mundo. 


A seleção norte-americana começou melhor, mas não conseguiu manter o ritmo no segundo e terceiro set, deixando a Sérvia virar. Com a vantagem, as sérvias se acomodaram e deixaram os Estados Unidos acordarem na partida. No tie-break, porém, as meninas comandadas pelo tio de Djoko levaram a melhor e garantiram a final olímpica.

Agora, a Sérvia espera o vencedor da partida entre China, responsável por eliminar a seleção brasileira, e Holanda, que acontece ainda nesta quinta-feira (18), às 22h15 (de Brasília).

REUTERS/Ricardo Moraes

17 de ago de 2016

Após eliminação, Sheilla anuncia a aposentadoria da Seleção Brasileira



Após a derrota do Brasil para a Seleção Chinesa, culminando na eliminação de nossa seleção dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a oposto Sheilla anunciou em suas redes sociais a aposentadoria da equipe brasileira. Confira a postagem da bicampeã olímpica:

“Acabou o sonho do tri… O esporte é assim, tem vezes que vc dai vitorioso e outras não. Eu dediquei os últimos 14 anos da minha vida a seleção, tenho orgulho de tudo que fiz pela seleção, pelo volei, pelo Brasil. Hoje é um dia muito triste pra mim, não só pela eliminação, mas pq meu último jogo pela seleção não foi como eu queria, não era pra ser hoje. Gente, se vcs soubessem o quanto amo volei, o quanto vivi volei desde que conheci este esporte, vcs entenderiam o que estou sentindo em anunciar minha aposentadoria da seleção. Mas infelizmente pra mim deu. Vou sofrer de ficar longe disso daqui, das meninas, da comissão, do desafio que é defender o país. Do friozinho na barriga que senti a cada jogo. Desde 2002 que foi a primeira vez que participei da seleção adulta até hoje dei 100% em tudo, deixei família, namorado, marido, amigos de lado e vivi intensamente isso aqui. E como foi bom! Obrigada Brasil pelo carinho que sempre tive vindo de vcs, obrigada família e amigos por entenderem que volei tinha prioridade na minha vida e por me apoiarem sempre. Obrigada lindinho por ter estado ao meu lado este último ano que com certeza foi o mais difícil da minha vida de atleta e vc me ajudou a dar a volta por cima. Obrigada Ze, comissão e atletas por acreditarem sempre em mim. Fiz tudo que eu podia, e com muita tristeza não foi o suficiente pro tri. Mas saio daqui com cabeça erguida, e com a certeza que tentamos de tudo! Meninas vcs são show, fui muito feliz com vcs aqui! E sei que vcs vão continuar dando muito orgulho pro Brasil!”
Melhor do Volei

China frustra sonho do tri brasileiro


De forma dramática, a seleção brasileira feminina de vôlei foi eliminada do Rio 2016. As bicampeãs olímpicas caíram, nesta terça-feira, no Maracanãzinho, diante das chinesas. O jogo terminou 3 a 2, com parciais de 15-25, 25-23, 25-22, 22-25, 15-13, e a China vai às semifinais enfrentar a Holanda. EUA e Sérvia disputam a outra vaga para a decisão. Só os times do grupo B seguiram adiante na disputa.
Numa atuação inspirada, a ponteira Ting Zhu assinalou 28 pontos, sendo 26 só no ataque, e foi a maior anotadora da partida. A também ponteira Changning Zhang marcou 15. Do lado brasileiro, Fernanda Garayanotou 24 pontos, seguida de Natália, com 20, e Sheilla, 18.
 Muito graças à vantagem de dez pontos no primeiro set, o Brasil terminou a partida com mais pontos de ataque (72 a 64) e de bloqueio (12 a 9). Contudo, cometeu 24 erros e teve uma jornada desastrosa no passe.
 A derrota interrompeu uma sequência de seis olimpíadas seguidas em que o Brasil chegava, ao menos, às semifinais do torneio feminino de vôlei.
 As semifinais serão disputadas na quinta-feira.
EUA vs Sérvia
Holanda vs China

10 de jul de 2016

Brasil vence a forte seleção dos EUA e conquista o 11° título no GrandPrix de Volley 2016


A seleção brasileira feminina de vôlei vai chegar cheia de moral para tentar o tri olímpico no Rio. Neste domingo, as comandadas do técnico Zé Roberto Guimarães fizeram uma partida de altíssimo nível contra os EUA, na reedição da final das últimas duas Olimpíadas, venceram por 3 sets a 2, em Bangcoc (Tailândia), e conquistaram o título do Grand Prix pela 11.ª vez. As parciais do jogo foram 18/25, 25/17, 25/23, 22/15 e 15/9.
Ao longo da campanha, de 13 jogos, o Brasil perdeu duas partidas, apenas, para Sérvia e China, ambas nas casas das rivais. As chinesas, que são fortes candidatas ao ouro no Rio-2016, disputaram a fase final com um time reserva, sendo eliminadas na primeira fase por EUA e Holanda. Com o time titular, entretanto, a China só perdeu um jogo, na última rodada da fase de classificação, e para os EUA.
Com 60 pontos na fase final (média de 15 por jogo), Natália foi o grande destaque do Brasil na fase final. Na decisão, ela fez 12 pontos, ficando atrás de Fabiana (18), Sheilla (14) e Fê Garay (14). Thaisa também anotou 12.

A campanha em Bangcoc coloca uma grande dúvida na cabeça de Zé Roberto. A líbero Leia, do Minas, de 31 anos, foi escalada como titular contra Rússia e também na decisão deste domingo e foi impecável tanto na defesa quanto no passe. Não será surpresa se ela deixar Camila Brait fora da Olimpíada.
A final também serviu para recuperar Jaqueline, que comandou a reação do Brasil no segundo set, sem deixar de tirar o espaço de Fê Garay, que jogou o resto da partida. Sheilla encerrou a competição mostrando que é fundamental no time titular, assim como Fabiana e Thaisa deixaram claro que seguem sendo a melhor dupla de centrais do mundo, somando 30 pontos na final. Em síntese, o Brasil vem forte para o tri olímpico.
O JOGO
Zé Roberto escalou a equipe com Fabiana, Dani Lins, Thaisa, Natalia, Sheilla, Fê Garay e Leia. Aaposta em Sheilla, porém, parecia não ter sido feliz. A experiente oposta fez um primeiro set ruim e destoou do resto da equipe. O saque brasileiro não encaixava e, com o passe na mão, o time americano sobrava, a ponto de fechar o set com certa tranquilidade, em 25/18.
As coisas começaram a melhorar com 3/1 no segundo set. Foi quando Zé Roberto tirou Fê Garay e colocou Jaqueline em quadra. Tudo que a ponteira não jogou ao longo do Grand Prix ela resolveu jogar no segundo set. O passe passou a chegar redondo na mão de Dani Lins e isso e refletiu também no ataque, com Sheilla entrando no jogo. O 25/17 foi o reflexo da superioridade brasileira.
No terceiro set, com Fê Garay de volta, o Brasil conseguiu abrir vantagem de até cinco pontos, em 17/12, mas deixou os Estados Unidos chegarem e encostarem em 24/23. O ponto decisivo foi de Zé Roberto Guimarães, que pediu o desafio de vídeo em um ataque da Thaisa aparentemente para fora. A revisão mostrou que a bola resvalou de leve no bloqueio.
O quarto set não foi menos emocionante e seguiu com os dois times iguais no placar até 20/20. Aí, Natália errou um ataque, os EUA conseguiram um ace depois de o saque bater na final, e o set ficou mesmo com as americanas.
O tie-break foi memorável, com um show do bloqueio e da defesa do Brasil. Sheilla, mostrando por que ainda é titular, foi decisiva, quase perfeita no ataque. O ponto do título foi de Fabiana, pelo meio.

Premiação:.

Natalia(BRA)-melhor pontuadoraSheilla(BRA)-melhor atacanteKinberly Hill(EUA)-2° melhor atacanteRachel Adams(EUA)-melhor bloqueadoraThaísa-2° melhor bloqueadoraTomTom(TAI)-melhor levantadoraLin Li(CHN)-melhor líberoSloetjes(HOL)-melhor oposta





Brasil vence a forte seleção dos EUA e conquista o 11° título no GrandPrix de Volley 2016


Neste domingo (10/07), jogando em Bangkok, na Tailândia, a Seleção Feminina Brasileira de Vôlei se sagrou campeã do Grand Prix 2016. Com a líbero Léia em quadra, o Brasil conseguiu um resultado incrível diante da poderosa seleção norte-americana (primeira colocada no torneio, em 2015) e levou a melhor por 3 sets a 2, com parciais de 18-25, 25-17, 25-23 e 22-25 e 15-9.
Em um jogo onde as centrais foram protagonistas, a maior pontuadora foi a americana Foluke Akinradewo, com 19 pontos (16 em ataques, 2 em bloqueios e 1 em saque). Entre as comandadas de José Roberto Guimarães, os destaques ficaram por conta de Fabiana, com 18 pontos (17 em ataques e 1 em saque), seguida, com 14 pontos cada, por Sheilla (13 em ataques e 1 em bloqueio) e Fernanda Garay (13 em ataques e 1 em bloqueio), além de Thaisa (10 em ataques, 1 em bloqueio e 1 em saque) e Natália (10 em ataques e 2 bloqueios), com 12 bolas no chão.
Este foi o 11º título das brasileiras na competição. A medalha de bronze ficou com as holandesas, que derrotaram a Rússia, de virada, na disputa do terceiro lugar.
Premiação:.
Natalia(BRA)-melhor pontuadora
Sheilla(BRA)-melhor atacante
Kinberly Hill(EUA)-2° melhor atacante
Rachel Adams(EUA)-melhor bloqueadora
Thaísa-2° melhor bloqueadora
TomTom(TAI)-melhor levantadora
Lin Li(CHN)-melhor líbero
Sloetjes(HOL)-melhor oposta





25 de jun de 2016

Seleção feminina de vôlei leva susto, mas vence Bélgica no Grand Prix





Ampla favorita, a seleção feminina de vôlei começou o sábado dando um susto em quem acordou cedo para ver o Grand Prix. 
Diante da inexpressiva Bélgica, o Brasil entrou displicente, perdeu o primeiro set e deu indícios de que poderia sofrer para vencer. Não precisou. Depois de colocar a cabeça no lugar, a equipe comandada por José Roberto Guimarães reagiu e fechou o jogo em 3 sets a 1 (13-25, 25-19, 25-16 e 25-18).

A vitória classifica o Brasil para a fase final do Grand Prix, que será disputada na Tailândia. Com 19 pontos, as atuais bicampeãs olímpicas não podem mais ser alcançadas por Holanda ou Sérvia e garantem ao menos a quarta colocação, atrás de EUA, China e Rússia. Neste domingo, as meninas fazem o último jogo da primeira fase contra a Turquia.

A julgar pelo desempenho deste sábado, porém, a seleção precisa se preocupar. Com mais erros do que se poderia esperar de uma equipe de ponta, o Brasil demorou para engrenar contra um dos piores times do Grand Prix e perdeu o primeiro set por 25 a 13.

Quando acordou, a seleção precisou acionar Jaqueline para equilibrar as ações. A ponteira passadora, que não costuma se destacar ofensivamente, foi a maior pontuadora do jogo com 13 bolas no ataque e quatro no bloqueio.

Maior pontuadora contra a Bélgica, Jaque fala sobre a recuperação do Brasil após o 1º set


A ponteira Jaqueline teve atuação destacada na vitória deste sábado (25/06) contra a Bélgica e foi a maior pontuadora do confronto, com 17 acertos (13 de ataque e quatro de bloqueio). A oposto Tandara, com 13, a central Juciely e a ponteira Fê Garay, com 12 cada, também pontuaram bem.
 Pelo lado da Bélgica, a oposto Lise Van Hecke, que defendeu o Vôlei Nestlé na temporada 2015/16, foi quem mais pontuou, com 16 acertos.
 A bicampeã olímpica Jaqueline chamou atenção para a reação brasileira depois da derrota no primeiro set.
 “Foi um bom jogo para o nosso grupo. Depois do primeiro set conseguimos nos ajustar. O mais importante foi a nossa recuperação no decorrer da partida. Vamos continuar trabalhando forte para fazermos um bom jogo contra a Turquia e depois focarmos na fase final”, disse Jaqueline.
MelhorDoVolei

19 de jun de 2016

Brasil perde novamente, desta vez para a China


O Brasil não foi páreo contra a China, que venceu em sets diretos (fotos: FIVB)

Foi emblemático que a passagem das bicampeãs olímpicas por Macau, na segunda semana do Grand Prix, tenha terminado com um ace chinês sobre a linha de recepção brasileira, justamente o ponto nevrálgico do jogo da seleção.
Neste domingo, o Brasil ofereceu pouca resistência contra a China e perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 25-23, 25-16, 25-20. Foi a segunda derrota da seleção em seis jogos no torneio. Isso significa que o time venceu a Bélgica de virada, as equipes mistas de Itália, Japão e Sérvia, no Rio, ao passo que perdeu para as titulares da Sérvia e, agora, para as chinesas.
Os reveses nos dois testes efetivos que a equipe teve expuseram as fraquezas que o time tem demonstrado nos últimos anos: passe e ataque nas pontas.
É desnecessário repisar que Fabiana e Thaisa são o ponto forte da seleção. Desnecessário ou inútil, porque, sem uma boa recepção, ter duas ótimas atacantes de meio é vantagem não consumada. A consequência do passe quebrado é que Fabiana, neste jogo, recebeu apenas quatro bolas para atacar.
Das quatro ponteiras brasileiras que foram a Macau – Natália, Garay, Gabi e Jaqueline –, a pernambucana é a que tem o melhor passe. No entanto, a entrada de Jaqueline no decorrer do primeiro set não resolveu o problema na recepção. O saque adversário era direcionado para Fernanda Garay e, com efeito, a China terminou a partida com 6 a 3 sobre o Brasil em aces – um deles, o último, justamente sobre Jaqueline.
Sem a bola chegar na medida às mãos de Dani Lins, a opção que lhe restou foi acionar alguma das atacantes das pontas, e aí a trama ficou mais densa.
Certo, foi uma jornada atípica, mas é preciso ressaltar que Sheilla, a definidora de ofício, a oposta do time, teve eficiência de 10% no ataque, só pontuou duas vezes em 20 tentativas. O jogo de bolas empinadas também não favoreceu Jaqueline, que só marcou seis pontos em cortadas – Fernanda Garay, nesse quesito, foi a única que ainda conseguia socorrer a seleção e acertou a quadra adversária em 11 ocasiões.
O jogo lento e previsível das brasileiras foi um convite que o bloqueio chinês aceitou sem remorso. Nesse quesito, as anfitriãs golearam por 13 a 5 – só a central Ni Yan obteve, no fundamento, o mesmo número de pontos de todas as brasileiras somadas.
Nas oportunidades em que tirou Sheilla do jogo, o técnico Zé Roberto Guimarães colocou Tandara no decorrer dos dois primeiros sets e Natália, no terceiro.
(Particularmente, não gosto de Natália atuando na saída de rede. Porque, por um lado, se ela jogava assim no início da carreira, por outro, é bom recordar que, de 2012 para cá, sua experiência nesse setor foi no Rexona, em certo momento da Superliga 2014/15: procurando uma oposta para o time, Bernardinho fez essa experiência com ela, mas, no fim, escolheu terminar o campeonato Regiane improvisada na saída e Natália de volta à entrada de rede. Contudo, a 48 dias da estreia na Rio 2016, a seleção necessita de opções e precisa testá-las em regime de urgência. E foi o que aconteceu neste domingo.)
Não dá para dizer, só por meio set contra a China, que Natália seja a jogadora certa ou, mesmo, a melhor substituta para a saída de rede. Mas, como Sheilla tem tido atuações aquém do ideal e Tandara, na competição inteira, atacou 23 vezes para marcar só um ponto (contra a Bélgica), por que não continuar testando Natália como oposta – se, inclusive, ela não tem ido bem no passe?Depois de sair do jogo durante o primeiro set, a ponteira Natália voltou como oposta, na metade da terceira parcial, e fez mais pontos do que Sheilla naquela posição. Ela terminou a partida com sete anotações no ataque, sendo quatro delas no período em que atuou na diagonal da levantadora.
O Brasil volta à quadra no próximo fim de semana, dias 24, 25 e 26, contra Itália, Bélgica e Turquia, em Ancara. Depois, só restarão as finais do Grand Prix, entre os dias 6 e 10 de julho, em Bangcoc, antes das Olimpíadas.

10 de jun de 2016

Minha modesta análise do jogo de hoje. por Michelle Up

http://s2.glbimg.com/VyCmX_s6LO3QjrSkrOmpbqaXaQw=/s.glbimg.com/og/rg/f/original/2016/06/09/

Thaisa lacrou , simples assim.
Dani Lins pecando muito nas bolas pra Nati, QUE TÁ DEVENDO AINDA. Dani também precisa colocar Sheilla no jogo! 

Passe ainda tá problemático, por isso também temos que dar um desconto pra Dani.
Jucy jogou muito bem, ver ela é Thaisa juntas e jogando bem, é demais! Um tapa na cara dos haters. Rsrs. 


Garay regular, pode crescer mais, e com certeza vai.


Inversões, Roberta bem, mas Tands ainda irregular.


2°set Japão 18 x 16 Brasil num erro de passe entre Brait e Garay, Ze pede tempo e Thaisa diz pra Brait: " A líbero é você ". Certíssima, alguém tem dar esse toque nela , que está indo bem, mas ainda precisa de mais atitude no passe, mas nas defesas tá muito bem.


Adê, linda, entrou e anotou seus pontinhos, 4 se não me engano, sempre vibrante, essa disputa vai ser Boa, rsrs.


Conclusão, tem muita água pra rolar, muitos ajustes pra fazer, mas o começo já me inspira confiança. Temos um leque de grandes talentos, só precisamos de mais ritmo e entrosamento.
Vamos que vamos.


Por Michelle Up - Direto do Facebook Volleyball News

9 de jun de 2016

Brasil estréia no GrandPrix contra a Itália




A Seleção Brasileira Feminina de Vôlei começará nesta quinta-feira (09/06) a campanha pelo 11º título do Grand Prix. A equipe do treinador José Roberto Guimarães enfrentará a Itália às 14h10, na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro. A TV Globo e o SporTV transmitirão ao vivo. As brasileiras estão no grupo B que conta ainda com Itália, Sérvia e Japão.

 O treinador José Roberto Guimarães comentou sobre a importância do Grand Prix em um ano olímpico. “O Grand Prix será o único torneio que vamos disputar antes dos Jogos Olímpicos. Teremos a oportunidade de ver os outros times em ação, vamos ajustar o nosso grupo e sanar algumas dúvidas na formação da equipe”, explicou José Roberto Guimarães.

A ponteira Fernanda Garay falou sobre a expectativa de enfrentar a Itália e chamou a atenção para o bom desempenho das italianas no classificatório mundial quando garantiram um lugar nos Jogos do Rio. “Vamos entrar em quadra prontas para muita dificuldade. Ainda estamos estudando a equipe delas, mas sabemos que são jogadoras novas e que foram muito bem no Pré-Olímpico Mundial. Será um jogo difícil, mas estamos bem preparadas”, afirmou Fernanda Garay.

A campeã olímpica Dani Lins comemorou a possibilidade de jogar diante dos torcedores brasileiros. “O Grand Prix é muito importante para ganharmos ritmo de jogo. É a competição onde vamos encontrar as equipes que estarão nos Jogos Olímpicos. Também teremos a chance de jogar diante da nossa torcida no Rio de Janeiro, o que vai ser muito bom. Procuro ver a pressão de jogar em casa do lado positivo e o público sempre nos apoiou”, disse Dani Lins.

Retrospecto

Brasil e Itália se enfrentaram 24 vezes na história do Grand Prix, com 20 vitórias das brasileiras e quatro das italianas. O último jogo entre as equipes aconteceu na Fase Final do Grand Prix do ano passado e o time verde e amarelo venceu por 3 sets a 1.

Entenda o Grand Prix:

De 9 a 26 de junho, as 12 principais seleções disputarão a fase classificatória. A cada semana serão formados três grupos com quatro seleções em cada, definidas em sorteio. Ao fim da fase classificatória, as cinco equipes mais bem classificadas avançarão à Fase Final, que contará ainda com a Tailândia, país sede. A Fase Final acontecerá de 6 a 10 de julho, em Bangcoc, na Tailândia.

 Jogos do Brasil no Grand Prix

09.06 (Quinta-feira) – Brasil x Itália – 14h10 – TV Globo e SporTV

10.06 (Sexta-feira) – Brasil x Japão – 14h10 – TV Globo e SporTV

12.06 (Domingo) – Brasil x Sérvia – 10h05 – TV Globo e SporTV

http://www.melhordovolei.com.br/ze-roberto-fe-garay-e-dani-lins-falam-sobre-a-estreia-do-brasil-no-grand-prix/

31 de mai de 2016

Seleção Brasileira é superada pela China na estréia do Montreux Volley Masters

Crédito: Divulgação/FIVB

A Seleção Brasileira fFeminina B foi superada pela China na estreia do Montreux Volley Masters. Nesta terça-feira (31/05), a equipe comandada pelo treinador Wagão acabou vencida pelas chinesas por 3 sets a 0 (25/20, 25/17 e 25/22), em 1h29 de jogo, no ginásio Pierrier Clarens, em Montreux, na Suíça.
 As brasileiras folgarão na rodada de quarta-feira (01/06) e voltarão à quadra na quinta-feira (02/06), às 13h45, contra a Turquia. O SporTV transmitirá ao vivo.
 O Brasil começou a partida com a levantadora Naiane, a oposta Ana Paula Borgo, as ponteiras RosamariaGabi, as centrais Fran e Mara e a líbero Laís. Entraram durante o confronto, a oposto Lorenne, a levantadora Juma, a ponteira Drussyla e a central Saraelen.
 A oposta Lorenne, que começou o terceiro set como titular, foi a maior pontuadora entre as brasileiras, com 10 pontos, Mara e Gabi vieram em seguida, com 8 pontos cada. Pelo lado da China, as atacantes Hui e Gongforam as maiores pontuadoras do confronto, com 16 acertos cada.
 O JOGO
A China começou melhor e fez 5/2. Quando o placar estava 10/5 para as asiáticas o treinador Wagão pediu tempo. Jogando com velocidade e bem nos contra-ataques, as chinesas fizeram 19/13. O Brasil cresceu de produção e, numa bola de segunda da levantadora Juma, encostou (20/18). A China segurou a reação do Brasil e levou a melhor no primeiro set por 25/20.
 O Brasil voltou melhor para o segundo set e deixou tudo igual no início da parcial (9/9). Com dois pontos seguidos de bloqueio, a China voltou a abrir no marcador (11/9). Quando o placar estava 15/10 para as asiáticas, o treinador Wagão pediu tempo. Mesmo com a paralisação, a China continuou melhor e fechou o segundo set por 25/17.
 A terceira parcial começou equilibrada. Depois de um longo rally, a China fez 10/9. O terceira parcial foi equilibrada até o final e quando o placar estava 22/21 para as chinesas, o treinador Wagão pediu tempo. A China foi melhor na parte final da parcial e venceu o terceiro set por 25/22 e o jogo por 3 sets a 0.
 Tabela Montreux Volley Masters:
31.05 (TERÇA-FEIRA) – Brasil 0 x 3 China (20/25, 17/25 e 22/25) 
02.06 (QUINTA-FEIRA) – Brasil x Turquia, às 13h45 (horário de Brasília) 
03.06 (SEXTA-FEIRA) – Brasil x Bélgica, às 11h30 (horário de Brasília)

28 de mai de 2016

Jaqueline,Natalia,Tandara e Camila Brite.Super top model....

O video mostra as quatro musas da nossa seleção de volei ,bem descontraídas,se preparando para um ensaio fotográfico.


Brasil passa pela Rep. Dominicana, já se aquecendo para a Olimpíada.




O clima, é verdade, não deverá ser o mesmo. Mas, em uma noite de muito frio em São José dos Pinhais, no Paraná, as meninas deram o primeiro passo rumo aos Jogos do Rio de forma perfeita. No primeiro compromisso do grupo que tentará a conquista do tri olímpico, o Brasil conseguiu aquecer a quadra do ginásio Max Rosenmann e venceu o Desafio de Vôlei contra a República Dominicana. Em noite inspirada de Fernanda Garay e Tandara, a seleção venceu por 3 sets a 0, parciais 25/12, 25/20 e 25/21.
As duas seleções voltam à quadra do ginásio em São José dos Pinhais no próximo domingo, às 10h30min. O SporTV transmite a partida ao vivo.
Brasil República Dominicana vôlei (Foto: Divulgação/CBV)Meninas do Brasil comemoram ponto contra dominicanas (Foto: Divulgação/CBV)
No primeiro compromisso rumo aos Jogos, Zé Roberto poupou três bicampeãs olímpicas. Fabiana e Thaísa sequer entraram em quadra. Sheilla entrou apenas no fim do terceiro set, para a alegria da torcida local. Sem Jaqueline, que se machucou durante o treino de quinta-feira, o técnico começou com Juciely e Adenízia no meio, e Tandara de oposta. 
- É um sentimento muito gostoso diante da torcida. A gente sempre sentiu o apoio, eles sempre ficam em cima. Melhor ainda que conquistamos um bom resultado. O clima da torcida, deu para sentir. O clima térmico, espero que seja diferente. Está muito frio. Temos um trabalho longo, mas sabemos que estamos no caminho - disse Garay.
Zé deixou a quadra satisfeito. Ciente de que ainda falta ritmo à equipe, elogiou a postura diante das dominicanas, que disputaram o Pré-Olímpico Mundial - terminaram na sexta colocação.
- Nós fizemos um bom primeiro set, sacamos melhor. No segundo, diminuímos a pressão no saque e tivemos mais dificuldades. Foram coisas interessantes para termos um parâmetro de como estamos. As dominicanas, apesar de não se classificarem, estão vindo de sete jogos, têm ritmo de jogo. Começamos a dar uma cara para o nosso time.
O JOGO
Nem parecia fazer tanto tempo assim desde a última vez. Diante de um ginásio lotado, o Brasil entrou em quadra já em clima olímpico. Cheias de vontade, as meninas da seleção não demoraram a deslanchar. No saque de Dani Lins, as dominicanas erraram a recepção, e Natália encheu a mão para marcar o primeiro ponto. Fê Garay fez 8 a 2, e as brasileiras já tinham larga vantagem logo no primeiro tempo técnico.
Brasil República Dominicana vôlei Fernanda Garay (Foto: Divulgação/CBV)Fernanda Garay foi um dos destaques da partida desta sexta (Foto: Divulgação/CBV)
Tandara encheu a mão no saque e abriu 12 a 3, obrigando que o técnico Marcos Kwiek pedisse tempo. Pouco adiantou. As donas da casa mantiveram o ritmo e até se deram ao luxo de cometer um ou dois erros. Depois de mais um erro de recepção das dominicanas, Dani Lins aproveitou, e o Brasil fechou em 25/12 e largou na frente.
A República Dominicana tentou crescer. Pelas mãos de grandona Martínez, passou a dar mais algum trabalho às brasileiras no início do segundo set. As donas da casa tinham em Fernanda Garay seu principal motor. Ao lado de Tandara, a ponteira era a melhor na quadra paranaense, mas os erros passaram a vir com mais frequência. Assim, as visitantes abriram 10/7 no placar.
À beira da quadra, insatisfeito, Zé Roberto tentava orientar a equipe. “Muito baixo”, disse, após levantamento de Dani Lins para Juciely. Do lado de lá, De la Cruz, Martínez e Valdez seguiam dispostas a dificultar a vida das brasileiras. As dominicanas se mantinham à frente no placar, principalmente por conta dos erros de saque das brasileiras. 
Brasil República Dominicana vôlei Zé Roberto (Foto: Divulgação/CBV)Zé Roberto orienta equipe (Foto: Divulgação/CBV)
Zé, então, testou a inversão 5 por 1, mandando Roberta e Monique para a quadra. Funcionou. A seleção, então, virou o placar: 20/19. Depois de ponto de Fê Garay, foi a vez de Kwiek pedir tempo. Mais uma vez, não funcionou. A seleção manteve o ritmo e fechou em 25/20.
A dificuldade acabou no terceiro set. Tandara abriu a contagem com mais uma pancada. A queda no set anterior desanimou as dominicanas, que já não conseguiam manter o ritmo. Em pouco tempo, as meninas da casa já tinham 12 a 8 no placar. A torcida, animada, cantava, e Thaísa puxava o passinho do banco brasileiro.
A partir daí, o Brasil deu passos tranquilos rumo à vitória. Sem esforço, logo abriu sete pontos e fez 19 a 12. Foi quando Zé resolveu atender aos pedidos da torcida. Depois de tantos gritos das arquibancadas, o técnico mandou Sheilla à quadra  com o placar em 21 a 14, para a alegria dos fãs. A República Dominicana chegou a encostar, mas a vitória veio em invasão das rivais: 25/21.
Por São José dos Pinhais, PR  Globo Esporte