25 de jul de 2015

Brasil com os grandões passam pelos baixinhos de Porto Rico



O Brasil passou por cima de Porto Rico na semifinal do Pan-Americano de Toronto e graças a uma diferença de altura considerável entre os atleta nacionais e os rivais porto-riquenhos. A seleção brasileira, mais entrosada e confiante em quadra, venceu o jogo na altura e fez 3 a 0, parciais de 25-16, 25-17 e 25-23. Agora, o time comandado por Rubinho terá pela frente a Argentina na decisão no domingo (26), no último evento dos Jogos, às 16h, horário de Brasília.  
Com três atletas acima de 2 metros de altura no time titular - Renan, Maurício de Souza e Otávio com 2,12, 2,07 e 2,01, respectivamente - a seleção não teve dificuldades para passar pelo bloqueio adversário. Nenhum "baixinho" de Porto Rico tem mais de 2 metros de altura.
"Eles são baixo mas têm muita impulsão. Mas é o seguinte como eles têm essa impulsão, o bloqueio sempre deixava a diagonal livre. Sempre falava para eles atacarem na diagonal. Não precisava inventar na paralela", disse o levantador Murilo. "Eles saltam muito. Mas, apesar da nossa altura, foi o entrosamento e a confiança nosso com time e com levantador", completou Otávio.
E foi assim que os brasileiros abriram ampla vantagem nos primeiros sets. Na parcial inicial, Maurício, mesmo que não tenha os 2 metros, foi o maior responsável pela ampla vantagem. No seguinte, foi Renan, maior jogador de todo torneio, quem decidiu. Não por acaso, o jogador terminou a partida como o maior pontuador em quadra com 16 pontos.
O Brasil só encontrou dificuldade no terceiro set, a equipe se viu em desvantagem no placar até metade da parcial. O técnico Rubinho, que substitui Bernardinho na função, salientou na saída do jogo que previa um endurecimento da partida na terceira parcial. Não só por causa da desatenção brasileira, mas porque Porto Rico já havia feito a mesma coisa contra a Cuba. A virada veio justamente com outro gigante, Rafael, de 2,06 metros, e daí para frente foi administrar a vitória.
A seleção brasileira busca o seu terceiro título consecutivo nos Jogos Pan-Americanos. Se vencer, igualará os cinco ouros de Cuba, mas leva vantagem no número de pratas, seis a quatro.

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